Europa

PIB britânico tem maior a alta em seis anos

Aumento trimestral foi de 0,7%.

Valor Econômico
29/01/2014 10:06
Visualizações: 672

 

A economia britânica cresceu a um ritmo mais rápido em seis anos em 2013. Após um aumento trimestral de 0,7% nos últimos três meses do ano, a economia britânica chegou ao quarto trimestre consecutivo de crescimento, segundo números do Instituto Nacional de Estatística divulgados ontem.
Todos os setores avaliados, exclusive a construção civil, registraram ganhos, tendo o setor de serviços exibido o melhor desempenho, com um aumento de 0,8%.
Como resultado, a economia britânica cresceu 1,9% em 2013. Essa foi a melhor taxa desde os 3,4% de crescimento em 2007 e faz do Reino Unido uma das economias avançadas com melhor desempenho. Ainda assim, em contraste com os Estados Unidos e a Alemanha, por exemplo, a economia britânica continua menor do que em 2008, quando a crise financeira mundial mostrou efetivamente seus dentes e produziu a mais profunda recessão no país desde a Segunda Guerra Mundial.
"A economia parece estar melhorando de forma mais consistente", disse Joe Grice, principal conselheiro econômico do birô de estatísticas. "A estimativa anunciada hoje [ontem] sugere que mais de 80% da queda do PIB durante a recessão foram recuperados, embora a economia ainda permaneça 1,3% abaixo do pico pré-recessão."
Apesar dos números relativamente otimistas, economistas expressaram cautela, citando os desequilíbrios estruturais que se tornarão mais evidentes ao longo do tempo. Na semana passada, o presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, também advertiu para uma grande capacidade ociosa, em torno de 20% da economia, que estaria menor caso a crise e a recessão não tivessem acontecido.
"No curto prazo, um crescimento desequilibrado é melhor do que nenhum crescimento, mas para que uma recuperação sustentada no médio prazo é preciso ampliar o crescimento", disse Ross Walker, economista-chefe do RBS. "Estamos cautelosos sobre a possibilidade de crescimento puxado por exportações, neste ano, dado o ritmo anêmico de expansão no euro e a valorização da libra, mas mais otimistas em relação à capacidade do setor empresarial de intensificar suas despesas de capital."

A economia britânica cresceu a um ritmo mais rápido em seis anos em 2013. Após um aumento trimestral de 0,7% nos últimos três meses do ano, a economia britânica chegou ao quarto trimestre consecutivo de crescimento, segundo números do Instituto Nacional de Estatística divulgados ontem.

Todos os setores avaliados, exclusive a construção civil, registraram ganhos, tendo o setor de serviços exibido o melhor desempenho, com um aumento de 0,8%.

Como resultado, a economia britânica cresceu 1,9% em 2013. Essa foi a melhor taxa desde os 3,4% de crescimento em 2007 e faz do Reino Unido uma das economias avançadas com melhor desempenho. Ainda assim, em contraste com os Estados Unidos e a Alemanha, por exemplo, a economia britânica continua menor do que em 2008, quando a crise financeira mundial mostrou efetivamente seus dentes e produziu a mais profunda recessão no país desde a Segunda Guerra Mundial.

"A economia parece estar melhorando de forma mais consistente", disse Joe Grice, principal conselheiro econômico do birô de estatísticas. "A estimativa anunciada hoje [ontem] sugere que mais de 80% da queda do PIB durante a recessão foram recuperados, embora a economia ainda permaneça 1,3% abaixo do pico pré-recessão."

Apesar dos números relativamente otimistas, economistas expressaram cautela, citando os desequilíbrios estruturais que se tornarão mais evidentes ao longo do tempo. Na semana passada, o presidente do Banco da Inglaterra, Mark Carney, também advertiu para uma grande capacidade ociosa, em torno de 20% da economia, que estaria menor caso a crise e a recessão não tivessem acontecido.

"No curto prazo, um crescimento desequilibrado é melhor do que nenhum crescimento, mas para que uma recuperação sustentada no médio prazo é preciso ampliar o crescimento", disse Ross Walker, economista-chefe do RBS. "Estamos cautelosos sobre a possibilidade de crescimento puxado por exportações, neste ano, dado o ritmo anêmico de expansão no euro e a valorização da libra, mas mais otimistas em relação à capacidade do setor empresarial de intensificar suas despesas de capital."

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