Política

Lobão nega campanha para reduzir consumo de energia

E afirma somente combater o desperdício.

Agência Brasil
13/05/2014 14:15
Visualizações: 785

 

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, negou ontem (12) que o governo pretenda fazer qualquer campanha para incentivar a redução do consumo de energia. “Nós combatemos o desperdício. Existe muito desperdício no país. Mas nós não queremos propor que as pessoas parem de consumir o que precisam”, disse após palestra na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Lobão voltou a descartar qualquer risco de racionamento de energia elétrica no país. “Não trabalhamos com nenhuma possibilidade de racionamento”. Segundo ele, nem a estiagem na Região Sudeste ameaça o sistema elétrico brasileiro. “Tivemos um pique de demanda recentemente. Todavia, o sistema reagiu positivamente. Não temos nenhuma preocupação com a demanda, mesmo que persista a falta de chuva”, acrescentou.
A seca dos últimos meses no Centro-Sul é prova, na avaliação do ministro, da solidez do sistema. “No Sudeste, região onde se concentra a maioria dos reservatórios das grandes hidrelétricas, a falta de chuva chegou a comprometer o abastecimento de água das grandes cidades, como São Paulo. Nem por isso o sistema se abalou”.
De acordo com o ministro, o país tem segurança energética por causa dos investimentos feitos no setor nos últimos anos. “Temos segurança de que não haverá problemas no setor elétrico porque estamos investindo maciçamente nele”, declarou. Segundo Lobão, R$ 60 bilhões serão destinados a geração e transmissão apenas neste ano: “Teremos nos próximos anos energia em quantidade e qualidade para o Brasil crescer e se desenvolver sem sobressaltos”.
A garantia do fornecimento vem, de acordo com Lobão, não só da ampliação da oferta, mas também da diversificação das fontes e interligação do sistema de transmissão. “Se faltar energia no Sudeste, podemos trazer energia do Norte ou de outra região”, exemplificou.
O secretário executivo do ministério, Márcio Zimmermann, destacou que o consumidor não deverá ser afetado por uma alta súbita no preço da conta de luz, mesmo que seja necessário colocar em funcionamento mais usinas térmicas. De acordo com ele, o fato de as termelétricas funcionarem em momentos de estiagem estabiliza os preços em relação a outros países que dependem exclusivamente dos combustíveis fósseis para a geração de energia.
“Na maioria dos países, você está falando em geração térmica direta, com combustível em preços internacionais. No Brasil, temos esse benefício de ter [usinas] térmicas que não operam quando há muita água. O que temos é um sistema otimizado, e os preços já estão considerados na característica do nosso sistema”, explicou Zimmermann.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, negou ontem (12) que o governo pretenda fazer qualquer campanha para incentivar a redução do consumo de energia. “Nós combatemos o desperdício. Existe muito desperdício no país. Mas nós não queremos propor que as pessoas parem de consumir o que precisam”, disse após palestra na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Lobão voltou a descartar qualquer risco de racionamento de energia elétrica no país. “Não trabalhamos com nenhuma possibilidade de racionamento”. Segundo ele, nem a estiagem na Região Sudeste ameaça o sistema elétrico brasileiro. “Tivemos um pique de demanda recentemente. Todavia, o sistema reagiu positivamente. Não temos nenhuma preocupação com a demanda, mesmo que persista a falta de chuva”, acrescentou.

A seca dos últimos meses no Centro-Sul é prova, na avaliação do ministro, da solidez do sistema. “No Sudeste, região onde se concentra a maioria dos reservatórios das grandes hidrelétricas, a falta de chuva chegou a comprometer o abastecimento de água das grandes cidades, como São Paulo. Nem por isso o sistema se abalou”.

De acordo com o ministro, o país tem segurança energética por causa dos investimentos feitos no setor nos últimos anos. “Temos segurança de que não haverá problemas no setor elétrico porque estamos investindo maciçamente nele”, declarou. Segundo Lobão, R$ 60 bilhões serão destinados a geração e transmissão apenas neste ano: “Teremos nos próximos anos energia em quantidade e qualidade para o Brasil crescer e se desenvolver sem sobressaltos”.

A garantia do fornecimento vem, de acordo com Lobão, não só da ampliação da oferta, mas também da diversificação das fontes e interligação do sistema de transmissão. “Se faltar energia no Sudeste, podemos trazer energia do Norte ou de outra região”, exemplificou.

O secretário executivo do ministério, Márcio Zimmermann, destacou que o consumidor não deverá ser afetado por uma alta súbita no preço da conta de luz, mesmo que seja necessário colocar em funcionamento mais usinas térmicas. De acordo com ele, o fato de as termelétricas funcionarem em momentos de estiagem estabiliza os preços em relação a outros países que dependem exclusivamente dos combustíveis fósseis para a geração de energia.

“Na maioria dos países, você está falando em geração térmica direta, com combustível em preços internacionais. No Brasil, temos esse benefício de ter [usinas] térmicas que não operam quando há muita água. O que temos é um sistema otimizado, e os preços já estão considerados na característica do nosso sistema”, explicou Zimmermann.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
Necta destaca biometano como alternativa ao diesel duran...
14/08/26
Fenasucro
Binatural defende ampliação do uso de biodiesel em setor...
14/08/26
Petrobras
Ao completar 20 anos, ativo de Tupi alcança produção acu...
14/08/26
Fenasucro
Do biobunker ao biometano, bioenergia avança sobre novos...
14/08/26
ANP
Participação Especial: valores referentes à produção do ...
14/08/26
Evento
IBP discute os impactos da tecnologia e inovação no futu...
14/08/26
Premiação
Tereos é destaque no prêmio MasterCana com projetos de i...
14/08/26
Firjan
BR Offshore apresenta na Firjan Norte Fluminense projeto...
14/08/26
Evento
UDOP participa de mesa redonda no Conexão Cana 2026
13/08/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Equilíbrio entre oferta e demanda estabili...
13/08/26
Descomissionamento
Descomissionamento: ANP realiza audiência pública sobre ...
13/08/26
Geração de Energia
Campo Grande recebe quatro dias de debates sobre bioener...
12/08/26
Biometano
Com salto de 75% na produção, setor de biometano lança d...
12/08/26
Agronegócio
Firjan comemora aprovação do Programa de Desenvolvimento...
12/08/26
Internacional
KPMG: consumo de combustível fóssil cai, apesar da parti...
12/08/26
Fenasucro
Abertura da Fenasucro & Agrocana destaca liderança do Br...
12/08/26
Terminais
Ultracargo finaliza investimentos em melhorias no termin...
11/08/26
Evento
IBP e BIP reúnem líderes para discutir a tecnologia no f...
11/08/26
Evento
Gestão de Ativos ganha protagonismo na estratégia empres...
11/08/26
Fenasucro
CEO da ORPLANA modera debate sobre cana e milho na Fenas...
11/08/26
Macaé
Foresea participa do WSOP 2026 e reforça que segurança é...
11/08/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.