Inovação

Reino Unido anuncia fundo para pesquisa no Brasil

Valor é de R$ 33 milhões anuais.

Agência Fapesp
10/04/2014 11:05
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O governo do Reino Unido anunciou na quarta-feira (9) o lançamento no Brasil do Fundo Newton de fomento à pesquisa e inovação em países emergentes. O fundo totaliza £375 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão) em 15 países. Ao Brasil serão destinadas £9 milhões anuais (mais de R$ 33 milhões) durante três anos. O valor terá uma contrapartida brasileira, com aporte financeiro de instituições do país voltadas à pesquisa científica.
O anúncio foi feito pelo ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, em cerimônia na reitoria da Universidade de São Paulo (USP), quando foi assinado um memorando de entendimento entre o governo britânico e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).
“O Fundo Newton é especial pela quantidade significativa de investimentos envolvidos, pelo tamanho da rede que está sendo construída, pelos tópicos que serão explorados nos projetos de pesquisa e especialmente pelo novo momento que estamos vivendo na história da cooperação entre o Reino Unido e o Brasil”, disse Sergio Gargioni, presidente do Confap, na assinatura do acordo.
O memorando com o Confap prevê colaboração bilateral em áreas consideradas chave para o desenvolvimento, como segurança alimentar, transformação urbana, bioeconomia e doenças negligenciadas.
“Ciência é sobre seres humanos tentando descobrir mais sobre o mundo e ampliando as fronteiras do conhecimento”, afirmou o ministro britânico Osborne. “Olhamos para o Brasil e vemos o sucesso notável alcançado pela comunidade científica do país – e desejamos trabalhar com vocês. Queremos ver mais estudantes e cientistas brasileiros indo ao Reino Unido”.
O Fundo Newton apoiará o intercâmbio de pesquisadores e estudantes, a colaboração em pesquisa científica, o desenvolvimento de inovações, as relações entre instituições de ciência e novas parcerias entre os dois países.
A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) analisa a participação no fundo de acordo com seu regulamento. “Certamente trata-se de uma proposta interessante. Mas a Fapesp precisa cumprir todos os trâmites internos da Fundação antes de anunciar a sua adesão – assim como ocorre com todos os demais convênios e memorandos de entendimento”, disse José Arana Varela, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da instituição, à 'Agência Fapesp'.
Além do Brasil, receberão aportes do fundo: China, Índia, Turquia, África do Sul, México, Chile, Egito, Colômbia, Cazaquistão, Tailândia, Indonésia, Vietnã, Filipinas e Malásia.
“Tenho certeza de que o estabelecimento do Fundo Newton levará a colaboração entre Brasil e Reino Unido a um novo e mais alto patamar”, afirmou Marco Antonio Zago, reitor da USP, durante a cerimônia.

O governo do Reino Unido anunciou na quarta-feira (9) o lançamento no Brasil do Fundo Newton de fomento à pesquisa e inovação em países emergentes. O fundo totaliza £375 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão) em 15 países. Ao Brasil serão destinadas £9 milhões anuais (mais de R$ 33 milhões) durante três anos. O valor terá uma contrapartida brasileira, com aporte financeiro de instituições do país voltadas à pesquisa científica.

O anúncio foi feito pelo ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, em cerimônia na reitoria da Universidade de São Paulo (USP), quando foi assinado um memorando de entendimento entre o governo britânico e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).

“O Fundo Newton é especial pela quantidade significativa de investimentos envolvidos, pelo tamanho da rede que está sendo construída, pelos tópicos que serão explorados nos projetos de pesquisa e especialmente pelo novo momento que estamos vivendo na história da cooperação entre o Reino Unido e o Brasil”, disse Sergio Gargioni, presidente do Confap, na assinatura do acordo.

O memorando com o Confap prevê colaboração bilateral em áreas consideradas chave para o desenvolvimento, como segurança alimentar, transformação urbana, bioeconomia e doenças negligenciadas.

“Ciência é sobre seres humanos tentando descobrir mais sobre o mundo e ampliando as fronteiras do conhecimento”, afirmou o ministro britânico Osborne. “Olhamos para o Brasil e vemos o sucesso notável alcançado pela comunidade científica do país – e desejamos trabalhar com vocês. Queremos ver mais estudantes e cientistas brasileiros indo ao Reino Unido”.

O Fundo Newton apoiará o intercâmbio de pesquisadores e estudantes, a colaboração em pesquisa científica, o desenvolvimento de inovações, as relações entre instituições de ciência e novas parcerias entre os dois países.

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) analisa a participação no fundo de acordo com seu regulamento. “Certamente trata-se de uma proposta interessante. Mas a Fapesp precisa cumprir todos os trâmites internos da Fundação antes de anunciar a sua adesão – assim como ocorre com todos os demais convênios e memorandos de entendimento”, disse José Arana Varela, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da instituição, à 'Agência Fapesp'.

Além do Brasil, receberão aportes do fundo: China, Índia, Turquia, África do Sul, México, Chile, Egito, Colômbia, Cazaquistão, Tailândia, Indonésia, Vietnã, Filipinas e Malásia.

“Tenho certeza de que o estabelecimento do Fundo Newton levará a colaboração entre Brasil e Reino Unido a um novo e mais alto patamar”, afirmou Marco Antonio Zago, reitor da USP, durante a cerimônia.

 

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