Bacia de Santos

Lapa Sudoeste inicia produção, ampliando a capacidade no campo de Lapa, no pré-sal brasileiro

Redação TN Petróleo/Assessoria Shell
11/03/2026 12:05
Lapa Sudoeste inicia produção, ampliando a capacidade no campo de Lapa, no pré-sal brasileiro Imagem: Divulgação Visualizações: 1428

A Shell Brasil Petróleo Ltda. (Shell Brasil), subsidiária da Shell plc, anuncia o início da produção em Lapa Sudoeste, a terceira fase de desenvolvimento do campo de Lapa, localizado na Bacia de Santos, offshore do Brasil. Lapa Sudoeste é um desenvolvimento subsea do tipo tie-back, composto por três poços conectados à unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) Lapa.

Espera-se que este projeto acrescente aproximadamente 25.000 barris de petróleo por dia (produção bruta) no pico de produção, elevando o volume total do campo para cerca de 60.000 barris de petróleo por dia. A participação da Shell no campo de Lapa é de 27%.

 O escopo inclui três poços – dois produtores e um injetor – conectados ao FPSO Lapa, que está em operação desde 2016. O desenvolvimento conta com um tie-back submarino de 12 quilômetros até a unidade flutuante, utilizando flowlines do tipo Pipe-in-Pipe (PiP) e um sistema Free-Standing Hybrid Riser (FSHR).

 “Ao desenvolver reservas adicionais enquanto aproveitamos a capacidade disponível no FPSO existente, Lapa Sudoeste entrega produção com eficiência de capital, baixo custo marginal e menor intensidade de carbono, fortalecendo o valor de longo prazo do campo de Lapa”, comenta Cristiano Pinto da Costa (foto), presidente da Shell Brasil. “O projeto reflete nossa abordagem disciplinada na alocação de capital e nosso foco em maximizar valor a partir de ativos competitivos, reforçando a geração de caixa do nosso portfólio no Brasil ao mesmo tempo em que entregamos barris competitivos. O pré-sal brasileiro continua sendo uma área central para a Shell, onde podemos criar valor com segurança e responsabilidade”, completa.

 

 O campo de Lapa é operado pela TotalEnergies (48%), em parceria com a Shell Brasil (27%) e a Repsol Sinopec (25%). O projeto recebeu a aprovação de decisão final de investimento (FID) em 2023.
 

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