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Graça Foster apresenta PN 2012-2016 para empresários

A executiva reafirmou que a prioridade será garantir metas de produção.

Agência Petrobras
02/08/2012 17:03
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A presidente da Petrobras, Graça Foster, apresentou, na quarta-feira (1º/8), para uma platéia de empresários e executivos, o Plano de Negócios e Gestão da Companhia para o período 2012-2016, durante almoço-palestra no Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). Na ocasião ela reafirmou que a prioridade para os investimentos será a garantia do alcance das metas de produção de petróleo e gás, destacando a importância das refinarias em construção pela Petrobras e da Unidade de Fertilizantes III, em Três Lagoas (MS).
“Precisamos fazer uma gestão muito forte para atingirmos nossa meta de produção, pois sabemos que podem ocorrer variações nos dois sentidos, para mais ou para menos", afirmou Graça Foster. Segundo a presidente, o potencial de produção no pré-sal está se mostrando maior do que o inicialmente planejado.
Destacando, entre outros pontos, a disciplina de capital, Foster lembrou que a Petrobras receberá 24 sondas até 2016, sendo 14 delas ainda este ano. Sobre conteúdo local, afirmou não ser “um dogma” para a companhia. “Conteúdo Nacional é uma decisão gerencial que viabiliza ganhos operacionais”, declarou.
De acordo com Graça, a essência do plano é a mesma do anterior, e, por isso, todos os projetos foram mantidos. Ressaltou, ainda, que as novas refinarias são imprescindíveis para a Petrobras, reafirmando que os primeiros trens da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, deverão entrar em funcionamento em novembro de 2014, o Trem 1 do Complexo Petroquimico do Rio de Janeiro deverá começar a funcionar em abril de 2015, e os primeiros trens das refinarias Premiuns I e II, no Maranhão e Ceará, partirão, respectivamente em 2017 e 2018.
“Precisamos melhorar nossa capacidade de refino para não ficarmos tão expostos aos preços internacionais”, disse, declarando que a estatal tem uma história de aprendizado com a construção da Abreu e Lima, já que desde 1980 não construia uma refinaria.
A última refinaria construida pela Petrobras foi a Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). Segundo a presidente da Petrobras, há espaço para novas refinarias por conta da grande demanda por derivados no mercado nacional.
Lições Aprendidas
"Na Petrobras sempre seguimos o principio de que as lições devem servir para nos ensinar", frisou a executiva. "Com a Rnest (Refinaria Abreu e Lima) foi assim. A Renest nos ensinou muitíssimo. Lições aprendidas devem ser escritas, lidas e jamais esquecidas. Isso vale para todos os projetos do Sistema Petrobras", completou.
A presidente da Petrobras fez questão também de destacar a importância da nova planta de fertilizantes - Unidade de Fertilizantes III - em Três Lagoas (MS), que deverá entrar em operação em dezembro de 2014. "Há necessidade de substituição de importações de uréia (o país importa 66% do que consome) e amônia (cuja importação é de 70% da demanda). Temos um grande mercado no Brasil, mesmo considerando a entrada em operação da Unidade”, afirmou.

A presidente da Petrobras, Graça Foster, apresentou, na quarta-feira (1º), para uma platéia de empresários e executivos, o Plano de Negócios e Gestão da Companhia para o período 2012-2016, durante almoço-palestra no Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef). Na ocasião ela reafirmou que a prioridade para os investimentos será a garantia do alcance das metas de produção de petróleo e gás, destacando a importância das refinarias em construção pela Petrobras e da Unidade de Fertilizantes III, em Três Lagoas (MS).


“Precisamos fazer uma gestão muito forte para atingirmos nossa meta de produção, pois sabemos que podem ocorrer variações nos dois sentidos, para mais ou para menos", afirmou Graça Foster. Segundo a presidente, o potencial de produção no pré-sal está se mostrando maior do que o inicialmente planejado.


Destacando, entre outros pontos, a disciplina de capital, Foster lembrou que a Petrobras receberá 24 sondas até 2016, sendo 14 delas ainda este ano. Sobre conteúdo local, afirmou não ser “um dogma” para a companhia. “Conteúdo Nacional é uma decisão gerencial que viabiliza ganhos operacionais”, declarou.


De acordo com Graça, a essência do plano é a mesma do anterior, e, por isso, todos os projetos foram mantidos. Ressaltou, ainda, que as novas refinarias são imprescindíveis para a Petrobras, reafirmando que os primeiros trens da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, deverão entrar em funcionamento em novembro de 2014, o Trem 1 do Complexo Petroquimico do Rio de Janeiro deverá começar a funcionar em abril de 2015, e os primeiros trens das refinarias Premiuns I e II, no Maranhão e Ceará, partirão, respectivamente em 2017 e 2018.


“Precisamos melhorar nossa capacidade de refino para não ficarmos tão expostos aos preços internacionais”, disse, declarando que a estatal tem uma história de aprendizado com a construção da Abreu e Lima, já que desde 1980 não construia uma refinaria.


A última refinaria construida pela Petrobras foi a Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). Segundo a presidente da Petrobras, há espaço para novas refinarias por conta da grande demanda por derivados no mercado nacional.



Lições Aprendidas


"Na Petrobras sempre seguimos o principio de que as lições devem servir para nos ensinar", frisou a executiva. "Com a Rnest (Refinaria Abreu e Lima) foi assim. A Renest nos ensinou muitíssimo. Lições aprendidas devem ser escritas, lidas e jamais esquecidas. Isso vale para todos os projetos do Sistema Petrobras", completou.


A presidente da Petrobras fez questão também de destacar a importância da nova planta de fertilizantes - Unidade de Fertilizantes III - em Três Lagoas (MS), que deverá entrar em operação em dezembro de 2014. "Há necessidade de substituição de importações de uréia (o país importa 66% do que consome) e amônia (cuja importação é de 70% da demanda). Temos um grande mercado no Brasil, mesmo considerando a entrada em operação da Unidade”, afirmou.

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