Etanol
Jornal do Commercio
O Brasil não entrou como membro da nova associação que reúne produtores de etanol dos Estados Unidos, Canadá e União Europeia, a Aliança Global dos Combustíveis Renováveis, porque o grupo não tem como objetivo a criação de um mercado livre de etanol.
A afirmação é do presidente da União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank. Segundo ele, o grupo pretende incentivar o etanol como um substituto ao petróleo, mas não quer negociar um mercado de etanol global sem tarifas protecionistas nem subsídios.
“Estamos sempre participando das discussões sobre o mercado de etanol em conjunto com as associações que anunciaram a aliança e fomos convidados para participar. Mas nós defendemos o livre mercado e enquanto não tratarem desse assunto com a importância que ele merece ficaremos de fora da aliança”, disse.
Jank ressalta que da forma como a aliança está lidando com a questão do etanol, existe um forte risco de se elevar a proteção do mercado doméstico em detrimento das importações. A criação da Aliança Global dos Combustíveis Renováveis foi anunciada ontem em Washington e é composta pela Associação dos Combustíveis Renováveis dos Estados Unidos, Associação dos Combustíveis Renováveis do Canadá e Associação Europeia do Combustível Bioetanol.
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