Termelétrica

AES Uruguaiana retoma operação comercial

Geração é de 164 MW.

Redação
07/02/2013 11:21
Visualizações: 1570

 

A termelétrica da AES Uruguaiana, localizada no município de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, iniciou sua operação comercial na quarta-feira (6). Os testes de comissionamento, que começaram no dia 1º de fevereiro e tiveram duração de cinco dias.
A térmica de Uruguaiana irá gerar, neste primeiro momento, 164 MW. A expectativa é que em março deste ano a geração da usina alcance 494 MW. A autorização para a operação foi concedida em dezembro de 2012, pelo Ministério de Minas e Energia (MME), por um período de 60 dias.
“A AES Uruguaiana, assim como todos os agentes envolvidos no processo de retomada, estão muito satisfeitos com o retorno da operação da termelétrica, pois se trata de uma usina estratégica para o sistema brasileiro de energia e, em especial, para a região Sul do país”, afirma Britaldo Soares, presidente da AES Brasil.
As negociações para o retorno da operação da usina começaram no ano passado e foram lideradas pelo Ministério de Minas e Energia (MME), em conjunto com a AES Uruguaiana, Petrobrás, Sulgás, TSB e ONS.
Em outubro de 2012, a AES Uruguaiana obteve a renovação da Licença de Operação da usina, concedida pelo IBAMA e necessária para seu funcionamento. Aproximadamente R$ 17 milhões estão sendo investidos e mais de 200 pessoas trabalharam nas atividades e testes necessários para a volta da operação.
Histórico
A AES Uruguaiana foi a primeira usina termelétrica a operar com gás natural no Brasil. A geradora iniciou suas atividades em 2000, na cidade de Uruguaiana, e tem capacidade instalada de 639 MW. A empresa faz parte do grupo AES Brasil, composto também pelas distribuidoras AES Eletropaulo e AES Sul e pela geradora AES Tietê.
Em agosto de 2008, a empresa argentina responsável pelo fornecimento de gás natural à AES Uruguaiana, suspendeu o envio do insumo à empresa. Em função dessa suspensão, a AES determinou, em abril de 2009, a hibernação da usina, o que implicou na paralisação de suas atividades de operação.
A AES Uruguaiana manteve a manutenção e preservação dos equipamentos da usina.

A termelétrica da AES Uruguaiana, localizada no município de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, iniciou sua operação comercial na quarta-feira (6). Os testes de comissionamento, que começaram no dia 1º de fevereiro e tiveram duração de cinco dias.


A térmica de Uruguaiana irá gerar, neste primeiro momento, 164 MW. A expectativa é que em março deste ano a geração da usina alcance 494 MW. A autorização para a operação foi concedida em dezembro de 2012, pelo Ministério de Minas e Energia (MME), por um período de 60 dias.


“A AES Uruguaiana, assim como todos os agentes envolvidos no processo de retomada, estão muito satisfeitos com o retorno da operação da termelétrica, pois se trata de uma usina estratégica para o sistema brasileiro de energia e, em especial, para a região Sul do país”, afirma Britaldo Soares, presidente da AES Brasil.


As negociações para o retorno da operação da usina começaram no ano passado e foram lideradas pelo MME, em conjunto com a AES Uruguaiana, Petrobras, Sulgás, TSB e ONS.


Em outubro de 2012, a usina obteve a renovação da Licença de Operação da usina, concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e necessária para seu funcionamento. Aproximadamente R$ 17 milhões estão sendo investidos e mais de 200 pessoas trabalharam nas atividades e testes necessários para a volta da operação.



Histórico


A AES Uruguaiana foi a primeira usina termelétrica a operar com gás natural no Brasil. A geradora iniciou suas atividades em 2000, na cidade de Uruguaiana, e tem capacidade instalada de 639 MW. A empresa faz parte do grupo AES Brasil, composto também pelas distribuidoras AES Eletropaulo e AES Sul e pela geradora AES Tietê.


Em agosto de 2008, a empresa argentina responsável pelo fornecimento de gás natural à AES Uruguaiana, suspendeu o envio do insumo à empresa. Em função dessa suspensão, a AES determinou, em abril de 2009, a hibernação da usina, o que implicou na paralisação de suas atividades de operação.


A AES Uruguaiana manteve a manutenção e preservação dos equipamentos da usina.

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