Negócios

Metalúrgicas de SC investem R$ 300 milhões

<P>As ampliações em SC serão proporcionais à produção do Estado que é o terceiro maior produtor nacional e responde por 24% do total de fundidos feitos no país, de acordo com o diretor da Associação Brasileira de Fundição (Abifa) para a Região Sul, Mário Krüger.<BR><BR>Alguns dos inve...

Diário Catarinense/Liziane Rodrigues
07/08/2006 21:00
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As ampliações em SC serão proporcionais à produção do Estado que é o terceiro maior produtor nacional e responde por 24% do total de fundidos feitos no país, de acordo com o diretor da Associação Brasileira de Fundição (Abifa) para a Região Sul, Mário Krüger.

Alguns dos investimentos estão em andamento. A Schulz, fabricante de compressores autopeças de Joinville anunciou que investirá US$ 26,5 milhões em 12 meses. Vai aumentar de 3,3 mil toneladas para 5,6 mil toneladas a capacidade.

As instalações, uma área de 10 mil metros quadrados, ficarão prontas no segundo semestre de 2007. Há ainda ampliação na fundição da Weg, de Jaraguá do Sul, que produz para consumo próprio. Outras fundições consideradas cativas (que produzem para consumo próprio) farão o mesmo.

- A expectativa é de que os investimentos criem de 12 mil a 15 mil postos de trabalho no setor - calcula o presidente da Abifa, Luiz Carlos Koch.

É com esta expectativa que empresários do segmento abrem hoje, em Joinville, a Metalurgia - Feira e Congresso Internacional de Tecnologia para Fundição, Siderurgia, Forjaria, Alumínio e Serviços.

Feira reúne 300 expositores no Norte

O evento reunirá até sexta-feira 300 expositores. Entre eles está a Tupy, maior fundição da América Latina em produção e a maior do mundo em área.

A empresa, com sede em Joinville e filial em Mauá (SP), consolidou investimentos na planta paulista para ampliar a produção de peças destinas às montadoras. E é para acompanhar o crescimento previsto da indústria automobilística, que consome 55% dos fundidos do país, que a maior parte das indústrias brasileiras se prepara para crescer.

Os contratos de exportação levam em média dois anos para serem executados a partir da cotação. Como o momento atual não está mais favorável às vendas externas, é possível que nos próximos dois anos não haja um crescimento expressivo.

Fonte: Diário Catarinense(Liziane Rodrigues)

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