Tecnologia

Carro elétrico da BMW chega ao Brasil no segundo semestre de 2014

Ainda não há definição sobre o preço.

Valor Econômico
30/07/2013 10:50
Visualizações: 1347

 

O primeiro carro elétrico produzido em série pela BMW vai desembarcar no mercado brasileiro no segundo semestre do ano que vem. Por enquanto, ainda não há definição do preço a ser cobrado pelo i3, que teve a sua apresentação mundial nesta segunda-feira, simultaneamente em Nova York, Londres e Pequim. Fabricado em Leipzig, na Alemanha, o veículo compacto deverá chegar ao mercado europeu em novembro deste ano, com a previsão de estar nas ruas dos EUA no segundo trimestre de 2014. Na Alemanha, o i3 custará um pouco menos de 35 mil euros. Nos EUA, um pouco mais de US$ 41 mil, sem considerar os incentivos para quem compra um carro elétrico, que podem chegar a US$ 7,5 mil.
O preço no Brasil depende de qual será o tratamento tributário dado aos veículos elétricos no país, disse Carlos Côrtes, gerente de vendas e marketing da submarca BMWi no Brasil. Hoje, eles caem na classificação “outros veículos”, que pagam IPI de 25%. Ele lembrou que a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentou proposta ao governo para que os carros elétricos, híbridos e movidos a célula de combustível possam usufruir de vantagens tributárias.
As estimativas dos volumes a serem vendidos no mercado brasileiro dependerão do preço, afirmou ele. Outro fator que influenciará no preço é a questão das cotas de importação livres da sobretaxa de 30 pontos percentuais do IPI. Hoje, as empresas podem trazer do exterior 4,8 mil unidades sem pagar essa alíquota mais alta, e companhias que investem no país têm direito a cotas adicionais.
Na apresentação, o CEO do BMW Group, Norbert Reithofer, disse que o lançamento do i3 é um capítulo fundamental da mobilidade urbana sustentável. Trata-se de um carro elétrico bastante leve, segundo ele, composto em grande parte por fibra de carbono, com um chassi de alumínio. O peso do veículo é de 1.195 kg. Se fosse feito com materiais convencionais, pesaria algo como 1.500 a 1.600 quilos, afirmou Côrtes. Reithofer disse que o gasto para abastecer o carro é 30% menor do que um movido a gasolina.
O i3 tem autonomia de 130 a 160 quilômetros, movido por uma bateria de íon de lítio, podendo ganhar mais 20 km caso o motorista o dirija nos modos Eco PRO ou ECO PRO+, que melhoram o consumo de energia, reduzindo os gastos com ar condicionado ou reduzindo a velocidade máxima, por exemplo. Também haverá uma versão com um motor que amplia a autonomia, mantendo a carga da bateria em nível constante assim que ela cai abaixo de um nível definido. Essa função é desempenhada por um moto a gasolina de dois cilindros e 650 cc. Com essa opção, a autonomia é ampliada para 300 km. O carro faz de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.
A BMW destacou a sustentabilidade do veículo. A fibra de carbono é produzida em Moses Lake, no Estado de Washington, nos EUA, numa fábrica movida a energia hidrelétrica, enquanto o carro será montado em Leipzig numa planta movida a energia eólica.

O primeiro carro elétrico produzido em série pela BMW vai desembarcar no mercado brasileiro no segundo semestre do ano que vem. Por enquanto, ainda não há definição do preço a ser cobrado pelo i3, que teve a sua apresentação mundial nesta segunda-feira, simultaneamente em Nova York, Londres e Pequim. Fabricado em Leipzig, na Alemanha, o veículo compacto deverá chegar ao mercado europeu em novembro deste ano, com a previsão de estar nas ruas dos EUA no segundo trimestre de 2014. Na Alemanha, o i3 custará um pouco menos de 35 mil euros. Nos EUA, um pouco mais de US$ 41 mil, sem considerar os incentivos para quem compra um carro elétrico, que podem chegar a US$ 7,5 mil.


O preço no Brasil depende de qual será o tratamento tributário dado aos veículos elétricos no país, disse Carlos Côrtes, gerente de vendas e marketing da submarca BMWi no Brasil. Hoje, eles caem na classificação “outros veículos”, que pagam IPI de 25%. Ele lembrou que a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apresentou proposta ao governo para que os carros elétricos, híbridos e movidos a célula de combustível possam usufruir de vantagens tributárias.


As estimativas dos volumes a serem vendidos no mercado brasileiro dependerão do preço, afirmou ele. Outro fator que influenciará no preço é a questão das cotas de importação livres da sobretaxa de 30 pontos percentuais do IPI. Hoje, as empresas podem trazer do exterior 4,8 mil unidades sem pagar essa alíquota mais alta, e companhias que investem no país têm direito a cotas adicionais.


Na apresentação, o CEO do BMW Group, Norbert Reithofer, disse que o lançamento do i3 é um capítulo fundamental da mobilidade urbana sustentável. Trata-se de um carro elétrico bastante leve, segundo ele, composto em grande parte por fibra de carbono, com um chassi de alumínio. O peso do veículo é de 1.195 kg. Se fosse feito com materiais convencionais, pesaria algo como 1.500 a 1.600 quilos, afirmou Côrtes. Reithofer disse que o gasto para abastecer o carro é 30% menor do que um movido a gasolina.


O i3 tem autonomia de 130 a 160 quilômetros, movido por uma bateria de íon de lítio, podendo ganhar mais 20 km caso o motorista o dirija nos modos Eco PRO ou ECO PRO+, que melhoram o consumo de energia, reduzindo os gastos com ar condicionado ou reduzindo a velocidade máxima, por exemplo. Também haverá uma versão com um motor que amplia a autonomia, mantendo a carga da bateria em nível constante assim que ela cai abaixo de um nível definido. Essa função é desempenhada por um moto a gasolina de dois cilindros e 650 cc. Com essa opção, a autonomia é ampliada para 300 km. O carro faz de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.


A BMW destacou a sustentabilidade do veículo. A fibra de carbono é produzida em Moses Lake, no Estado de Washington, nos EUA, numa fábrica movida a energia hidrelétrica, enquanto o carro será montado em Leipzig numa planta movida a energia eólica.

 

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