Pesquisa e Inovação

Foco na cooperação internacional

Fapesp participa de reunião com conselhos de pesquisa da Europa.

Agência Fapesp
27/09/2013 10:12
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O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp), Celso Lafer, o vice-presidente, Eduardo Krieger, e o diretor científico, Carlos Henrique de Brito Cruz, participaram na quinta-feira (26) em Londres de uma reunião com dirigentes de 14 conselhos de pesquisa na Europa, na qual foram discutidas questões de política científica e formas para aprimorar a cooperação internacional em pesquisa. O Brasil é considerado no Reino Unido um parceiro-chave na área da ciência.
Diversos participantes do encontro manifestaram a opinião de que essa cooperação é mais eficaz quando é feita por entidades com valores e procedimentos similares entre si e com flexibilidade para se adequar a necessidades específicas. Também ressaltaram como positivo o fato de a Fapesp conceber suas relações internacionais no nível da realização de projetos conjuntos de pesquisa, que são implementados, executados e avaliados pelos parceiros de maneira integrada.
Esse tipo de trabalho faz com que a cooperação avance para um grau de colaboração mais efetivo e tem um efeito catalisador de outras atividades, como intercâmbio de pessoas e realização de eventos.
Lafer, Krieger e Brito Cruz responderam a diversas perguntas dos dirigentes de agências da Europa sobre peculiaridades do sistema de ciência em São Paulo e no Brasil.
A maior parte das agências presentes ao encontro já tem convênios com a Fundação, o que também permitiu que fosse feita uma avaliação do que foi realizado até agora e uma prospecção do que se pode fazer no futuro. Além de diversos conselhos britânicos, também compareceram representantes de agências da Itália, da Dinamarca, da Holanda e da Irlanda.
Painel da Fapesp Week London
A reunião foi uma atividade paralela à Fapesp Week London, que dedicou a sessão da manhã de ontem exatamente ao tema da colaboração científica internacional, em painel presidido pelo vice-presidente da instituição, Eduardo Krieger.
A primeira palestra foi de Kerry-Anne Hoad, do British Council, que ressaltou o fato de que 40% dos cientistas que atualmente trabalham no Reino Unido são de outras nacionalidades que não a britânica. Em sua opinião, esse dado é uma das causas do dinamismo da atividade científica no Reino Unido.
Martyn Poliakoff, vice-presidente da Royal Society, anfitriã do evento, enfatizou a importância cada vez maior da internacionalização para o progresso da ciência no mundo e disse que 35% da produção científica global é atualmente assinada por cientistas de mais de um país.
Peter Olesen, do Conselho Dinamarquês de Pesquisa Estratégica, que tem um convênio com a Fapesp na área de agricultura, descreveu o conceito de “pesquisa estratégica” - o eixo de sua agência, pelo qual as pesquisas são orientadas por problemas reais do mundo que compõem o interesse estratégico da Dinamarca, não pela divisão tradicional dos ramos da ciência.
Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, que fechou o painel, fez uma exposição sobre os programas de cooperação internacional da Fundação e ressaltou a importância que eles têm na estratégia da instituição. “Quando cientistas de vários países interagem, eles têm mais e melhores ideias”, disse ele.

O presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp), Celso Lafer, o vice-presidente, Eduardo Krieger, e o diretor científico, Carlos Henrique de Brito Cruz, participaram na quinta-feira (26) em Londres de uma reunião com dirigentes de 14 conselhos de pesquisa na Europa, na qual foram discutidas questões de política científica e formas para aprimorar a cooperação internacional em pesquisa. O Brasil é considerado no Reino Unido um parceiro-chave na área da ciência.


Diversos participantes do encontro manifestaram a opinião de que essa cooperação é mais eficaz quando é feita por entidades com valores e procedimentos similares entre si e com flexibilidade para se adequar a necessidades específicas. Também ressaltaram como positivo o fato de a Fapesp conceber suas relações internacionais no nível da realização de projetos conjuntos de pesquisa, que são implementados, executados e avaliados pelos parceiros de maneira integrada.


Esse tipo de trabalho faz com que a cooperação avance para um grau de colaboração mais efetivo e tem um efeito catalisador de outras atividades, como intercâmbio de pessoas e realização de eventos.


Lafer, Krieger e Brito Cruz responderam a diversas perguntas dos dirigentes de agências da Europa sobre peculiaridades do sistema de ciência em São Paulo e no Brasil.


A maior parte das agências presentes ao encontro já tem convênios com a Fundação, o que também permitiu que fosse feita uma avaliação do que foi realizado até agora e uma prospecção do que se pode fazer no futuro. Além de diversos conselhos britânicos, também compareceram representantes de agências da Itália, da Dinamarca, da Holanda e da Irlanda.



Painel da Fapesp Week London


A reunião foi uma atividade paralela à Fapesp Week London, que dedicou a sessão da manhã de ontem exatamente ao tema da colaboração científica internacional, em painel presidido pelo vice-presidente da instituição, Eduardo Krieger.


A primeira palestra foi de Kerry-Anne Hoad, do British Council, que ressaltou o fato de que 40% dos cientistas que atualmente trabalham no Reino Unido são de outras nacionalidades que não a britânica. Em sua opinião, esse dado é uma das causas do dinamismo da atividade científica no Reino Unido.


Martyn Poliakoff, vice-presidente da Royal Society, anfitriã do evento, enfatizou a importância cada vez maior da internacionalização para o progresso da ciência no mundo e disse que 35% da produção científica global é atualmente assinada por cientistas de mais de um país.


Peter Olesen, do Conselho Dinamarquês de Pesquisa Estratégica, que tem um convênio com a Fapesp na área de agricultura, descreveu o conceito de “pesquisa estratégica” - o eixo de sua agência, pelo qual as pesquisas são orientadas por problemas reais do mundo que compõem o interesse estratégico da Dinamarca, não pela divisão tradicional dos ramos da ciência.


Brito Cruz, diretor científico da Fapesp, que fechou o painel, fez uma exposição sobre os programas de cooperação internacional da Fundação e ressaltou a importância que eles têm na estratégia da instituição. “Quando cientistas de vários países interagem, eles têm mais e melhores ideias”, disse ele.

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