Oportunidades

Empregabilidade na área de petróleo e gás ultrapassa 90%

Salários também são acima da média.

A Tarde
14/04/2014 12:12
Visualizações: 1394

 

O cenário de petróleo e gás no Brasil sinaliza oportunidades  principalmente por causa das descobertas dos reservatórios de pré-sal. O profissional qualificado para o setor tem 92% de chance de conquistar uma vaga no mercado de trabalho.
"Geralmente, os alunos de nível técnico assinam contrato com as empresas antes de o curso de capacitação terminar. Aqueles que não conseguem imediatamente são empregados durante um período de 45 dias", diz  Jair Santiago, gerente da Unidade Senai-Cetind, de Lauro de Freitas.
A justificativa para a corrida pela contratação deve-se à falta de profissionais qualificados. Santiago explica que a escassez faz com que as empresas do ramo criem estratégias para driblar o desafio. "Essas empresas se tornam parceiras de cursos profissionalizantes para garantir o preenchimento dessas vagas", explica.
A expectativa dos próximos cinco anos  para o setor, segundo o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Promimp), é que sejam criados mais de 200 mil empregos no país. Ainda de acordo com a Promimp, somente no setor industrial serão 46 mil vagas até 2015.
No entanto, cursos de formação não são os únicos requisitos. Outras habilidades são esperadas pelo mercado, como pontua Eduardo Bastos, secretário-executivo da rede Petro Bahia: "É uma área que exige uma língua estrangeira, já que há pessoas de diferentes lugares. O profissional também deve ter um aprimoramento constante, uma vez que a tecnologia e a aparelhagem do setor evoluem rapidamente".
Salários acima da média - A falta de mão de obra qualificada também impulsiona altos salários. Os ganhos variam de acordo com o nível de capacitação. "Um profissional iniciante tem remuneração de R$ 1.200, enquanto aqueles com nível  técnico recebem R$ 2.500", diz Bastos.
Para quem já está  inserido no mercado e anseia crescer, Santiago indica um curso superior.  "O salário de um profissional graduado é três vezes maior do que um de nível técnico". Em alguns casos, chega a superar R$ 10 mil.
A graduação de Nelson Moreira, 33, foi na área de educação física. No entanto, o interesse pelo setor de petróleo e gás veio a partir da influência do irmão engenheiro.
Moreira entrou na terceira turma do curso de aprendizagem industrial oferecido pelo Senai, em 2012. A previsão de conclusão é para este ano e o profissional já foi chamado para atuar em uma empresa no Mato Grosso. "Antes de aceitar, quero me especializar  como projetista e tenho vontade de atuar na área de perfuração", fala.
Por sua vez, Ana Paula Portugal, 24, não pensou duas vezes antes de aceitar a proposta de emprego. Uma semana após concluir o curso de formação do programa Jovem Aprendiz, da Perbrás, ela  foi exercer a função de plataformista em Catu. O curso, realizado a cada dois anos, proporciona experiência a jovens que procuram o primeiro emprego. "Das 20 meninas que participaram, 15 estão empregadas", diz a coordenadora Lívia Lima.

O cenário de petróleo e gás no Brasil sinaliza oportunidades  principalmente por causa das descobertas dos reservatórios de pré-sal. O profissional qualificado para o setor tem 92% de chance de conquistar uma vaga no mercado de trabalho.


"Geralmente, os alunos de nível técnico assinam contrato com as empresas antes de o curso de capacitação terminar. Aqueles que não conseguem imediatamente são empregados durante um período de 45 dias", diz  Jair Santiago, gerente da Unidade Senai-Cetind, de Lauro de Freitas.A justificativa para a corrida pela contratação deve-se à falta de profissionais qualificados. Santiago explica que a escassez faz com que as empresas do ramo criem estratégias para driblar o desafio. "Essas empresas se tornam parceiras de cursos profissionalizantes para garantir o preenchimento dessas vagas", explica.


A expectativa dos próximos cinco anos  para o setor, segundo o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Promimp), é que sejam criados mais de 200 mil empregos no país. Ainda de acordo com a Promimp, somente no setor industrial serão 46 mil vagas até 2015.


No entanto, cursos de formação não são os únicos requisitos. Outras habilidades são esperadas pelo mercado, como pontua Eduardo Bastos, secretário-executivo da rede Petro Bahia: "É uma área que exige uma língua estrangeira, já que há pessoas de diferentes lugares. O profissional também deve ter um aprimoramento constante, uma vez que a tecnologia e a aparelhagem do setor evoluem rapidamente".


Salários acima da média - A falta de mão de obra qualificada também impulsiona altos salários. Os ganhos variam de acordo com o nível de capacitação. "Um profissional iniciante tem remuneração de R$ 1.200, enquanto aqueles com nível  técnico recebem R$ 2.500", diz Bastos.

Para quem já está  inserido no mercado e anseia crescer, Santiago indica um curso superior.  "O salário de um profissional graduado é três vezes maior do que um de nível técnico". Em alguns casos, chega a superar R$ 10 mil.

A graduação de Nelson Moreira, 33, foi na área de educação física. No entanto, o interesse pelo setor de petróleo e gás veio a partir da influência do irmão engenheiro.

Moreira entrou na terceira turma do curso de aprendizagem industrial oferecido pelo Senai, em 2012. A previsão de conclusão é para este ano e o profissional já foi chamado para atuar em uma empresa no Mato Grosso. "Antes de aceitar, quero me especializar  como projetista e tenho vontade de atuar na área de perfuração", fala.

Por sua vez, Ana Paula Portugal, 24, não pensou duas vezes antes de aceitar a proposta de emprego. Uma semana após concluir o curso de formação do programa Jovem Aprendiz, da Perbrás, ela  foi exercer a função de plataformista em Catu. O curso, realizado a cada dois anos, proporciona experiência a jovens que procuram o primeiro emprego. "Das 20 meninas que participaram, 15 estão empregadas", diz a coordenadora Lívia Lima.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Energy Summit
Binatural conquista Energy Summit Awards e reforça prota...
24/06/26
Energy Summit
Tauil & Chequer | Mayer Brown reúne representantes da AN...
23/06/26
Internacional
Petrobras e Pemex firmam parceria para cooperação em E&P
23/06/26
Fenasucro
Pela primeira vez, Brasil recebe congresso latino-americ...
23/06/26
Energy Summit
Com quatro prêmios, ENGIE é destaque no Energy Summit Awards
23/06/26
Combustíveis
Distribuidoras de combustíveis cobram avanço imediato do...
23/06/26
Energy Summit
Energy Summit 2026: Tecnologias da Embrapii fortalecem a...
22/06/26
Energy Summit
Biodiesel e combustíveis renováveis entram no centro da ...
22/06/26
Gás Natural
ANP prorroga consulta pública sobre cálculo do Método do...
22/06/26
Rio de Janeiro
Anuário do Petróleo no Rio, da Firjan, destaca que recor...
22/06/26
Biometano
Com mercado cinco vezes maior desde 2020, setor de biome...
22/06/26
Petrobras
Com investimento estimado de US$ 1,2 bilhão, Petrobras a...
22/06/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em recuperação e mostra sinais de ...
22/06/26
Inteligência Artificial
Impacto industrial: Executivo brasileiro integra novo co...
20/06/26
Indústria Naval
Ecovix assina contrato para a construção de quatro navio...
19/06/26
Exportações
Para ONIP tributação sobre exportações de petróleo compr...
18/06/26
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.