O mercado de etanol, que vem tendo os preços achatados pela falta de reajuste nos da gasolina, passa a ter um novo complicador.
A demanda por combustíveis não reage, devido ao ritmo menor da economia, e até a gasolina cai de preços.
A paridade nos preços do etanol, em relação aos da gasolina, recuou para 64,6% nesta semana e, mesmo assim, parte dos consumidores continua fiel à gasolina.
Dados da Fipe também confirmam a vantagem do etanol em relação à gasolina -que deve aumentar após o reajuste anunciado pela Petrobras nesta quinta (6).
Pesquisa na instituição em São Paulo aponta que no final de outubro o etanol tinha o preço mais favorável em relação à gasolina desde o mesmo período de 2009.
Essa queda da paridade deveria ser maior ainda se o repasse do recuo dos preços do etanol hidratado nas últimas semanas nas usinas já tivesse chegado ao consumidor.
As próprias usinas sentem a demanda menor de combustível. As vendas de outubro permaneceram nos patamares dos meses anteriores.
Este seria o período para uma reação do consumo do etanol, uma vez que a partir do final deste mês e início do próximo o setor começa a entrar na entressafra. A oferta de etanol cai e os preços sobem.
Pesquisar dá economia de até 44%
Os consumidores que fazem pesquisa de preços antes de comprar alimentos e produtos essenciais na zona norte da cidade de São Paulo economizam 44% em relação aos desatentos e que não se dedicam à comparação de valores nos diversos estabelecimentos de comércio.
Essa intensa perda de renda não é exclusividade apenas dos consumidores da zona norte, mas ocorre em todas as regiões da capital paulista. A menor diferença de preços -que é de 38%- está na zona leste, segundo pesquisa da Fipe em outubro.
Governo afirma que carne pode perder competitividade
O boi não para de subir. Os frigoríficos dispostos a pagar mais disputam o reduzido número de animais prontos para o abate. E, com isso, os preços mantêm a escalada.
Após ter iniciado a semana a R$ 140, a arroba do boi subiu para R$ 143 nesta quinta-feira (6) em São Paulo, uma alta de 31% em 12 meses.
Além da demanda interna, os frigoríficos têm de cumprir contratos externos. As exportações aumentaram, assim como os preços internacionais recebidos pelos exportadores brasileiros.
Diante dessa escalada de preços, o governo já alertou o setor para o fato de que poderá perder consumidores internos e ver reduzida a competitividade externa da carne.
O mercado de etanol, que vem tendo os preços achatados pela falta de reajuste nos da gasolina, passa a ter um novo complicador.
A demanda por combustíveis não reage, devido ao ritmo menor da economia, e até a gasolina cai de preços.
A paridade nos preços do etanol, em relação aos da gasolina, recuou para 64,6% nesta semana e, mesmo assim, parte dos consumidores continua fiel à gasolina.
Dados da Fipe também confirmam a vantagem do etanol em relação à gasolina -que deve aumentar após o reajuste anunciado pela Petrobras nesta quinta (6).
Pesquisa na instituição em São Paulo aponta que no final de outubro o etanol tinha o preço mais favorável em relação à gasolina desde o mesmo período de 2009.
Essa queda da paridade deveria ser maior ainda se o repasse do recuo dos preços do etanol hidratado nas últimas semanas nas usinas já tivesse chegado ao consumidor.
As próprias usinas sentem a demanda menor de combustível. As vendas de outubro permaneceram nos patamares dos meses anteriores.
Este seria o período para uma reação do consumo do etanol, uma vez que a partir do final deste mês e início do próximo o setor começa a entrar na entressafra.
A oferta de etanol cai e os preços sobem.