Energia

ABEEólica comemora 1,5 GW vendidos no leilão de reserva

Certame teve a oferta de 377 empreendimentos.

Ascom ABEEólica
23/08/2013 17:45
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O desempenho da energia eólica no Leilão de Energia de Reserva (LER) 2013, realizado nesta sexta-feira (23), confirmou as expectativas da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), instituição que congrega e representa o setor de energia eólica no país. Com a venda de 1,5 GW de energia eólica ao preço médio de R$110,51, a meta de contratação esperada pela instituição foi mantida, assegurando a competitividade e sustentabilidade da fonte de energia.
Para a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, o resultado foi um importante sinal positivo de investimento para os players do setor. “As recentes mudanças implementadas, como as alterações nas regras de conteúdo nacional no Finame (Financiamento de máquinas e equipamentos), na metodologia dos leilões, a obrigatoriedade do P90 e a situação atual das linhas de transmissão, posicionam o setor eólico brasileiro em uma situação de muita expectativa. O resultado desse leilão, em termos de demanda e preço, marca efetivamente a consolidação dessa fonte na matriz elétrica nacional”.
O LER 2013 teve a oferta de 377 empreendimentos eólicos habilitados, somando capacidade de 8.999 MW no total. Esses projetos estão divididos em oito Estados: Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Segundo a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, esse certame demonstra o surgimento de usinas eólicas em novas regiões, como os Estados do Piauí e Paraíba.
O preço inicial da energia para esse leilão foi de R$ 117,00 por megawatt-hora e os empreendimentos vendidos terão início de suprimentos em 1° de setembro de 2015, com prazo de 20 anos. Com deságio médio de 5,5% no preço, o setor comemora a contribuição do leilão para a sustentabilidade da cadeia produtiva, o desenvolvimento da energia eólica no Brasil e o compromisso com o meio ambiente.
Potencial eólico do Brasil
O Brasil está entre as quatro nações do mundo que mais cresce no setor eólico, atrás somente da China, Estados Unidos e Índia. Atualmente ocupa a 15ª posição entre os países com maior capacidade eólica instalada no mundo. Em 2012, o país continuou na liderança do mercado latino-americano, com capacidade total instalada de 2.500 MW.
Hoje, a nação brasileira tem 2,8MW de capacidade instalada de energia eólica em 119 parques eólicos, distribuídos por onze estados. A fonte tem 2% de participação na composição da matriz elétrica brasileira e, até 2017, esse número chegará em 6% referente a 10,3GW de capacidade instalada.
Além de contribuir de forma relevante para a matriz elétrica brasileira, a energia eólica é uma fonte limpa, renovável, de baixo impacto ambiental, harmônica com outras atividades econômicas, geradora de empregos e renda, contribui para a capacitação das populações, redução da pobreza e fixação do homem no campo.

O desempenho da energia eólica no Leilão de Energia de Reserva (LER) 2013, realizado nesta sexta-feira (23), confirmou as expectativas da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), instituição que congrega e representa o setor de energia eólica no país. Com a venda de 1,5 GW de energia eólica ao preço médio de R$110,51, a meta de contratação esperada pela instituição foi mantida, assegurando a competitividade e sustentabilidade da fonte de energia.


Para a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, o resultado foi um importante sinal positivo de investimento para os players do setor. “As recentes mudanças implementadas, como as alterações nas regras de conteúdo nacional no Finame (Financiamento de máquinas e equipamentos), na metodologia dos leilões, a obrigatoriedade do P90 e a situação atual das linhas de transmissão, posicionam o setor eólico brasileiro em uma situação de muita expectativa. O resultado desse leilão, em termos de demanda e preço, marca efetivamente a consolidação dessa fonte na matriz elétrica nacional”.


O LER 2013 teve a oferta de 377 empreendimentos eólicos habilitados, somando capacidade de 8.999 MW no total. Esses projetos estão divididos em oito Estados: Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Segundo a presidente executiva da ABEEólica, Elbia Melo, esse certame demonstra o surgimento de usinas eólicas em novas regiões, como os Estados do Piauí e Paraíba.


O preço inicial da energia para esse leilão foi de R$ 117,00 por megawatt-hora e os empreendimentos vendidos terão início de suprimentos em 1° de setembro de 2015, com prazo de 20 anos. Com deságio médio de 5,5% no preço, o setor comemora a contribuição do leilão para a sustentabilidade da cadeia produtiva, o desenvolvimento da energia eólica no Brasil e o compromisso com o meio ambiente.



Potencial eólico do Brasil


O Brasil está entre as quatro nações do mundo que mais cresce no setor eólico, atrás somente da China, Estados Unidos e Índia. Atualmente ocupa a 15ª posição entre os países com maior capacidade eólica instalada no mundo. Em 2012, o país continuou na liderança do mercado latino-americano, com capacidade total instalada de 2.500 MW.


Hoje, a nação brasileira tem 2,8MW de capacidade instalada de energia eólica em 119 parques eólicos, distribuídos por onze estados. A fonte tem 2% de participação na composição da matriz elétrica brasileira e, até 2017, esse número chegará em 6% referente a 10,3GW de capacidade instalada.


Além de contribuir de forma relevante para a matriz elétrica brasileira, a energia eólica é uma fonte limpa, renovável, de baixo impacto ambiental, harmônica com outras atividades econômicas, geradora de empregos e renda, contribui para a capacitação das populações, redução da pobreza e fixação do homem no campo.

 

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