Balança Comercial

Superávit de R$ 1,1 bilhão na quarta semana de junho

Saldo positivo foi resultado do aumento nas vendas de manufaturados, como automóveis, açúcar e produtos básicos.

Portal Brasil/MDIC/Redação
28/06/2016 12:53
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Nesta segunda-feira (27), o Ministério da Indústria e Comércio Exterior divulgou que, na quarta semana de junho, a balança comercial do País registrou superávit de US$ 1,1 bilhão, resultado da diferença entre as exportações, que somaram US$ 4,009 bilhões, e importações ficaram no valor US$ 2,909 bilhões.

No acumulado do mês até agora, as exportações somam US$ 13,867 bilhões e as importações, US$ 10,418 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,448 bilhões.

A média das exportações da quarta semana subiu 5,7% em relação aos valores arrecadados até a terceira semana de junho e atingiu os US$ 801,8 milhões em média. Isso em razão do aumento nas exportações de produtos manufaturados (10,8%), que incluem automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, açúcar refinado, laminados planos de ferro e aço, autopeças, tubos de ferro fundido; e também produtos básicos (6,4%), devido ao minério de ferro, petróleo em bruto, carne de frango, farelo de soja, fumo em folhas.

No entanto, as vendas de produtos semimanufaturados caíram 9,22%, por causa da celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, catodos de cobre.

Quanto às importações, verificou-se crescimento de 0,7%, na comparação com a quarta semana. Gastou-se em média US$ 581,9 na quarta semana, contra US$ 577,6 milhões da terceira. Uma das explicações é que houve aumento nos gastos com equipamentos mecânicos, adubos e fertilizantes, farmacêuticos, siderúrgicos, borrachas e obras .

Parcial de junho

Entre o acumulado até a quarta semana de junho deste ano e o mesmo período do ano passado, houve uma redução de 17,6% no volume de exportações, que passaram de US$ 934,7 milhões para US$ 770,4 milhões. A queda foi puxada principalmente pela contração nas vendas de produtos manufaturados (-21,5%), como óleos combustíveis, autopeças, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores para automóveis, aviões, automóveis de passageiros, máquinas e aparelhos para terraplanagem, laminados planos de ferro e aço. Também produtos básicos (-18,7%), como o petróleo em bruto, café em grãos, soja em grãos, minério de cobre, farelo de soja, fumo em folhas, minério de ferro contribuíram para esse desempenho.

Contudo, houve elevação nas vendas de semimanufaturados (1,6%), como açúcar bruto, ouro em forma semimanufaturada e madeira em estilhas.

Mas, para compensar a balança e viabilizar a conta positiva, também foi constatada redução de 19,5% nas importações para esse período. Em 2015, foram gastos US$ 719 milhões, enquanto que em 2016, esse valor caiu para US$ 578,8 milhões.

Nesse comparativo, diminuíram-se os gastos, principalmente, com siderúrgicos (-51,7%), combustíveis e lubrificantes (-45%), veículos automóveis e partes (-40,2%), instrumentos de ótica e precisão (-22,3%), plásticos e obras (-20,8%), farmacêuticos (-16,6%).

Parcial do ano

No ano, as vendas externas brasileiras totalizam US$ 87,360 bilhões e as compras, US$ 64,250 bilhões, gerando superávit de US$ 23,110 bilhões. As exportações acumularam média diária de US$ 728 milhões, e as importações, US$ 535,4 milhões. A corrente de comércio soma US$ 151,61 bilhões, com desempenho médio diário de US$ 1,263 bilhão.

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