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HTS Brasil visita o Porto de Rotterdam

Os representantes da empresa que pertence ao Ergos Group e é braço da israelense HTS, que é especialista em tecnologia para reconhecimento de dados e atuante em mais 40 países, conheceram as estruturas de acesso ao porto, e tecnologias para automatizaçã

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
11/07/2013 10:01
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O intercâmbio com os principais portos internacionais tem ajudado os representantes de terminais brasileiros a planejar mudanças pontuais nos portos nacionais. Neste sentido, Alex Mendes e Maxwell Rodrigues, respectivamente presidente e vice-presidente da HTS Brasil - empresa do Ergos Group e braço da israelense HTS, que é especialista em tecnologia para reconhecimento de dados e atuante em mais 40 países - acabam de retornar da Holanda, onde visitaram o porto de Rotterdam, considerado o maior porto marítimo da Europa.

Atualmente responsáveis pela automação nos gates dos principais terminais portuários do Brasil, incluindo Tecondi, Stothaven, Ultra e Rodrimar, em Santos; Libra Terminais, em Santos e Rio de Janeiro; e Super Terminais, em Manaus, os executivos aproveitaram para reconhecer tanto a estrutura interna quanto externa, incluindo acessibilidade e tecnologias para automatização aplicadas em Rotterdam.

Um dos pontos que mais chamou a atenção é que, comparado aos portos brasileiros, não existe muita quantidade de acessos ao porto holandês, mas sim o volume de inteligência aplicado nos terminais e na logística, é que faz toda a diferença. “Além disso, os processos são respeitados e fazem com que a admissão de uma carga seja muito mais ágil”, destaca Alex Mendes.

Rodrigues aponta que é possível sim ter essa mesma inteligência aplicada nos portos locais. “Tudo é uma questão de ter projetos bem elaborados e que os terminais estejam realmente interessados em investir em soluções de automação como um todo e não somente em comprar produtos para mostrar alguma aplicação”, diz, completando que a cultura brasileira está muito focada em preços e não em solução. “Existem produtos muito bem apresentados, mas que não funcionam em longo prazo. Na Europa podemos observar que as coisas funcionam e o foco é na solução de longo prazo e não apenas no preço”.

A partir da nova legislação (MP 595) muitos portos brasileiros já estão se planejando para uma mudança importante. Mendes e Rodrigues afirmam que dentro de cinco anos, no máximo, será possível perceber claramente os efeitos positivos da automação para todos que dependem dos serviços portuários.
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