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Petrobras realiza pagamento da 1ª parcela dos dividendos aprovados no 2T22

Agência Petrobras de Notícias
31/08/2022 08:07
Petrobras realiza pagamento da 1ª parcela dos dividendos aprovados no 2T22 Imagem: TN Petróleo Visualizações: 1839

Remuneração aos acionistas reforça compromisso com a distribuição de resultados e a sustentabilidade financeira da companhia 

A Petrobras realiza hoje (31/8) o pagamento da 1ª parcela da remuneração aos acionistas referente ao segundo trimestre de 2022 e aprovada por seu Conselho de Administração, conforme divulgado em 28/07/2022. 

O valor distribuído hoje corresponde a R$ 3,37 por ação ordinária e preferencial em circulação, sendo R$ 2,94 por ação sob forma de dividendos e R$ 0,43 por ação como juros sobre capital próprio. Da remuneração total aos acionistas, 36,6% serão destinados para a União*, que detém a maior parte das ações ordinárias da companhia.

Ao longo do ano de 2022, a Petrobras pagou R$ 10,05 por ação ordinária e preferencial em remuneração aos seus acionistas, incluindo a parcela complementar dos dividendos referentes ao exercício de 2021 paga em maio; as duas parcelas dos dividendos declarados no 1T22 cujas parcelas foram pagas em junho e julho; além da primeira parcela do 2T22 paga hoje. 

A maior parte da remuneração aos acionistas paga pela Petrobras deve retornar à União e à sociedade brasileira, incluindo os mais de 700 mil acionistas brasileiros. 

Dividendos não concorrem com investimentos

O retorno ao pagamento de dividendos pela Petrobras - após anos sem pagar qualquer remuneração à União e aos demais acionistas - tem sido acompanhado pelo aumento dos investimentos de forma responsável e compatível com a sustentabilidade financeira da companhia. 

Atualmente todos os investimentos previstos e aprovados no Plano Estratégico 2022-26 estão sendo realizados, não havendo qualquer represamento de projetos por restrição orçamentária.

É importante lembrar que o pagamento de dividendos só é definido após a gestão garantir recursos para as operações e os investimentos planejados para o período. Além disso, também é necessário cumprir com os pagamentos do serviço da dívida (juros e amortização), mantendo-a em equilíbrio com sua geração de caixa. Hoje, a Petrobras cumpre todos esses requisitos. 

Política de remuneração aos acionistas 

O montante destinado pela Petrobras para pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio segue rigorosamente a legislação e a Política de Remuneração aos Acionistas da Petrobras, que prevê pagamentos trimestrais, com a decisão sobre a distribuição sendo avaliada pelo Conselho de Administração.  

A Política prevê que, em caso de endividamento bruto inferior a US$ 65 bilhões, a companhia pode distribuir aos seus acionistas 60% da diferença entre o fluxo de caixa operacional e as aquisições de ativos imobilizados e intangíveis (investimentos). Ou seja, trata-se de um percentual dos recursos que sobram em caixa após os investimentos.  

A política prevê ainda a possibilidade de pagamento de dividendos extraordinários compatíveis com a sustentabilidade financeira da companhia. Isso foi possível este ano, porque a companhia equacionou o seu endividamento e se encontra numa situação de caixa confortável. Ou seja, o pagamento dos dividendos extraordinários se mostrou a melhor alocação do caixa e sem qualquer prejuízo para os investimentos aprovados e previstos.

Destaca-se ainda que a Petrobras segue comprometida com a qualidade e transparência de seus reportes, comunicações e demonstrações financeiras. Como resultado desse trabalho, a companhia foi eleita uma das dez empresas com as demonstrações financeiras mais transparentes do Brasil pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), na categoria de empresas com receita líquida superior a R$ 20 bilhões. Ao longo dos 26 anos do Troféu Transparência, as demonstrações financeiras da Petrobras foram premiadas 20 vezes.

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