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Evento

Jovens têm um papel importante na transição energética, diz Carla Diniz em entrevista exclusiva à TN Petróleo

29/11/2021 | 17h34
Jovens têm um papel importante na transição energética, diz Carla Diniz em entrevista exclusiva à TN Petróleo
Divulgação Divulgação

Carreira, diversidade e inclusão, empreendedorismo e transformação digital e sustentabilidade  são os pilares do  Young Summit Rio Oil & Gas, que começa amanhã, dia 30, e vai até 2 de dezembro. 
Como o tema “O Futuro se faz no presente - participe da construção do novo amanhã”, o evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo Gás, inédito e gratuito, vai promover mais de 20 horas de mesas redondas e debates para estudantes e profissionais que desejem conhecer mais sobre o mercado de óleo, gás e energia.
“O setor de óleo e gás segue relevante e necessário inclusive para gerar receita para financiar a transição energética. Fazer parte desse processo é muito atraente e desafiador.  Estar na indústria neste momento é focar na construção do futuro”, afirma a chair do evento, Carla Diniz (foto), diretora de Gente e Gestão na NTS - Nova Transportadora do Sudeste, nessa entrevista exclusiva à TN Petróleo.

O que levou à decisão de promover um Young Summit, que vem a ser uma evolução das ações já realizadas com jovens talentos na Rio Oil & Gas?
O Young Summit é um aquecimento para a Rio Oil & Gas 2022. Com abrangência nacional, nosso objetivo é aproximar jovens de executivos e profissionais experientes para reforçar o diálogo e promover um melhor entendimento do nosso setor.

Como você vê o cenário atual para os jovens talentos,  que estão decidindo sobre as carreiras e rumos a seguir? A pandemia provou uma regressão no mercado...e nas expectativas?
Investir em uma carreira na indústria do petróleo e gás é muito promissor. São  muitos os atrativos. O setor permite o desenvolvimento de carreiras e investe em uma formação sólida, visando o alcance do nível especialista, em formação de longo prazo. Também são muitos os investimentos em PD&I, o setor não está focado apenas em engenheiros, mas também em profissões ligadas a meio ambiente e sustentabilidade. Além disso, muitas das empresas do setor são multinacionais, o que pode levar a uma carreira internacional. A pandemia teve um impacto, mas agora com a vacinação e a recuperação de preços e produção o cenário volta à normalidade. O que temos é um horizonte promissor com a diversificação de investimentos das companhias de óleo e gás.

Ainda sob o impacto da COP26, é importante perguntarmos: a indústria de óleo e gás continua atraente para esses jovens?
Sim. A indústria de óleo e gás continua atraente por uma série de motivos. O principal é que o setor está mudando e já discute ou empreende outras atividades no abastecimento de energia, tais como hidrogênio verde e energias renováveis, bem como tecnologias para reduzir emissões. O setor de óleo e gás segue relevante e necessário inclusive para gerar receita para financiar a transição energética. Fazer parte desse processo é muito atraente e desafiador.  Estar na indústria neste momento é focar na construção do futuro. 

Como mudar os aspectos negativos que ainda afastam os jovens desse setor?
O Young Summit visa justamente aproximar os jovens do setor e considerar não aspectos negativos, mas desafios e atrativos. Percebemos que a indústria tem de  dialogar mais com os jovens, um dos motivos que motivaram a organização do Young Summit. Precisamos nos aproximar dos jovens profissionais e mesclar sua formação com a experiência de quem já está no setor. Essa é uma jornada que está em curso e estamos avançando.

Quais os principais pontos desse evento que você acredita que vão contribuir para atrairmos novos talentos parra essa indústria?
O evento acontecerá de forma híbrida, online e presencial. Alguns painéis foram gravados previamente com jovens entrevistando representantes da indústria. Outras sessões serão ao vivo, em formato parecido, permitindo ao jovem participar ativamente do evento. Um  dos pontos de atração dos jovens que estará em pauta no evento é mostrar que o setor não trabalha apenas com engenheiros. Há espaço para muitas outras profissões, como advogados, para cuidar de regulação, profissões ligadas ao meio ambiente e à pesquisa e inovação.

O maior e necessário engajamento da indústria de óleo e gás com a transição energética pode contribuir ou estimular a participação dos jovens?
A transição energética já é uma realidade nas empresas de óleo e gás, muitas empresas investem no processo de descarbonização e novas fontes energéticas. O principal atrativo para os jovens é que fazer parte desse momento é muito relevante e estimulante

Fonte: Redação TN Petróleo/Assessoria
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