Evento

Desafios da sustentabilidade na indústria do aço em debate

Congresso Brasileiro do Aço terminou hoje.

Ascom Aço Brasil
09/05/2013 17:24
Visualizações: 949

 

O 24º Congresso Brasileiro do Aço levou o tema 'Desafios da sustentabilidade da Indústria do aço' para um dos painéis do evento, que terminou nesta quinta-feira (9) no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, realizado pelo Instituto Aço Brasil. Participaram do painel, coordenado pelo vice-presidente do conselho diretor do Instituto Aço Brasil, Benjamin Mario Baptista, o CEO do grupo Gerdau, Andre Gerdau B. Johannpeter, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, o presidente da Usiminas, Julián Eguren e o diretor da McKinsey&Company, Sigurd Mareels.
Segundo Andre Gerdau Johannpeter sem a sustentabilidade econômica, não há como ter sustentabilidade social ou ambiental. O CEO do grupo Gerdau apresentou gráficos onde mostrando o quanto a carga tributária impacta nos resultados do setor siderúrgico brasileiro. Gerdau lembrou que o Brasil tem profissionais qualificados, parque industrial moderno, empresas com capacidade para investir e desempenho operacional entre os melhores do mundo, mas é necessário aumentar os investimentos na economia e promover o consumo de aço para que as indústrias nacionais possam ser ainda mais competitivas.
O presidente da Vale destacou os R$ 2,8 bilhões investidos na área ambiental no período de 2010-2012 e os R$ 1,3 bilhão previstos para 2013. Durante a sua apresentação, Murilo Ferreira reforçou os compromissos de investir fortemente para reduzir a volatilidade do mercado e a sustentabilidade como uma prioridade estratégica.
Julián Eguren usou o exemplo da Coréia do Sul que passou de um consumo de 160 quilos de aço per capita para 1157 em pouco mais de 30 anos para ilustrar a importância do investimento em inovação. Segundo o presidente da Usiminas, existe uma necessidade cada vez maior de investimentos em pesquisa e da redução do descompasso entre economia e conhecimento.
Sigurd Mareels falou sobre as perspectivas industriais globais. Para o diretor da McKinsey&Company, a situação da economia mundial é pior hoje do que em 2008, no início da crise econômica. Para Mareels, o excesso de capacidade na indústria do aço é uma questão global e cresce ano a ano, fazendo com que a indústria perca rentabilidade e reduzindo as margens EBITDA.
China
Logo após o debate, a chinesa Haiyan Wang, sócia do Instituto China-Índia, fez uma Conferência Especial. Wang falou sobre a indústria do aço na China, destacando as mudanças globais e suas implicações.
Segundo Haiyan Wang, a desaceleração da economia chinesa não é, necessariamente, algo ruim. Segundo ela o país continuará crescendo e deverá ultrapassar a economia norte-americana entre 2018 e 2025. Na mesma época, segundo Wang, a India deverá assumir o posto de terceira maior economia do mundo.
A sócia do Instituto China-Brasil reforçou a importância crescente da América Latina para as exportações do aço chinês e falou sobre a preocupação do país com a necessidade cada vez maior de minério de ferro, o que vem fazendo com que a China invista em projetos de exploração na África e no Canadá. Os objetivos dessa iniciativa são obter um controle maior sobre os preços da matéria prima e o aumento da lucratividade das usinas chinesas.

O 24º Congresso Brasileiro do Aço levou o tema 'Desafios da sustentabilidade da Indústria do aço' para um dos painéis do evento, que terminou nesta quinta-feira (9) no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro, realizado pelo Instituto Aço Brasil. Participaram do painel, coordenado pelo vice-presidente do conselho diretor do Instituto Aço Brasil, Benjamin Mario Baptista, o CEO do grupo Gerdau, Andre Gerdau B. Johannpeter, o presidente da Vale, Murilo Ferreira, o presidente da Usiminas, Julián Eguren e o diretor da McKinsey&Company, Sigurd Mareels.


Segundo Andre Gerdau Johannpeter sem a sustentabilidade econômica, não há como ter sustentabilidade social ou ambiental. O CEO do grupo Gerdau apresentou gráficos onde mostrando o quanto a carga tributária impacta nos resultados do setor siderúrgico brasileiro. Gerdau lembrou que o Brasil tem profissionais qualificados, parque industrial moderno, empresas com capacidade para investir e desempenho operacional entre os melhores do mundo, mas é necessário aumentar os investimentos na economia e promover o consumo de aço para que as indústrias nacionais possam ser ainda mais competitivas.


O presidente da Vale destacou os R$ 2,8 bilhões investidos na área ambiental no período de 2010-2012 e os R$ 1,3 bilhão previstos para 2013. Durante a sua apresentação, Murilo Ferreira reforçou os compromissos de investir fortemente para reduzir a volatilidade do mercado e a sustentabilidade como uma prioridade estratégica.


Julián Eguren usou o exemplo da Coréia do Sul que passou de um consumo de 160 quilos de aço per capita para 1157 em pouco mais de 30 anos para ilustrar a importância do investimento em inovação. Segundo o presidente da Usiminas, existe uma necessidade cada vez maior de investimentos em pesquisa e da redução do descompasso entre economia e conhecimento.


Sigurd Mareels falou sobre as perspectivas industriais globais. Para o diretor da McKinsey&Company, a situação da economia mundial é pior hoje do que em 2008, no início da crise econômica. Para Mareels, o excesso de capacidade na indústria do aço é uma questão global e cresce ano a ano, fazendo com que a indústria perca rentabilidade e reduzindo as margens EBITDA.



China


Logo após o debate, a chinesa Haiyan Wang, sócia do Instituto China-Índia, fez uma Conferência Especial. Wang falou sobre a indústria do aço na China, destacando as mudanças globais e suas implicações.


Segundo Haiyan Wang, a desaceleração da economia chinesa não é, necessariamente, algo ruim. Segundo ela o país continuará crescendo e deverá ultrapassar a economia norte-americana entre 2018 e 2025. Na mesma época, segundo Wang, a India deverá assumir o posto de terceira maior economia do mundo.


A sócia do Instituto China-Brasil reforçou a importância crescente da América Latina para as exportações do aço chinês e falou sobre a preocupação do país com a necessidade cada vez maior de minério de ferro, o que vem fazendo com que a China invista em projetos de exploração na África e no Canadá. Os objetivos dessa iniciativa são obter um controle maior sobre os preços da matéria prima e o aumento da lucratividade das usinas chinesas.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Mato Grosso do Sul
Bio Energy Summit colocou bioenergia de MS no centro dos...
16/09/26
Internacional
Petrobras assina contrato de longo prazo para compra e v...
16/09/26
ROG.e 2026
Tenaris promove painéis sobre formação técnica e soluçõe...
16/09/26
Resultado
Tecnogera cresce 59% nos principais segmentos atendidos ...
16/09/26
Negócios
Vallourec conquista importante contrato com a Subsea7 pa...
16/09/26
ROG.e 2026
ICONIC reforça atuação na cadeia de óleo, gás e energia ...
16/09/26
ROG.e 2026
Equinor celebra 25 anos de presença no Brasil e apresent...
15/09/26
ROG.e 2026
Sindicom promove Arena de Lubrificantes na ROG.e 2026
15/09/26
ROG.e 2026
ROG.e 2026 deve movimentar R$ 593 milhões na economia do...
14/09/26
ABPIP
Produtores independentes propõem nove medidas para os p...
14/09/26
Abegás
Abrace Energia e Abegás compõem a nova presidência do Co...
14/09/26
Expansão
Objective contrata André Gutierrez como novo Head de Par...
14/09/26
KPMG
Fusões e aquisições no setor de Óleo e Gás recuam 48.6% ...
14/09/26
ROG.e 2026
Morken leva à Rio Oil & Gas 2026 tecnologia de inspeção ...
14/09/26
Combustível
Etanol encerra a semana mantendo o movimento de alta nos...
14/09/26
Biometano
Produção de biometano cresce 75% no Brasil e amplia desa...
12/09/26
ANP
RenovaBio: ANP prorroga prazo para recebimento de contri...
12/09/26
ROG.e 2026
PPSA realiza 12 palestras na ROG.e sobre seus próximos l...
11/09/26
Gás Natural
PPSA firma acordo para contratar Petrobras como agente c...
11/09/26
Gás Natural
TBG lança consulta ao mercado para fornecimento de gás d...
10/09/26
Tecnologia e Inovação
Vallourec inicia obras de linha de produção no Brasil pa...
10/09/26
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25