Resultado
Aumento de 110% em relação ao trimestre anterior reflete os excelentes resultados operacionais da companhia, além de efeitos do câmbio.
Agência Petrobras
Nos primeiros três meses de 2026, a Petrobras alcançou lucro líquido de R$ 32,7 bilhões (US$ 6,2 bilhões), um aumento de 110% em relação ao quarto trimestre de 2025. Já o EBITDA ajustado foi de R$ 59,6 bilhões (US$ 11,3 bilhões). Os resultados financeiros sólidos alcançados são sustentados pela excelente performance operacional da companhia. No primeiro trimestre do ano, têm destaque o aumento da produção total própria, que cresceu 16% quando comparada ao mesmo período de 2025, e o incremento da produção e da venda de derivados, que contribuem para fortalecer a segurança energética nacional.
Em relação ao 4T25, a valorização de 27% do Brent e a apreciação do real frente ao dólar também contribuíram positivamente para os resultados. A geração de caixa permanece forte, com Fluxo de Caixa Operacional de R$ 44 bilhões (US$ 8,4 bilhões).
Neste trimestre, os investimentos totalizaram R$ 26,8 bilhões (US$ 5,1 bilhões), confirmando a posição da Petrobras como a empresa que mais investe no Brasil. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve aumento de 25,6% no nível de investimentos realizados pela companhia. Esses recursos, utilizados com responsabilidade, geram maior desenvolvimento econômico, empregos e renda para os brasileiros.
“Nossos investimentos estão se convertendo em crescimento da produção de petróleo e de derivados, demonstrando a solidez e a eficácia da nossa estratégia de criação de valor. Batemos, mais uma vez, recordes de produção de petróleo e gás e estamos convertendo em ganhos toda a eficiência de nossas refinarias. Operamos nosso parque de refino no primeiro trimestre próximo da capacidade máxima, priorizando derivados de maior valor agregado, e entregamos produção recorde de diesel S-10”, afirma o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Fernando Melgarejo.
A Petrobras retornou à sociedade o montante de R$ 72,4 bilhões no 1T26, por meio de tributos, royalties e participações especiais pagos à União, estados e municípios. A companhia é a maior contribuinte do país, responsável por cerca de 7% da arrecadação total nacional, garantindo recursos para investimentos públicos.
Foram aprovados, ainda, para o período, R$ 9 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio, que serão distribuídos entre acionistas privados e públicos.
Além disso, as operações da Petrobras e os investimentos realizados pela companhia geram empregos qualificados e movimentam a cadeia de óleo e gás e a indústria de serviços em todo o país.
Excluindo eventos exclusivos do 1T26, o EBITDA ajustado foi de R$ 61,7 bilhões (US$ 11,7 bilhões), 4,5% superior ao 4T25, impulsionado pelo aumento nas vendas de derivados produzidos e menores despesas operacionais, em especial a redução dos custos exploratórios. Já o lucro líquido do 1T26, excluindo eventos exclusivos, foi de R$ 23,8 bilhões (US$ 4,5 bilhões), uma redução de 7,2% em relação ao 4T25.
A dívida bruta totalizou US$ 71,2 bilhões no trimestre, dentro do limite previsto no Plano de Negócios 2026-30, abaixo de US$ 75 bilhões. A companhia mantém a expectativa de convergência para US$ 67 bilhões em 2026 e US$ 65 bilhões no horizonte do Plano.
Recordes de produção
Contratação de FPSOs
Margem Equatorial
Aquisição de novas áreas e direitos
Novas descobertas
Contratação das Usinas Termelétricas (UTEs) no Leilão de Reserva de Capacidade 2026
Produção de derivados
FUT e processamento do pré-sal elevados
Menor volume de importação de GLP (26 mil bpd)
Novos clientes
Operações ship-to-ship
Confira aqui a íntegra do Relatório de Desempenho Financeiro do 1T26 da Petrobras
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