Rio Grande do Sul

Novas cargas impulsionam crescimento da cabotagem

No primeiro bimestre, cabotagem cresceu 20%.

Ascom Wilson Sons
01/04/2014 15:34
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A expansão da cabotagem para o transporte de cargas fracionadas e não tradicionais impulsionou o crescimento do modal no Tecon Rio Grande, terminal de contêineres operado pelo Grupo Wilson Sons no Rio Grande do Sul. No primeiro bimestre de 2014, a cabotagem cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado, movimentando mais de 5 mil TEUs. Além das tradicionais cargas de arroz que seguem para o Nordeste, o terminal passou a movimentar produtos como móveis e bebidas da Serra Gaúcha, utensílios domésticos, produtos plásticos e alimentos (conservas, doces, leite em pó).
Segundo o diretor comercial, Thierry Rios, a ampliação de um serviço realizado pela Aliança Navegação viabilizou com que o estado gaúcho começasse a receber e a embarcar outros produtos via cabotagem, criando uma ligação direta com Manaus (AM). Hoje, semanalmente desembarcam eletroeletrônicos e motos e embarcam em Rio Grande, nos contêineres vazios, cargas da produção industrial gaúcha.
“Nossa expectativa é que a navegação de cabotagem mantenha um desenvolvimento sólido e sustentável. No Tecon Rio Grande, esperamos superar o crescimento de 10% registrados no ano passado por conta dos novos serviços e rotas que estão sendo ofertados ao mercado pelos armadores. A cabotagem é um modal seguro e eficiente, com dias fixos de atracação e regularidade nas escalas”, afirma Rios.
Um dos principais projetos desenvolvidos pelo terminal, em parceria com a Log-In, envolve o embarque de cargas de forma fracionada, ou seja, uma remessa de quantidades menores de mercadoria, que por si só não ocupa toda a capacidade de um contêiner. A partir do piloto iniciado em outubro de 2013, já foram movimentados 100 TEUs na modalidade.
Boa parte desse volume é de móveis da região Sul, que são carregados nos contêineres a partir de um centro consolidador instalado na Serra Gaúcha. Do Tecon Rio Grande, os móveis seguem os portos de Suape e Fortaleza para atendimento dos mercados de Pernambuco, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí.
“É uma mudança de paradigma que envolve inúmeros parceiros. Estima-se que 95% dos móveis gaúchos são escoados pelo modal rodoviário. A utilização da cabotagem traz maior segurança, diminui custos e avarias, impactando diretamente na redução da assistência técnica”, explica o executivo.
Outra boa notícia é a recuperação de carga do polo petroquímico do Rio Grande do Sul com a retomada do serviço direto a Manaus. O volume movimentado de resinas atingiu um crescimento de 261% nos dois primeiros meses do ano em relação ao período anterior. Além disso, o Tecon Rio Grande conquistou outros projetos envolvendo arroz, eletroeletrônicos, partes e peças automotivas.

A expansão da cabotagem para o transporte de cargas fracionadas e não tradicionais impulsionou o crescimento do modal no Tecon Rio Grande, terminal de contêineres operado pelo Grupo Wilson Sons no Rio Grande do Sul. No primeiro bimestre de 2014, a cabotagem cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado, movimentando mais de 5 mil TEUs. Além das tradicionais cargas de arroz que seguem para o Nordeste, o terminal passou a movimentar produtos como móveis e bebidas da Serra Gaúcha, utensílios domésticos, produtos plásticos e alimentos (conservas, doces, leite em pó).

Segundo o diretor comercial, Thierry Rios, a ampliação de um serviço realizado pela Aliança Navegação viabilizou com que o estado gaúcho começasse a receber e a embarcar outros produtos via cabotagem, criando uma ligação direta com Manaus (AM). Hoje, semanalmente desembarcam eletroeletrônicos e motos e embarcam em Rio Grande, nos contêineres vazios, cargas da produção industrial gaúcha.

“Nossa expectativa é que a navegação de cabotagem mantenha um desenvolvimento sólido e sustentável. No Tecon Rio Grande, esperamos superar o crescimento de 10% registrados no ano passado por conta dos novos serviços e rotas que estão sendo ofertados ao mercado pelos armadores. A cabotagem é um modal seguro e eficiente, com dias fixos de atracação e regularidade nas escalas”, afirma Rios.

Um dos principais projetos desenvolvidos pelo terminal, em parceria com a Log-In, envolve o embarque de cargas de forma fracionada, ou seja, uma remessa de quantidades menores de mercadoria, que por si só não ocupa toda a capacidade de um contêiner. A partir do piloto iniciado em outubro de 2013, já foram movimentados 100 TEUs na modalidade.

Boa parte desse volume é de móveis da região Sul, que são carregados nos contêineres a partir de um centro consolidador instalado na Serra Gaúcha. Do Tecon Rio Grande, os móveis seguem os portos de Suape e Fortaleza para atendimento dos mercados de Pernambuco, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí.

“É uma mudança de paradigma que envolve inúmeros parceiros. Estima-se que 95% dos móveis gaúchos são escoados pelo modal rodoviário. A utilização da cabotagem traz maior segurança, diminui custos e avarias, impactando diretamente na redução da assistência técnica”, explica o executivo.

Outra boa notícia é a recuperação de carga do polo petroquímico do Rio Grande do Sul com a retomada do serviço direto a Manaus. O volume movimentado de resinas atingiu um crescimento de 261% nos dois primeiros meses do ano em relação ao período anterior. Além disso, o Tecon Rio Grande conquistou outros projetos envolvendo arroz, eletroeletrônicos, partes e peças automotivas.

 

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