Logística e transportes

Concorrência em contêineres afeta Santos Brasil

Queda de 55%.

Valor Online
31/07/2014 10:07
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A Santos Brasil encerrou o segundo trimestre com lucro de R$ 25,2 milhões, queda de 55% em relação à mesma base de 2013. A receita líquida caiu 21% na mesma comparação, para R$ 262,4 milhões. O resultado foi impactado por indicadores operacionais. Todas as unidades do grupo (os três terminais de contêineres; o braço de logística; e o terminal de veículos) apresentaram queda na movimentação. A mais impactante foi no segmento de terminais, o maior negócio da companhia. Juntos, Tecon Santos, Tecon Vila do Conde e Tecon Imbituba escoaram 258.657 unidades no segundo trimestre, queda 16,1% em relação a um ano.
O desempenho foi fortemente determinado pelo Tecon Santos, que respondeu por 92% da movimentação dos terminais de contêineres da companhia. A instalação vem sentindo o aumento da concorrência em Santos. Em 2013 foram inaugurados dois novos terminais, a Embraport e a Brasil Terminal Portuário (BTP). No segundo trimestre, a fatia do Tecon Santos no porto encolheu 16,8 pontos percentuais frente o mesmo período de 2013, para 41,2%.
O mercado avalia que a tendência deve se manter nos próximos meses. Segundo a Brasil Plural Corretora, em junho o serviço NWC, do armador MSC, não movimentou no Tecon Santos. Para a corretora, essa carga aparentemente migrou totalmente para a BTP. Outro grande armador, a Maersk Line anunciou que redirecionaria no início deste mês, também para a BTP, uma fração do serviço entre Brasil e Norte da Europa. MSC e Maersk Line pertencem a grupos que têm entre os controlados empresas acionistas da BTP.
A queda nos volumes de longo curso também é uma das razões para a mudança no mix de serviços prestados pelo Tecon Santos, com aumento na quantidade de contêineres de transbordo e cabotagem.
No trimestre, os custos não acompanharam a queda do faturamento e recuaram 5,4%, levando a um declínio de 43,3% no lucro bruto, para R$ 78,2 milhões. A margem bruta caiu 11,7 pontos percentuais, para 29,8%. As despesas operacionais caíram de forma mais acentuada, 15,8%, refletindo medidas de aumento de eficiência. Com isso, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) ficou em R$ 81 milhões, queda de 39% em relação ao segundo trimestre de 2013.

A Santos Brasil encerrou o segundo trimestre com lucro de R$ 25,2 milhões, queda de 55% em relação à mesma base de 2013. A receita líquida caiu 21% na mesma comparação, para R$ 262,4 milhões. O resultado foi impactado por indicadores operacionais. Todas as unidades do grupo (os três terminais de contêineres; o braço de logística; e o terminal de veículos) apresentaram queda na movimentação. A mais impactante foi no segmento de terminais, o maior negócio da companhia. Juntos, Tecon Santos, Tecon Vila do Conde e Tecon Imbituba escoaram 258.657 unidades no segundo trimestre, queda 16,1% em relação a um ano.

O desempenho foi fortemente determinado pelo Tecon Santos, que respondeu por 92% da movimentação dos terminais de contêineres da companhia. A instalação vem sentindo o aumento da concorrência em Santos. Em 2013 foram inaugurados dois novos terminais, a Embraport e a Brasil Terminal Portuário (BTP). No segundo trimestre, a fatia do Tecon Santos no porto encolheu 16,8 pontos percentuais frente o mesmo período de 2013, para 41,2%.

O mercado avalia que a tendência deve se manter nos próximos meses. Segundo a Brasil Plural Corretora, em junho o serviço NWC, do armador MSC, não movimentou no Tecon Santos. Para a corretora, essa carga aparentemente migrou totalmente para a BTP. Outro grande armador, a Maersk Line anunciou que redirecionaria no início deste mês, também para a BTP, uma fração do serviço entre Brasil e Norte da Europa. MSC e Maersk Line pertencem a grupos que têm entre os controlados empresas acionistas da BTP.

A queda nos volumes de longo curso também é uma das razões para a mudança no mix de serviços prestados pelo Tecon Santos, com aumento na quantidade de contêineres de transbordo e cabotagem.
No trimestre, os custos não acompanharam a queda do faturamento e recuaram 5,4%, levando a um declínio de 43,3% no lucro bruto, para R$ 78,2 milhões. A margem bruta caiu 11,7 pontos percentuais, para 29,8%. As despesas operacionais caíram de forma mais acentuada, 15,8%, refletindo medidas de aumento de eficiência. Com isso, o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) ficou em R$ 81 milhões, queda de 39% em relação ao segundo trimestre de 2013.

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