Política

Dilma: queremos construir um ambiente seguro e amigável para o investimento privado

Presidente participou de seminário com empresários na França.

Redação / Agência
12/12/2012 14:25
Dilma: queremos construir um ambiente seguro e amigável para o investimento privado Imagem: Presidente Dilma Rousseff participa de seminário na França Visualizações: 485

 

Em encontro com empresários franceses nesta quarta-feira (12), no “Seminário Empresarial: Desafios e Oportunidades de uma Parceria Estratégica”, organizado pelo Movimento de Empresas da França (Medef), a presidente Dilma Rousseff afirmou que o governo federal pretende construir um ambiente seguro e amigável para o investimento privado. Segundo ela, essa parceria é fundamental para resolver os gargalos de logística do país.
“Com o objetivo de elevar o desenvolvimento, vamos aumentar taxa de investimento, centrando em dois grandes movimentos, o investimento em infraestrutura e na industria manufatureira. O Brasil não vai ser somente um exportador de commodities, seremos sempre uma potência alimentar e mineral, mas queremos também ser uma potência na área de manufatura. E esse é um cenário que permite um novo patamar de cooperação entre o Brasil e as indústrias francesas como nunca antes ocorrido. Nunca tivemos uma conjuntura tão favorável a essa cooperação”, afirmou Dilma.
A presidente enfatizou a importância das parcerias público-privadas para os investimentos em logística. Sobre o setor aeroviário, ela afirmou que deverão ser implementados por volta de 800 aeroportos regionais, e que outros de porte grande serão licitados. Para Dilma, um país continental como o Brasil não pode se dar ao luxo de fazer o transporte de cargas apenas por rodovias, o que deve tornar o país em um dos que mais aporta recursos em ferrovias. Dilma também tratou do tema em discurso durante a abertura da 81ª Assembleia Geral da União Internacional de Ferrovias (UIC).
“Tínhamos de retomar esse sistema rodoviário, que foi descuidado nas últimas décadas. Nós lançamos um plano de ferrovias para construir 5 mil km, basicamente no eixo longitudinal. (…) Agora, recentemente, nós consideramos  que é fundamental dar um passo à frente. Primeiro, constituímos uma empresa de planejamento que visa pensar a integração dos modais e do sistema portuário, a Empresa de Planejamento Logístico (EPL), que vai nos ajudar a construir nosso próximo desafio, que são 10 mil km de rede ferroviária”, explicou Dilma.
No evento, a presidenta afirmou que a expectativa é de sejam investidos R$ 91 bilhões no curto prazo, em um modelo amigável ao investimento privado, por garantir os riscos em relação a demanda. O segundo passo, segundo Dilma, será o investimento em transporte ferroviário de passageiros, com o lançamento do primeiro edital para o trem de alta velocidade, que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro. Ela ainda apontou o trem e o metrô como as soluções ideais para o transporte urbano em cidades grandes, como Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza e Salvador.

Em encontro com empresários franceses nesta quarta-feira (12), no “Seminário Empresarial: Desafios e Oportunidades de uma Parceria Estratégica”, organizado pelo Movimento de Empresas da França (Medef), a presidente Dilma Rousseff afirmou que o governo federal pretende construir um ambiente seguro e amigável para o investimento privado. Segundo ela, essa parceria é fundamental para resolver os gargalos de logística do país.


“Com o objetivo de elevar o desenvolvimento, vamos aumentar taxa de investimento, centrando em dois grandes movimentos, o investimento em infraestrutura e na industria manufatureira. O Brasil não vai ser somente um exportador de commodities, seremos sempre uma potência alimentar e mineral, mas queremos também ser uma potência na área de manufatura. E esse é um cenário que permite um novo patamar de cooperação entre o Brasil e as indústrias francesas como nunca antes ocorrido. Nunca tivemos uma conjuntura tão favorável a essa cooperação”, afirmou Dilma.


A presidente enfatizou a importância das parcerias público-privadas para os investimentos em logística. Sobre o setor aeroviário, ela afirmou que deverão ser implementados por volta de 800 aeroportos regionais, e que outros de porte grande serão licitados. Para Dilma, um país continental como o Brasil não pode se dar ao luxo de fazer o transporte de cargas apenas por rodovias, o que deve tornar o país em um dos que mais aporta recursos em ferrovias. Dilma também tratou do tema em discurso durante a abertura da 81ª Assembleia Geral da União Internacional de Ferrovias (UIC).


“Tínhamos de retomar esse sistema rodoviário, que foi descuidado nas últimas décadas. Nós lançamos um plano de ferrovias para construir 5 mil km, basicamente no eixo longitudinal. (…) Agora, recentemente, nós consideramos  que é fundamental dar um passo à frente. Primeiro, constituímos uma empresa de planejamento que visa pensar a integração dos modais e do sistema portuário, a Empresa de Planejamento Logístico (EPL), que vai nos ajudar a construir nosso próximo desafio, que são 10 mil km de rede ferroviária”, explicou Dilma.


No evento, a presidenta afirmou que a expectativa é de sejam investidos R$ 91 bilhões no curto prazo, em um modelo amigável ao investimento privado, por garantir os riscos em relação a demanda. O segundo passo, segundo Dilma, será o investimento em transporte ferroviário de passageiros, com o lançamento do primeiro edital para o trem de alta velocidade, que ligará São Paulo ao Rio de Janeiro. Ela ainda apontou o trem e o metrô como as soluções ideais para o transporte urbano em cidades grandes, como Porto Alegre, Curitiba, Fortaleza e Salvador.

 

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