Política

Lobão nega campanha para reduzir consumo de energia

E afirma somente combater o desperdício.

Agência Brasil
13/05/2014 14:15
Visualizações: 834

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, negou ontem (12) que o governo pretenda fazer qualquer campanha para incentivar a redução do consumo de energia. “Nós combatemos o desperdício. Existe muito desperdício no país. Mas nós não queremos propor que as pessoas parem de consumir o que precisam”, disse após palestra na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Lobão voltou a descartar qualquer risco de racionamento de energia elétrica no país. “Não trabalhamos com nenhuma possibilidade de racionamento”. Segundo ele, nem a estiagem na Região Sudeste ameaça o sistema elétrico brasileiro. “Tivemos um pique de demanda recentemente. Todavia, o sistema reagiu positivamente. Não temos nenhuma preocupação com a demanda, mesmo que persista a falta de chuva”, acrescentou.
A seca dos últimos meses no Centro-Sul é prova, na avaliação do ministro, da solidez do sistema. “No Sudeste, região onde se concentra a maioria dos reservatórios das grandes hidrelétricas, a falta de chuva chegou a comprometer o abastecimento de água das grandes cidades, como São Paulo. Nem por isso o sistema se abalou”.
De acordo com o ministro, o país tem segurança energética por causa dos investimentos feitos no setor nos últimos anos. “Temos segurança de que não haverá problemas no setor elétrico porque estamos investindo maciçamente nele”, declarou. Segundo Lobão, R$ 60 bilhões serão destinados a geração e transmissão apenas neste ano: “Teremos nos próximos anos energia em quantidade e qualidade para o Brasil crescer e se desenvolver sem sobressaltos”.
A garantia do fornecimento vem, de acordo com Lobão, não só da ampliação da oferta, mas também da diversificação das fontes e interligação do sistema de transmissão. “Se faltar energia no Sudeste, podemos trazer energia do Norte ou de outra região”, exemplificou.
O secretário executivo do ministério, Márcio Zimmermann, destacou que o consumidor não deverá ser afetado por uma alta súbita no preço da conta de luz, mesmo que seja necessário colocar em funcionamento mais usinas térmicas. De acordo com ele, o fato de as termelétricas funcionarem em momentos de estiagem estabiliza os preços em relação a outros países que dependem exclusivamente dos combustíveis fósseis para a geração de energia.
“Na maioria dos países, você está falando em geração térmica direta, com combustível em preços internacionais. No Brasil, temos esse benefício de ter [usinas] térmicas que não operam quando há muita água. O que temos é um sistema otimizado, e os preços já estão considerados na característica do nosso sistema”, explicou Zimmermann.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, negou ontem (12) que o governo pretenda fazer qualquer campanha para incentivar a redução do consumo de energia. “Nós combatemos o desperdício. Existe muito desperdício no país. Mas nós não queremos propor que as pessoas parem de consumir o que precisam”, disse após palestra na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Lobão voltou a descartar qualquer risco de racionamento de energia elétrica no país. “Não trabalhamos com nenhuma possibilidade de racionamento”. Segundo ele, nem a estiagem na Região Sudeste ameaça o sistema elétrico brasileiro. “Tivemos um pique de demanda recentemente. Todavia, o sistema reagiu positivamente. Não temos nenhuma preocupação com a demanda, mesmo que persista a falta de chuva”, acrescentou.

A seca dos últimos meses no Centro-Sul é prova, na avaliação do ministro, da solidez do sistema. “No Sudeste, região onde se concentra a maioria dos reservatórios das grandes hidrelétricas, a falta de chuva chegou a comprometer o abastecimento de água das grandes cidades, como São Paulo. Nem por isso o sistema se abalou”.

De acordo com o ministro, o país tem segurança energética por causa dos investimentos feitos no setor nos últimos anos. “Temos segurança de que não haverá problemas no setor elétrico porque estamos investindo maciçamente nele”, declarou. Segundo Lobão, R$ 60 bilhões serão destinados a geração e transmissão apenas neste ano: “Teremos nos próximos anos energia em quantidade e qualidade para o Brasil crescer e se desenvolver sem sobressaltos”.

A garantia do fornecimento vem, de acordo com Lobão, não só da ampliação da oferta, mas também da diversificação das fontes e interligação do sistema de transmissão. “Se faltar energia no Sudeste, podemos trazer energia do Norte ou de outra região”, exemplificou.

O secretário executivo do ministério, Márcio Zimmermann, destacou que o consumidor não deverá ser afetado por uma alta súbita no preço da conta de luz, mesmo que seja necessário colocar em funcionamento mais usinas térmicas. De acordo com ele, o fato de as termelétricas funcionarem em momentos de estiagem estabiliza os preços em relação a outros países que dependem exclusivamente dos combustíveis fósseis para a geração de energia.

“Na maioria dos países, você está falando em geração térmica direta, com combustível em preços internacionais. No Brasil, temos esse benefício de ter [usinas] térmicas que não operam quando há muita água. O que temos é um sistema otimizado, e os preços já estão considerados na característica do nosso sistema”, explicou Zimmermann.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
ROG.e 2026
Petrobras e Petronect levam nova solução para compras de...
30/09/26
Premiação
Mirante Tecnologia vence prêmio da Petrobras de melhor f...
30/09/26
ROG.e 2026
Empresa Piracicaba apresentou lançamentos em um dos prin...
30/09/26
Combustíveis
Diesel S-10 acumula alta de 15,1% em 12 meses, aponta Mo...
30/09/26
Segurança + IA
CTO da Oakmont é um dos representantes brasileiros no en...
29/09/26
Gás Natural
ANP realiza 2° Workshop para debater Gas Release
29/09/26
Sustentabilidade
Prêmio Firjan de Sustentabilidade: conheça as empresas e...
29/09/26
Etanol de milho
Produtores de etanol de cana investem em usinas híbridas...
29/09/26
ANP
Royalties: valores referentes à produção de julho foram ...
29/09/26
ROG.e 2026
Vencedor do RSE Award e destaque na ROG.e, o Programa de...
28/09/26
ROG.e 2026
Oil States destaca integração entre engenharia, fabricaç...
25/09/26
ROG.e 2026
Empresários do Norte Fluminense prospectam negócios na R...
25/09/26
ROG.e 2026
ANP participou de mais de 40 palestras em evento que reú...
25/09/26
ROG.e 2026
TBG debate integração do mercado de gás natural no Cone ...
25/09/26
ROG.e 2026
Sucesso! ROG.e 2026 fecha com 83 mil visitantes e injeçã...
25/09/26
ROG.e 2026
Expansão das fontes renováveis e mudanças no mercado abr...
25/09/26
ROG.e 2026
Presidente da Petrobras defende exploração ativa e prevê...
25/09/26
ROG.e 2026
Inovação tecnológica e dedicação à indústria marcam prem...
25/09/26
Petroquímica
Referência mundial em sustentabilidade, I’m green™ bio-b...
25/09/26
ROG.e 2026
Escassez de engenheiros preocupa setores estratégicos e ...
25/09/26
ROG.e 2026
Constellation é reconhecida pela Petrobras como a melhor...
25/09/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25