Negócios

Triunfo cresce no segmento de óleo e gás

Empresa fechou parceria com a Odebrecht Óleo e Gás.

Valor Econômico
25/10/2012 16:41
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A Triunfo Logística, um dos mais antigos arrendatários do porto do Rio, acaba de fechar parceria com a Odebrecht Óleo e Gás (OOG), prestadora de serviços da indústria de petróleo, para atuarem juntas em reparos de plataformas de petróleo no porto carioca. O acordo é simbólico da nova fase da Triunfo, empresa de controle familiar que tem planos de investir R$ 240 milhões entre 2012 e 2017 para crescer no óleo e gás e em outras áreas.
A Triunfo começou a atuar no porto do Rio, no fim dos anos de 1990, na movimentação de produtos siderúrgicos. Mas as oscilações de mercado do aço e, mais recentemente, do ferro-gusa, outro produto movimentado pela empresa, fizeram com que a Triunfo apostasse na prestação de serviços com valor agregado para outras indústrias, incluindo a de petróleo e gás. Na parceria firmada esta semana, a Odebrecht irá aportar sua experiência no reparo de plataformas enquanto a Triunfo fará o gerenciamento das instalações portuárias. A Odebrechet confirmou o acordo, mas não deu detalhes da parceria.
"A ideia é oferecer ao mercado serviços de reparos para plataformas semisubmersíveis", disse o diretor-geral da Triunfo, Rogerio Caffaro. Ele afirmou que a empresa prestou serviços de apoio e de logística para reparos recentes de quatro plataformas no porto do Rio. "O terminal tem capacidade de receber duas plataformas semisubmersíveis de forma simultânea", disse Caffaro.
No local, a Triunfo arrenda área com 740 metros de cais no bairro de São Cristovão e ocupa terreno com 60 mil metros quadrados no bairro do Caju, na retroárea do porto, utilizado para armazenar cargas de clientes.
No ano passado, a Triunfo faturou R$ 171 milhões, receita com origem em atividades de apoio offshore, manutenção de plataformas, cargas de projeto, ferro-gusa e outras cargas. Na siderurgia, atividade que lhe deu origem, a empresa tem operado na importação de aços especiais, de tubos e de trilhos. Nas cargas especiais, o terminal tem servido para a entrada de trens de carga e de passageiros.
Em 2012, a previsão da Triunfo é aumentar o faturamento para R$ 220 milhões, alta de quase 30% sobre o ano passado. A empresa ganhou exposição este ano ao tornar-se patrocinadora do Clube de Regatas do Flamengo, estratégia de marketing que mostrou-se acertada, segundo Caffaro: "A empresa passou a ser mais conhecida". Ele disse que a empresa discute uma eventual renovação do contrato de patrocínio com o Flamengo.
Caffaro acrescentou que a empresa fechou outro acordo, este com a FB Operadora Portuária, pelo qual a Triunfo deverá operar parte das instalações do Porto do Forno, em Arraial do Cabo, na região dos Lagos do Rio. A Triunfo informou que o contrato para explorar por cinco anos 12 mil metros quadrados do Porto do Forno foi assinado, mas a empresa aguarda aprovação final sobre o tema por parte da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
A Triunfo quer utilizar as instalações desse pequeno porto fluminense para prestar serviços a barcos de apoio offshore que atendem às plataformas de petróleo. No terminal do porto do Rio, a empresa tem prestado serviços a barcos de apoio de até 100 metros de comprimento que utilizam o terminal como base logística de abastecimento. A entrada da Triunfo no porto do Forno e o crescimento das operações para o setor de óleo e gás vão levar a empresa manter os investimentos nos próximos anos no mesmo nível de 2012. Este ano a Triunfo deverá investir R$ 40 milhões, montante que tende a ser mantido até 2017, o que totalizará R$ 240 milhões no período.
A Triunfo detém 51% da NN Logística, empresa na qual Caffaro possui 49% das ações. A NN Logística é dona de uma frota de barcaças graneleiras, usadas nas operações de carregamento de ferro-gusa no porto do Rio, e de barcaças de convés contínuo que podem ser usadas como cais flutuante. Um dos planos da Triunfo é oferecer essas barcaças para portos que não tenham capacidade suficiente de cais.

A Triunfo Logística, um dos mais antigos arrendatários do porto do Rio, acaba de fechar parceria com a Odebrecht Óleo e Gás (OOG), prestadora de serviços da indústria de petróleo, para atuarem juntas em reparos de plataformas de petróleo no porto carioca. O acordo é simbólico da nova fase da Triunfo, empresa de controle familiar que tem planos de investir R$ 240 milhões entre 2012 e 2017 para crescer no óleo e gás e em outras áreas.


A Triunfo começou a atuar no porto do Rio, no fim dos anos de 1990, na movimentação de produtos siderúrgicos. Mas as oscilações de mercado do aço e, mais recentemente, do ferro-gusa, outro produto movimentado pela empresa, fizeram com que a Triunfo apostasse na prestação de serviços com valor agregado para outras indústrias, incluindo a de petróleo e gás. Na parceria firmada esta semana, a Odebrecht irá aportar sua experiência no reparo de plataformas enquanto a Triunfo fará o gerenciamento das instalações portuárias. A Odebrechet confirmou o acordo, mas não deu detalhes da parceria.


"A ideia é oferecer ao mercado serviços de reparos para plataformas semisubmersíveis", disse o diretor-geral da Triunfo, Rogerio Caffaro. Ele afirmou que a empresa prestou serviços de apoio e de logística para reparos recentes de quatro plataformas no porto do Rio. "O terminal tem capacidade de receber duas plataformas semisubmersíveis de forma simultânea", disse Caffaro.


No local, a Triunfo arrenda área com 740 metros de cais no bairro de São Cristovão e ocupa terreno com 60 mil metros quadrados no bairro do Caju, na retroárea do porto, utilizado para armazenar cargas de clientes.


No ano passado, a Triunfo faturou R$ 171 milhões, receita com origem em atividades de apoio offshore, manutenção de plataformas, cargas de projeto, ferro-gusa e outras cargas. Na siderurgia, atividade que lhe deu origem, a empresa tem operado na importação de aços especiais, de tubos e de trilhos. Nas cargas especiais, o terminal tem servido para a entrada de trens de carga e de passageiros.


Em 2012, a previsão da Triunfo é aumentar o faturamento para R$ 220 milhões, alta de quase 30% sobre o ano passado. A empresa ganhou exposição este ano ao tornar-se patrocinadora do Clube de Regatas do Flamengo, estratégia de marketing que mostrou-se acertada, segundo Caffaro: "A empresa passou a ser mais conhecida". Ele disse que a empresa discute uma eventual renovação do contrato de patrocínio com o Flamengo.


Caffaro acrescentou que a empresa fechou outro acordo, este com a FB Operadora Portuária, pelo qual a Triunfo deverá operar parte das instalações do Porto do Forno, em Arraial do Cabo, na região dos Lagos do Rio. A Triunfo informou que o contrato para explorar por cinco anos 12 mil metros quadrados do Porto do Forno foi assinado, mas a empresa aguarda aprovação final sobre o tema por parte da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).


A Triunfo quer utilizar as instalações desse pequeno porto fluminense para prestar serviços a barcos de apoio offshore que atendem às plataformas de petróleo. No terminal do porto do Rio, a empresa tem prestado serviços a barcos de apoio de até 100 metros de comprimento que utilizam o terminal como base logística de abastecimento. A entrada da Triunfo no porto do Forno e o crescimento das operações para o setor de óleo e gás vão levar a empresa manter os investimentos nos próximos anos no mesmo nível de 2012. Este ano a Triunfo deverá investir R$ 40 milhões, montante que tende a ser mantido até 2017, o que totalizará R$ 240 milhões no período.


A Triunfo detém 51% da NN Logística, empresa na qual Caffaro possui 49% das ações. A NN Logística é dona de uma frota de barcaças graneleiras, usadas nas operações de carregamento de ferro-gusa no porto do Rio, e de barcaças de convés contínuo que podem ser usadas como cais flutuante. Um dos planos da Triunfo é oferecer essas barcaças para portos que não tenham capacidade suficiente de cais.

 

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