Energia

Termelétricas da MPX vão adicionar 680 MW ao sistema

Serão 680 megawatts (MW) até o fim de fevereiro.

Monitor Mercantil
17/01/2013 10:22
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Termelétricas da MPX vão adicionar 680 MW ao sistema
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Eletricidade
QUI, 17 DE JANEIRO DE 2013 06:10
Duas termelétricas da MPX adicionarão 680 megawatts (MW) ao sistema elétrico nacional até o fim de fevereiro, segundo disse Eike Batista, acionista controlador da companhia, nesta quarta-feira.
Eike falou ao chegar no Ministério de Minas e Energia para uma reunião na qual mostrará ao ministro Edison Lobão o que o grupo pode fazer para produzir mais energia no país. "Temos vários projetos, plantas, que estão entrando agora e que vão integrar o parque brasileiro para ajudar a não ter racionamento. Não vai ter", disse o empresário.
A energia que entra até fevereiro virá de quatro turbinas a gás natural de 170 MW cada, duas em cada usina, Maranhão III e Maranhão IV. Metade dessa energia entrará no sistema em janeiro e a outra metade no mês seguinte.
Dano ambiental
O grupo EBX, do empresário Eike Batista, vai ser punido com medidas corretivas pela Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro por conta do aumento da salinização da água na região do Superporto do Açu, em São João da Barra, litoral norte fluminense, disse nesta quarta-feira o secretário Carlos Minc.
Os detalhes da punição serão apresentados na semana que vem pela secretaria e pelo Instituto do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea), disse Minc.
"Verificamos problemas de aumento de salinização no Açu com base em um estudo da universidade (UENF) e na semana que vem vamos anunciar as medidas corretivas", afirmou Minc a jornalistas, sem detalhar se as medidas corretivas podem ser um termo de ajustamento de conduta (TAC), multa ou outra iniciativa.
Segundo o secretário, um estudo feito pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) apontou que a construção do porto provocou um aumento do teor de sal na água da região, incluindo lençóis freáticos e lagoas.
A salinização foi causada pela dragagem de areia do fundo do mar, disse ele.
"Nossos técnicos e do Inea foram lá e confirmaram a denúncia. O material retirado do fundo do mar tem mais sal... Isso pode influir na fauna, pesca e agricultura", declarou o secretário. A obra do Porto é conduzida pela LLX, empresa de logística do grupo EBX. O Porto do Açu deve começar a operar parcialmente esse ano. 

Duas termelétricas da MPX adicionarão 680 megawatts (MW) ao sistema elétrico nacional até o fim de fevereiro, segundo disse Eike Batista, acionista controlador da companhia, nesta quarta-feira (16).

 


Eike falou ao chegar no Ministério de Minas e Energia para uma reunião na qual mostrará ao ministro Edison Lobão o que o grupo pode fazer para produzir mais energia no país. "Temos vários projetos, plantas, que estão entrando agora e que vão integrar o parque brasileiro para ajudar a não ter racionamento. Não vai ter", disse o empresário.

 


A energia que entra até fevereiro virá de quatro turbinas a gás natural de 170 MW cada, duas em cada usina, Maranhão III e Maranhão IV. Metade dessa energia entrará no sistema em janeiro e a outra metade no mês seguinte.

 

Dano ambiental


O grupo EBX, do empresário Eike Batista, vai ser punido com medidas corretivas pela Secretaria do Ambiente do Rio de Janeiro por conta do aumento da salinização da água na região do Superporto do Açu, em São João da Barra, litoral norte fluminense, disse nesta quarta-feira o secretário Carlos Minc.

 

Os detalhes da punição serão apresentados na semana que vem pela secretaria e pelo Instituto do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea), disse Minc.

 

"Verificamos problemas de aumento de salinização no Açu com base em um estudo da universidade (UENF) e na semana que vem vamos anunciar as medidas corretivas", afirmou Minc a jornalistas, sem detalhar se as medidas corretivas podem ser um termo de ajustamento de conduta (TAC), multa ou outra iniciativa.

 

Segundo o secretário, um estudo feito pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) apontou que a construção do porto provocou um aumento do teor de sal na água da região, incluindo lençóis freáticos e lagoas.

 

A salinização foi causada pela dragagem de areia do fundo do mar, disse ele.

 

"Nossos técnicos e do Inea foram lá e confirmaram a denúncia. O material retirado do fundo do mar tem mais sal... Isso pode influir na fauna, pesca e agricultura", declarou o secretário. A obra do Porto é conduzida pela LLX, empresa de logística do grupo EBX. O Porto do Açu deve começar a operar parcialmente esse ano. 

 

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