Indicadores

Importação de produtos químicos cai 2,3% em outubro, aponta Abiquim

Totalizando US$ 4,2 bilhões.

Valor Online
21/11/2013 12:19
Visualizações: 474

 

As importações brasileiras de produtos químicos totalizaram US$ 4,2 bilhões em outubro, com queda de 2,3% na comparação anual, de acordo com números divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) nesta quinta-feira (21). As exportações, por sua vez, recuaram 3,8% na mesma base de comparação, para US$ 1,3 bilhão no mês passado. Conforme a entidade, frente a setembro, as compras externas de químicos mostraram expansão de 8% em outubro e as exportações cresceram 6,8%.
Com esse desempenho, no acumulado de janeiro a outubro, as importações de químicos somaram US$ 38,7 bilhões, com expansão de 9,2%, e as exportações foram de US$ 11,9 bilhões, com queda de 4,8% em relação ao mesmo período de 2012.
Segundo a Abiquim, o déficit na balança comercial da indústria brasileira de produtos químicos alcançou US$ 32 bilhões no acumulado de 12 meses até outubro. Em nota, a diretora de comércio exterior da Abiquim, Denise Naranjo, aponta que a “estabilização do déficit em produtos químicos nos últimos meses se deve particularmente aos efeitos da valorização do dólar frente ao real, o que tem promovido uma desaceleração das compras externas e proporcionado melhores condições para as exportações brasileiras”.
“No contexto da manutenção da valorização do dólar (cotado entre R$ 2,20 e R$ 2,30), recalibramos nossas projeções sobre o déficit em produtos químicos, que deverá se manter estabilizado em US$ 32,2 bilhões até o fim do ano”, afirmou Denise. Anteriormente, a entidade projetava déficit comercial histórico superior a US$ 33 bilhões.
Segundo a entidade, o segmento de resinas termoplásticas registrou o maior volume de exportação da indústria no acumulado de janeiro a outubro, com US$ 1,7 bilhão. Porém, na comparação com o mesmo período de 2012, esse valor mostra queda de 10,7%.
Os intermediários para fertilizantes, por sua vez, seguem como principal item da pauta de importação, com 17,9% do total da indústria. Nos primeiros dez meses do ano, as compras externas desses produtos somaram US$ 6,9 bilhões, com alta de 7,2%.

As importações brasileiras de produtos químicos totalizaram US$ 4,2 bilhões em outubro, com queda de 2,3% na comparação anual, de acordo com números divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) nesta quinta-feira (21). As exportações, por sua vez, recuaram 3,8% na mesma base de comparação, para US$ 1,3 bilhão no mês passado. Conforme a entidade, frente a setembro, as compras externas de químicos mostraram expansão de 8% em outubro e as exportações cresceram 6,8%.

Com esse desempenho, no acumulado de janeiro a outubro, as importações de químicos somaram US$ 38,7 bilhões, com expansão de 9,2%, e as exportações foram de US$ 11,9 bilhões, com queda de 4,8% em relação ao mesmo período de 2012.

Segundo a Abiquim, o déficit na balança comercial da indústria brasileira de produtos químicos alcançou US$ 32 bilhões no acumulado de 12 meses até outubro. Em nota, a diretora de comércio exterior da Abiquim, Denise Naranjo, aponta que a “estabilização do déficit em produtos químicos nos últimos meses se deve particularmente aos efeitos da valorização do dólar frente ao real, o que tem promovido uma desaceleração das compras externas e proporcionado melhores condições para as exportações brasileiras”.

“No contexto da manutenção da valorização do dólar (cotado entre R$ 2,20 e R$ 2,30), recalibramos nossas projeções sobre o déficit em produtos químicos, que deverá se manter estabilizado em US$ 32,2 bilhões até o fim do ano”, afirmou Denise. Anteriormente, a entidade projetava déficit comercial histórico superior a US$ 33 bilhões.

Segundo a entidade, o segmento de resinas termoplásticas registrou o maior volume de exportação da indústria no acumulado de janeiro a outubro, com US$ 1,7 bilhão. Porém, na comparação com o mesmo período de 2012, esse valor mostra queda de 10,7%.

Os intermediários para fertilizantes, por sua vez, seguem como principal item da pauta de importação, com 17,9% do total da indústria. Nos primeiros dez meses do ano, as compras externas desses produtos somaram US$ 6,9 bilhões, com alta de 7,2%.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Macaé Energy
Macaé Energy debate segurança energética e inovação no s...
16/03/26
Macaé Energy
Firjan: congresso técnico é um dos pontos altos do Macaé...
16/03/26
Combustíveis
Etanol mantém leve alta no indicador semanal, enquanto P...
16/03/26
Petrobras
O diesel está mais caro
16/03/26
Oferta Permanente
Oferta Permanente de Concessão (OPC): aprovada a indicaç...
16/03/26
Bacia de Campos
ANP fiscaliza plataforma na Bacia de Campos
14/03/26
Oferta Permanente
Inclusão de 15 novos blocos no edital da Oferta Permanen...
14/03/26
Rio de Janeiro
Prefeitura assina cessão do prédio do Automóvel Clube pa...
13/03/26
Resultado
Porto do Açu bate recorde histórico em movimentações
13/03/26
Meio Ambiente
Após COP30, IBP promove encontro para debater agenda cli...
13/03/26
QAV
Aprovada resolução que revisa as regras voltadas à quali...
13/03/26
Biocombustíveis
ANP participará de projeto de pesquisa sobre aumento de ...
13/03/26
Resultado
Petrobras recolheu R$ 277,6 bilhões de Tributos e Partic...
13/03/26
Internacional
Diesel S10 sobe 16,43% em 12 dias, mostra levantamento d...
13/03/26
Pré-Sal
Shell conclui assinatura de contratos de alienação que a...
12/03/26
Energia Elétrica
Geração distribuída atinge marco de 50 GW e se consolida...
12/03/26
FEPE
FEPE 2026: ação em movimento
11/03/26
Bacia de Santos
Lapa Sudoeste inicia produção, ampliando a capacidade no...
11/03/26
Pré-Sal
Primeiro óleo de Lapa Sudoeste consolida produção do pré...
11/03/26
Gás Natural
Gas Release pode atrair novos supridores e criar competi...
11/03/26
Resultado
PRIO registra receita de US$ 2,5 bilhões em 2025 com exp...
11/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23