Negócios

Comperj vai interagir com polos de outros estados

Quatro deles ligados especialmente à área naval.

Redação TN
26/02/2013 17:31
Visualizações: 951
Investimentos previstos em torno de US$ 8,38 bilhões, produção de 165 mil barris de petróleo por dia, um centro de integração para oferecer 30 mil vagas em cursos profissionalizantes gratuitos, capacitação de micro e pequenas empresas em 11 municípios e mais 4.500 hectares beneficiados por um plano de restauração florestal. Esses são alguns dos grandes números do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que está sendo construído no município de Itaboraí, e que foi um dos destaques apresentados no workshop de lançamento do Plano de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais para o Setor de Petróleo, Gás e Naval, nesta terça-feira (26), em Brasília (DF).
A iniciativa foi lançada no escopo do Plano Brasil Maior e do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp). Ela é resultado de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Petrobras para beneficiar, além do Rio de Janeiro, os estados da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Os cinco territórios-precursores do projeto são, especificamente, Itaboraí-Conleste (RJ), Maragogipe-São Roque (BA), Ipatinga-Vale do Aço (MG), Ipojuca-Suape Global (PE) e Rio Grande-São José do Norte (RS).
“Dos cinco APL [Arranjos Produtivos Locais] contemplados pelo Plano, quatro são ligados especialmente à área naval. O do Rio é o único ligado ao complexo petroquímico. Por isso acho que temos muito a colaborar e interagir com os demais estados em suas experiências. Temos como exemplo um parque tecnológico voltado a atividades navais e, especialmente, modelos de governança já instalados”, declara a coordenadora de Projetos Institucionais da Divisão de Relacionamentos com o Mercado Petróleo e Gás do Sistema Firjan, Karine Fragoso.
O Comperj vai produzir, numa mesma área industrial, derivados de petróleo e produtos petroquímicos de primeira e segunda geração. “O projeto ajudará no desenvolvimento da região leste fluminense, gerando empregos diretos, indiretos e por efeito renda”, conta Karine. Ela destacou, ainda, a criação do Fórum Comperj como uma das principais ações de planejamento. Ele foi instituído em 2007, pela Secretaria Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro (Sedeis), com a função de reunir as demandas, o planejamento e a execução das políticas públicas relativas ao desenvolvimento sustentável da região. A Sedeis trabalha, ainda, com apoio da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) e da Agência Estadual de Fomento (Agerio).
Lançamento
O evento de lançamento do Plano de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais para o Setor de Petróleo, Gás e Naval reuniu gestores do governo federal e dos cinco estados contemplados e contou com a participação da secretária de Desenvolvimento da Produção do MDIC, Heloisa Menezes, e do presidente da ABDI, Mauro Borges. Nesse primeiro dia de atividades, o objetivo foi apresentar o projeto e mobilizar atores públicos e privados nos estados. Foram compartilhadas informações sobre ações em curso nas instituições nacionais e estaduais e elaborada uma agenda preliminar de trabalho para o desenvolvimento do projeto.
“Com o Plano, estamos ampliando a capacidade de oferta da indústria nacional e, ao mesmo tempo, contribuindo com o desenvolvimento regional”, disse a secretária. Borges Lemos também destacou a interação entre as políticas públicas para o desenvolvimento produtivo e para o desenvolvimento regional. “Isso é parte do esforço feito pela presidenta Dilma para uma maior coordenação interna dentro do governo. Neste caso somando o Prominp, que é um programa extremamente consolidado, à política industrial”.

Investimentos previstos em torno de US$ 8,38 bilhões, produção de 165 mil barris de petróleo por dia, um centro de integração para oferecer 30 mil vagas em cursos profissionalizantes gratuitos, capacitação de micro e pequenas empresas em 11 municípios e mais 4.500 hectares beneficiados por um plano de restauração florestal. Esses são alguns dos grandes números do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), que está sendo construído no município de Itaboraí, e que foi um dos destaques apresentados no workshop de lançamento do Plano de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais para o Setor de Petróleo, Gás e Naval, nesta terça-feira (26), em Brasília (DF).


A iniciativa foi lançada no escopo do Plano Brasil Maior e do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp). Ela é resultado de uma parceria entre o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Petrobras para beneficiar, além do Rio de Janeiro, os estados da Bahia, Minas Gerais, Pernambuco e Rio Grande do Sul. Os cinco territórios-precursores do projeto são, especificamente, Itaboraí-Conleste (RJ), Maragogipe-São Roque (BA), Ipatinga-Vale do Aço (MG), Ipojuca-Suape Global (PE) e Rio Grande-São José do Norte (RS).


“Dos cinco APL [Arranjos Produtivos Locais] contemplados pelo Plano, quatro são ligados especialmente à área naval. O do Rio é o único ligado ao complexo petroquímico. Por isso acho que temos muito a colaborar e interagir com os demais estados em suas experiências. Temos como exemplo um parque tecnológico voltado a atividades navais e, especialmente, modelos de governança já instalados”, declara a coordenadora de Projetos Institucionais da Divisão de Relacionamentos com o Mercado Petróleo e Gás do Sistema Firjan, Karine Fragoso.


O Comperj vai produzir, numa mesma área industrial, derivados de petróleo e produtos petroquímicos de primeira e segunda geração. “O projeto ajudará no desenvolvimento da região leste fluminense, gerando empregos diretos, indiretos e por efeito renda”, conta Karine. Ela destacou, ainda, a criação do Fórum Comperj como uma das principais ações de planejamento. Ele foi instituído em 2007, pela Secretaria Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro (Sedeis), com a função de reunir as demandas, o planejamento e a execução das políticas públicas relativas ao desenvolvimento sustentável da região. A Sedeis trabalha, ainda, com apoio da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) e da Agência Estadual de Fomento (Agerio).



Lançamento


O evento de lançamento do Plano de Desenvolvimento de Arranjos Produtivos Locais para o Setor de Petróleo, Gás e Naval reuniu gestores do governo federal e dos cinco estados contemplados e contou com a participação da secretária de Desenvolvimento da Produção do MDIC, Heloisa Menezes, e do presidente da ABDI, Mauro Borges. Nesse primeiro dia de atividades, o objetivo foi apresentar o projeto e mobilizar atores públicos e privados nos estados. Foram compartilhadas informações sobre ações em curso nas instituições nacionais e estaduais e elaborada uma agenda preliminar de trabalho para o desenvolvimento do projeto.


“Com o Plano, estamos ampliando a capacidade de oferta da indústria nacional e, ao mesmo tempo, contribuindo com o desenvolvimento regional”, disse a secretária. Borges Lemos também destacou a interação entre as políticas públicas para o desenvolvimento produtivo e para o desenvolvimento regional. “Isso é parte do esforço feito pela presidenta Dilma para uma maior coordenação interna dentro do governo. Neste caso somando o Prominp, que é um programa extremamente consolidado, à política industrial”.

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