Negócios

Para armadores que utilizam a ponte sobre o Rio Paraguai prejuízos continuam

<P>Eles alegam que além desses danos, o problema ainda faz acrescentar pelo menos mais dois dias de viagem às embarcações que demandam da região de Corumbá.<BR><BR>As empresas estimam prejuízo anual de aproximadamente US$ 1,7 milhão (cerca de R$ 3,6 milhões), que acabam se refletindo na tar...

Correio do Estado - Campo Grande(MS)
14/08/2006 21:00
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Eles alegam que além desses danos, o problema ainda faz acrescentar pelo menos mais dois dias de viagem às embarcações que demandam da região de Corumbá.

As empresas estimam prejuízo anual de aproximadamente US$ 1,7 milhão (cerca de R$ 3,6 milhões), que acabam se refletindo na tarifa praticada e podem implicar em perda de competitividade dos produtos exportados.

A Agesul informou que as obras, iniciadas em 2004, foram suspensas depois de seis meses, por falta de recursos. O investimento é de R$ 2,2 milhões. De acordo com a agência, a verba está disponível, mas a retomada dos reparos só deve começar depois que o nível do rio baixar.

Uma reunião prevista para a tarde de hoje, na sede da Administração da Hidrovia do Paraguai (Ahipar), em Corumbá, envolvendo representantes do Governo do Estado; Ministério Público Federal (MPF) e armadores, vai discutir o cronograma das obras.

A ponte foi inaugurada em 10 de maio de 2001, pelo então presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. O custo total foi de R$ 23 milhões, com 80% financiados pelo Fonplata. Ela possui 1.890 metros de extensão, com vão central de 125 metros, para permitir a navegação. O ponto mais alto tem 30 metros.

Fonte: Correio do Estado - Campo Grande(MS)

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