Wilson Sons

Wilson Sons reduz em 12% as emissões de gases do efeito estufa

Resultado foi divulgado no inventário de emissões gases 2018 e inclui todas as empresas do Grupo

Redação/Assessoria
21/08/2019 11:07
Visualizações: 856

O Grupo Wilson Sons publicou seu inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) relativo ao ano de 2018. A Companhia registrou redução de 12% na emissão de dióxido de carbono equivalente (CO2eq), unidade padrão das emissões de GEE.

O levantamento segue a metodologia do programa brasileiro GHG Protocol e mede as emissões provenientes, principalmente, da queima de combustíveis fósseis e consumo de energia elétrica em todas as unidades da Companhia. Em 2018, as empresas do Grupo emitiram no total 54 mil toneladas de CO2eq, contra 62 mil toneladas no ano anterior.

“A prática contínua de quantificar as emissões da Companhia tem sido fundamental para identificar os pontos potenciais de redução e realizar as melhorias necessárias, aumentando a eficiência nos nossos processos”, explica o gerente de Saúde, Meio Ambiente, Segurança e Sustentabilidade da Wilson Sons, João David Santos.

Esta é a sexta vez que a Wilson Sons integra o Programa GHG Protocol. Neste ciclo, 141 empresas participaram. A companhia é qualificada como Selo Prata, certificação concedida aos membros que reportam as emissões de todas as suas fontes.

Entre as ações realizadas pelo Grupo, com impacto na redução de GEE, destaca-se a aquisição de guindastes elétricos pelos terminais portuários, com baixa emissão de gases, quando comparados aos equipamentos a diesel. A companhia também obteve maior eficiência na operação com navios devido à aplicação de práticas para a gestão otimizada da movimentação de contêineres e equipamentos em seus terminais.

Outra iniciativa importante foi a incorporação de novas tecnologias nos rebocadores, que ganharam sistemas de propulsão mais avançados, com menor consumo de energia. Parte da redução das emissões, ressalta João David, reflete também o cenário econômico ainda bastante desafiador no Brasil, principalmente, no mercado de óleo e gás offshore.

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