Evento

Redução das tarifas de energia impõe desafio a profissionais de TI

Tema é debatido no evento TI Energia 2012.

Redação
03/10/2012 12:28
Visualizações: 693

 

O pacote do governo federal para a redução das tarifas de energia elétrica em até 28%, lançado no último dia 11 pela presidente Dilma Rousseff, impõe um desafio a mais aos profissionais de tecnologia da informação. A área terá a missão de buscar ferramentas eficientes, que auxiliem as empresas do setor elétrico na tarefa de cortar custos sem afetar a produtividade.
A avaliação é de especialistas que participaram da abertura do Encontro de Tecnologia da Informação do Setor Elétrico Brasileiro - TI Energia 2012, na segunda-feira (1º), no Hotel Bourbon Cataratas, em Foz do Iguaçu. Promovido pela Fundação Coge (Funcoge) e organizado pela Itaipu Binacional, o encontro ocorre até esta quarta-feira (3) e reúne representantes de 67 empresas públicas e privadas do setor elétrico.
“Estamos vivendo um novo momento no setor elétrico. Estão vencendo uma série de concessões e a presidente Dilma acaba de lançar uma meta ambiciosa, que vai exigir muito da nossa capacidade de sermos cada vez mais eficientes e de trabalharmos com as melhores práticas administrativas que se tem conhecimento no mundo”, comentou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.
Também participaram da solenidade o presidente do Conselho Diretor da Fundação Coge e conselheiro da Cemig, Marco Antônio Rodrigues da Cunha; o chefe do Departamento de TI da Eletrobras e coordenador do Comitê de TI da Fundação Coge, Paulo Roberto Nunes Mandarino; e a diretora financeira executiva de Itaipu, Margaret Groff.
“A informática tem um papel fundamental do ponto de vista de poder fazer operações cada vez mais eficientes, fazer controles, fazer acompanhamento de tudo o que acontece”, relacionou Samek, acrescentando que a Itaipu tem feito um grande esforço para manter o setor atualizado. Ele citou convênios com a Unioeste e a fábrica de software livre no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), entre outras iniciativas. “Estamos muito próximos do que quer a Eletrobras, para termos uma visão unificada de todas as empresas que compõem a holding”.
No seu discurso de boas-vindas, Marco Antônio Rodrigues da Cunha avaliou que o pacote anunciado pelo governo federal expandiu a agenda de trabalho dos profissionais de TI. “As nossas empresas têm uma expectativa enorme com as soluções que virão a ser arquitetadas para o desafio das medidas provisórias”, disse ele. “Porque os senhores serão chamados também a contribuir para esse processo”, salientou.
Troca de experiências
Coordenador do Comitê de TI da Fundação Coge, Paulo Roberto Nunes Mandarino destacou que o encontro tem um diferencial importante: é organizado por profissionais de TI, voltado para profissionais de TI, e tem na coordenação técnica pessoal que está na ativa das empresas do setor elétrico. Desde a primeira edição, já são 14 encontros anuais ininterruptos.
“Apesar de nós termos uma quantidade significativa de patrocinadores, que vão trazer novidades tecnológicas, o principal fator aqui é o nosso intercâmbio de experiências”, disse Mandarino. “Em um setor como o sistema elétrico brasileiro, com tal nível de integração, é importantíssimo que as áreas de TI troquem experiências, afinem suas tecnologias, de forma a viabilizar e a integrar [as empresas] cada vez melhor e de forma mais eficiente”.
Integrante do Conselho Curador da Fundação Coge, Margaret Groff lembrou que não é possível falar em melhoria de gestão e otimização de custos sem avaliar novas metodologias. “Quando nós introduzimos novos métodos, novas ferramentas de gestão, precisamos pensar em tecnologia. Nós não conseguimos introduzir uma melhoria na gestão da empresa se não pensarmos em novas tecnologias”, comentou.
O superintendente de Informática de Itaipu (SI.GG), Eliezer Fryszman, disse que a área de TI está em permanente evolução e que o encontro em Foz tem o mérito de discutir temas atuais, como o armazenamento de dados em nuvens virtuais, consumerização e governança. “Os próprios patrocinadores estão trazendo muitas novidades nessas áreas”, adiantou.

O pacote do governo federal para a redução das tarifas de energia elétrica em até 28%, lançado no último dia 11 pela presidente Dilma Rousseff, impõe um desafio a mais aos profissionais de tecnologia da informação. A área terá a missão de buscar ferramentas eficientes, que auxiliem as empresas do setor elétrico na tarefa de cortar custos sem afetar a produtividade.


A avaliação é de especialistas que participaram da abertura do Encontro de Tecnologia da Informação do Setor Elétrico Brasileiro - TI Energia 2012, na segunda-feira (1º), no Hotel Bourbon Cataratas, em Foz do Iguaçu. Promovido pela Fundação Coge (Funcoge) e organizado pela Itaipu Binacional, o encontro ocorre até esta quarta-feira (3) e reúne representantes de 67 empresas públicas e privadas do setor elétrico.


“Estamos vivendo um novo momento no setor elétrico. Estão vencendo uma série de concessões e a presidente Dilma acaba de lançar uma meta ambiciosa, que vai exigir muito da nossa capacidade de sermos cada vez mais eficientes e de trabalharmos com as melhores práticas administrativas que se tem conhecimento no mundo”, comentou o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Jorge Samek.


Também participaram da solenidade o presidente do Conselho Diretor da Fundação Coge e conselheiro da Cemig, Marco Antônio Rodrigues da Cunha; o chefe do Departamento de TI da Eletrobras e coordenador do Comitê de TI da Fundação Coge, Paulo Roberto Nunes Mandarino; e a diretora financeira executiva de Itaipu, Margaret Groff.


“A informática tem um papel fundamental do ponto de vista de poder fazer operações cada vez mais eficientes, fazer controles, fazer acompanhamento de tudo o que acontece”, relacionou Samek, acrescentando que a Itaipu tem feito um grande esforço para manter o setor atualizado. Ele citou convênios com a Unioeste e a fábrica de software livre no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), entre outras iniciativas. “Estamos muito próximos do que quer a Eletrobras, para termos uma visão unificada de todas as empresas que compõem a holding”.


No seu discurso de boas-vindas, Marco Antônio Rodrigues da Cunha avaliou que o pacote anunciado pelo governo federal expandiu a agenda de trabalho dos profissionais de TI. “As nossas empresas têm uma expectativa enorme com as soluções que virão a ser arquitetadas para o desafio das medidas provisórias”, disse ele. “Porque os senhores serão chamados também a contribuir para esse processo”, salientou.



Troca de experiências


Coordenador do Comitê de TI da Fundação Coge, Paulo Roberto Nunes Mandarino destacou que o encontro tem um diferencial importante: é organizado por profissionais de TI, voltado para profissionais de TI, e tem na coordenação técnica pessoal que está na ativa das empresas do setor elétrico. Desde a primeira edição, já são 14 encontros anuais ininterruptos.


“Apesar de nós termos uma quantidade significativa de patrocinadores, que vão trazer novidades tecnológicas, o principal fator aqui é o nosso intercâmbio de experiências”, disse Mandarino. “Em um setor como o sistema elétrico brasileiro, com tal nível de integração, é importantíssimo que as áreas de TI troquem experiências, afinem suas tecnologias, de forma a viabilizar e a integrar [as empresas] cada vez melhor e de forma mais eficiente”.


Integrante do Conselho Curador da Fundação Coge, Margaret Groff lembrou que não é possível falar em melhoria de gestão e otimização de custos sem avaliar novas metodologias. “Quando nós introduzimos novos métodos, novas ferramentas de gestão, precisamos pensar em tecnologia. Nós não conseguimos introduzir uma melhoria na gestão da empresa se não pensarmos em novas tecnologias”, comentou.


O superintendente de Informática de Itaipu (SI.GG), Eliezer Fryszman, disse que a área de TI está em permanente evolução e que o encontro em Foz tem o mérito de discutir temas atuais, como o armazenamento de dados em nuvens virtuais, consumerização e governança. “Os próprios patrocinadores estão trazendo muitas novidades nessas áreas”, adiantou.

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