Preço

Petrobras diz que não ainda não há decisão sobre reajuste

A última vez que houve reajuste da gasolina e diesel foi em novembro do ano passado.

Valor Econômico
05/11/2014 10:06
Visualizações: 1041

 

A Petrobras informou ontem à noite em comunicado ao mercado que, “até o momento, não há decisão quanto a reajuste no preço da gasolina e do diesel”. O comunicado foi uma resposta a ofício enviado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela BM&FBovespa que questionava informações veiculadas na imprensa sobre um possível reajuste de preços.
“Em relação ao reajuste de preços, a companhia reitera o que foi divulgado em comunicado ao mercado no dia 29/10/2014, que este assunto é discutido frequentemente pela sua diretoria executiva e pelo seu conselho de administração, mas, até o momento, não há decisão quanto a reajuste no preço da gasolina e do diesel”, diz o comunicado da companhia.
O documento também ressalta que o andamento das providências internas tomadas e outras possíveis medidas a serem tomadas pela Petrobras referentes à “Operação Lava-Jato” é assunto de discussão pela diretoria executiva e pelo conselho de administração.
No fim da tarde de ontem, ao deixar a reunião do conselho de administração da companhia, a presidente da Petrobras, Graça Foster, questionada sobre a possibilidade de aumento dos preços dos combustíveis, disse que “aumento de combustíveis não se anuncia, pratica-se”. “Não tem anúncio de aumento de combustíveis. A gente pratica o aumento”, reforçou. A última vez que houve reajuste da gasolina e diesel foi em novembro do ano passado. Na ocasião, a gasolina teve um aumento de 4% e o diesel, de 8%. A reunião do Conselho de Administração da Petrobras teve início na última sexta-feira e foi retomada ontem em Brasília.
Na sexta-feira, a reunião foi interrompida após auditores da PwC se recusarem a aprovar o balanço do terceiro trimestre da Petrobras com a permanência de Sérgio Machado no comando da Transpetro, que é uma subsidiária da estatal. O nome de Machado foi citado no depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa ao Ministério Público, no âmbito da operação Lava-Jato. Machado pediu seu afastamento do cargo.
A Petrobras teria recebido o aval do ministro da Fazenda, Guido Mantega, presidente do conselho de administração da empresa, para reajustar os combustíveis, informou fonte próxima à alta administração da empresa à “Folhapress”. Em reunião com os conselheiros, ao longo do dia, Mantega pediu à empresa, no entanto, que o valor não fosse divulgado ontem, informou a agência.
A previsão é que o reajuste seja de 5%. O número não foi fechado na reunião. Formalmente, a decisão final sobre o percentual de aumento será tomada pela diretoria da estatal, segundo as fontes.

A Petrobras informou ontem à noite em comunicado ao mercado que, “até o momento, não há decisão quanto a reajuste no preço da gasolina e do diesel”.

O comunicado foi uma resposta a ofício enviado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela BM&FBovespa que questionava informações veiculadas na imprensa sobre um possível reajuste de preços.

“Em relação ao reajuste de preços, a companhia reitera o que foi divulgado em comunicado ao mercado no dia 29/10/2014, que este assunto é discutido frequentemente pela sua diretoria executiva e pelo seu conselho de administração, mas, até o momento, não há decisão quanto a reajuste no preço da gasolina e do diesel”, diz o comunicado da companhia.

O documento também ressalta que o andamento das providências internas tomadas e outras possíveis medidas a serem tomadas pela Petrobras referentes à “Operação Lava-Jato” é assunto de discussão pela diretoria executiva e pelo conselho de administração.

No fim da tarde de ontem, ao deixar a reunião do conselho de administração da companhia, a presidente da Petrobras, Graça Foster, questionada sobre a possibilidade de aumento dos preços dos combustíveis, disse que “aumento de combustíveis não se anuncia, pratica-se”. “Não tem anúncio de aumento de combustíveis. A gente pratica o aumento”, reforçou.

A última vez que houve reajuste da gasolina e diesel foi em novembro do ano passado.

Na ocasião, a gasolina teve um aumento de 4% e o diesel, de 8%.

A reunião do Conselho de Administração da Petrobras teve início na última sexta-feira e foi retomada ontem em Brasília.

Na sexta-feira, a reunião foi interrompida após auditores da PwC se recusarem a aprovar o balanço do terceiro trimestre da Petrobras com a permanência de Sérgio Machado no comando da Transpetro, que é uma subsidiária da estatal.

O nome de Machado foi citado no depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa ao Ministério Público, no âmbito da operação Lava-Jato. Machado pediu seu afastamento do cargo.

A Petrobras teria recebido o aval do ministro da Fazenda, Guido Mantega, presidente do conselho de administração da empresa, para reajustar os combustíveis, informou fonte próxima à alta administração da empresa à “Folhapress”.

Em reunião com os conselheiros, ao longo do dia, Mantega pediu à empresa, no entanto, que o valor não fosse divulgado ontem, informou a agência.

A previsão é que o reajuste seja de 5%. O número não foi fechado na reunião. Formalmente, a decisão final sobre o percentual de aumento será tomada pela diretoria da estatal, segundo as fontes.

 

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