Importações
<P>Diante da queda na rentabilidade das exportações, as fabricantes de autopeças procuram reduzir seus custos por meio da importação de componentes. A Cofap, que em 2004 assinou um contrato de exportação com a Ford nos Estados Unidos, viu a rentabilidade do negócio cair de tal forma que deci...
Valor EconômicoDiante da queda na rentabilidade das exportações, as fabricantes de autopeças procuram reduzir seus custos por meio da importação de componentes. A Cofap, que em 2004 assinou um contrato de exportação com a Ford nos Estados Unidos, viu a rentabilidade do negócio cair de tal forma que decidiu iniciar este ano uma batalha para reduzir seus gastos. Para isso, está procurando novos fornecedores na China e na Argentina, que devem suprir até 70% das compras da unidade de camisas de cilindros da empresa no ano que vem.
A estratégia já foi adotada por outras fabricantes de autopeças, como a Mangels, que produz rodas, e a Cummins, que faz motores. A primeira passou a comprar no exterior parafusos e peças para o acabamento das rodas de alumínio e aço, produzidas em Três Corações (MG). A Cummins está utilizando o escritório de compras do grupo na China para ampliar as compras no país e na Índia.
Apesar da mudança, o volume de importações de autopeças ainda não deve crescer este ano. Além da dificuldade de certificar os novos componentes com as montadoras, questões logísticas podem inibir o crescimento das compras no exterior.
Fonte: Valor Econômico (Natalia Gómez)
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