Petróleo e Gás

P-55 deixa Rio Grande rumo à Bacia de Campos

Unidade integra o Módulo 3 do Campo de Roncador.

Agência Petrobras
07/10/2013 09:50
P-55 deixa Rio Grande rumo à Bacia de Campos Imagem: P-55 saindo do Estaleiro Rio Grande 1. Agência Petrobras Visualizações: 1046

 

A plataforma P-55 saiu no domingo (6) do Estaleiro Rio Grande 1 (ERG-1), localizado na cidade de Rio Grande (RS), após serem concluídos os serviços de integração dos módulos e comissionamento da plataforma, conclusão dos testes e inspeções para obtenção das certificações necessárias. Projeto integrante do Módulo 3 do Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos, a plataforma ficará ancorada a uma profundidade de cerca de 1.800 metros e será ligada a 17 poços, sendo 11 produtores e seis injetores de água. A exportação de petróleo e gás natural da plataforma será realizada por dutos submarinos acoplados à unidade.
Com capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e tratar 4 milhões de metros cúbicos de gás por dia, a P-55 entrará em operação ainda em 2013 e é uma das maiores semissubmersíveis do mundo e a maior construída no Brasil.
A semissubmersível está entre as nove novas unidades que serão instaladas nos campos de petróleo ainda este ano, contribuindo para o aumento da produção de petróleo e o alcance da meta de produção de 2,75 milhões de barris por dia, prevista para 2017.
A obra gerou cerca de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos e alcançou o índice de 79% de conteúdo nacional, proporcionado principalmente pelo fato de a construção e a integração terem sido feitas totalmente no Brasil. A edificação da plataforma foi realizada em duas partes construídas de forma simultânea, casco e topside, e posteriormente unidas.
O casco da unidade teve as atividades executadas no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, de onde seguiu para o ERG-1, em Rio Grande (RS), para continuidade dos serviços. No ERG-1, foram feitas as instalações do convés e dos módulos, bem como a integração dos sistemas da plataforma. A construção dos módulos de Remoção de Sulfato e Compressão de Gás também foi feita no local; já os módulos de Remoção de CO2, Compressão Booster e TEG foram construídos em Niterói (RJ) e, quando concluídos, transportados até Rio Grande.
A operação que acoplou as duas grandes partes da plataforma (convés e casco), chamada de DeckMating, é considerada o marco mais desafiador da construção da unidade e uma das maiores já executadas no mundo, em função do peso da estrutura (17 mil toneladas) e a altura a que foi levantada (47,2 metros). A manobra foi realizada dentro do dique-seco do ERG-1, em junho de 2012.
O tempo de reboque da P-55 até a Bacia de Campos será de aproximadamente 12 dias, quando iniciarão os procedimentos para ancoragem da unidade e interligação aos 17 poços.
Dados da P-55
Processamento de petróleo: 180 mil barris/dia
Tratamento de gás: 4 milhões m³/dia
Conteúdo Local: 79%
Tratamento de água de injeção: 48 mil m/dia
Geração elétrica: 100 MW
Profundidade de água: 1.800 m
Número de linhas de ancoragem: 16
Número de risers: 42
Tripulação: 100 pessoas
Peso total da plataforma: 52 mil toneladas
Aérea total: aproximadamente 10 mil metros quadrados
Altura total: 130 metros
Geração de empregos: 5 mil diretos e 15 mil indireto.

A plataforma P-55 saiu no domingo (6) do Estaleiro Rio Grande 1 (ERG-1), localizado na cidade de Rio Grande (RS), após serem concluídos os serviços de integração dos módulos e comissionamento da plataforma, conclusão dos testes e inspeções para obtenção das certificações necessárias. Projeto integrante do Módulo 3 do Campo de Roncador, localizado na Bacia de Campos, a plataforma ficará ancorada a uma profundidade de cerca de 1.800 metros e será ligada a 17 poços, sendo 11 produtores e seis injetores de água. A exportação de petróleo e gás natural da plataforma será realizada por dutos submarinos acoplados à unidade.

Com capacidade para produzir 180 mil barris de petróleo e tratar 4 milhões de metros cúbicos de gás por dia, a P-55 entrará em operação ainda em 2013 e é uma das maiores semissubmersíveis do mundo e a maior construída no Brasil.

A semissubmersível está entre as nove novas unidades que serão instaladas nos campos de petróleo ainda este ano, contribuindo para o aumento da produção de petróleo e o alcance da meta de produção de 2,75 milhões de barris por dia, prevista para 2017.

A obra gerou cerca de 5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos e alcançou o índice de 79% de conteúdo nacional, proporcionado principalmente pelo fato de a construção e a integração terem sido feitas totalmente no Brasil. A edificação da plataforma foi realizada em duas partes construídas de forma simultânea, casco e topside, e posteriormente unidas.

O casco da unidade teve as atividades executadas no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, de onde seguiu para o ERG-1, em Rio Grande (RS), para continuidade dos serviços. No ERG-1, foram feitas as instalações do convés e dos módulos, bem como a integração dos sistemas da plataforma. A construção dos módulos de Remoção de Sulfato e Compressão de Gás também foi feita no local; já os módulos de Remoção de CO2, Compressão Booster e TEG foram construídos em Niterói (RJ) e, quando concluídos, transportados até Rio Grande.

A operação que acoplou as duas grandes partes da plataforma (convés e casco), chamada de DeckMating, é considerada o marco mais desafiador da construção da unidade e uma das maiores já executadas no mundo, em função do peso da estrutura (17 mil toneladas) e a altura a que foi levantada (47,2 metros). A manobra foi realizada dentro do dique-seco do ERG-1, em junho de 2012.

O tempo de reboque da P-55 até a Bacia de Campos será de aproximadamente 12 dias, quando iniciarão os procedimentos para ancoragem da unidade e interligação aos 17 poços.


Dados da P-55

Processamento de petróleo: 180 mil barris/dia
Tratamento de gás: 4 milhões m³/dia
Conteúdo Local: 79%
Tratamento de água de injeção: 48 mil m/dia
Geração elétrica: 100 MW
Profundidade de água: 1.800 m
Número de linhas de ancoragem: 16
Número de risers: 42
Tripulação: 100 pessoas
Peso total da plataforma: 52 mil toneladas
Aérea total: aproximadamente 10 mil metros quadrados
Altura total: 130 metros
Geração de empregos: 5 mil diretos e 15 mil indireto.

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