Política

Crise da indústria não acontece só no Brasil, diz Mantega

Ministro da fazenda participa de evento em SP.

Valor Online
05/02/2013 11:59
Visualizações: 301

 

Questionado sobre o que o governo pode fazer para elevar a participação da indústria de transformação no Produto Interno Bruto (PIB), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira (5) em São Paulo que não é só no Brasil que o setor atravessa uma crise que, segundo o ministro, vem desde 2008 devido à falta de mercados e da consequente dificuldade de exportar.
“Temos uma indústria e queremos que ela continue importante na economia”, disse Mantega, que participa nesta manhã do fórum “Infraestrutura e Energia no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades”, organizado pelo Valor e com apoio do BTG Pactual, para atrair investidores a projetos federais.
Segundo o ministro, os setores prioritários e que devem puxar uma retomada da indústria m 2013 são os de petróleo e gás, extrativo mineral, química, automobilística e de bens de capital. “Todos eles estão recebendo estímulos através de financiamento mais barato e redução de custos de energia e tributos”.
Câmbio sem excessos
No mesmo evento, o ministro afirmou também que política monetária que o governo tem praticado não é contracionista, mas também não é expansionista porque “não estamos fazendo nenhum quantitative easing”.
A expansão do crédito, por outro lado, está “até moderada” na opinião do ministro. “A expansão do crédito poderia ser menos moderada”, afirmou o ministro, dirigindo-se a banqueiros presentes no evento.
“Mas os juros caíram e estão em uma das taxas mais baixas da nossa história”.
Com juros “mais civilizados”, continuou Mantega, a taxa de câmbio ficou sujeita a menos desequilíbrios e está em um patamar menos volátil, que estimula exportações e dá perspectivas de longo prazo a investidores.
“O objetivo é uma taxa de câmbio flutuante, sem muita volatilidade, sem permitir excessos”, ressaltou.

Questionado sobre o que o governo pode fazer para elevar a participação da indústria de transformação no Produto Interno Bruto (PIB), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta terça-feira (5) em São Paulo que não é só no Brasil que o setor atravessa uma crise que, segundo o ministro, vem desde 2008 devido à falta de mercados e da consequente dificuldade de exportar.


“Temos uma indústria e queremos que ela continue importante na economia”, disse Mantega, que participa nesta manhã do fórum “Infraestrutura e Energia no Brasil: Projetos, Financiamentos e Oportunidades”, organizado pelo Valor e com apoio do BTG Pactual, para atrair investidores a projetos federais.


Segundo o ministro, os setores prioritários e que devem puxar uma retomada da indústria m 2013 são os de petróleo e gás, extrativo mineral, química, automobilística e de bens de capital. “Todos eles estão recebendo estímulos através de financiamento mais barato e redução de custos de energia e tributos”.



Câmbio sem excessos


No mesmo evento, o ministro afirmou também que política monetária que o governo tem praticado não é contracionista, mas também não é expansionista porque “não estamos fazendo nenhum quantitative easing”.


A expansão do crédito, por outro lado, está “até moderada” na opinião do ministro. “A expansão do crédito poderia ser menos moderada”, afirmou o ministro, dirigindo-se a banqueiros presentes no evento.
“Mas os juros caíram e estão em uma das taxas mais baixas da nossa história”.


Com juros “mais civilizados”, continuou Mantega, a taxa de câmbio ficou sujeita a menos desequilíbrios e está em um patamar menos volátil, que estimula exportações e dá perspectivas de longo prazo a investidores.


“O objetivo é uma taxa de câmbio flutuante, sem muita volatilidade, sem permitir excessos”, ressaltou.

 

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