Previsão

OCDE: Brics cresce 3,5% este ano e 4% em 2015

Previsões estão no relatório Perspectivas Econômicas.

Agência Brasil
06/05/2014 13:08
Visualizações: 795

 

O Brics, grupo que reúne o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul, vai crescer 3,5%, em média, este ano, aumentando para 4% em 2015, prevê a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).
De acordo com as previsões feitas no relatório Perspectivas Econômicas, da OCDE, a China e a Índia destacam-se no Brics, com crescimento de 7,4% e 5,4%, respectivamente, mais que o dobro de qualquer um dos outros países que formam o grupo das chamadas economias emergentes, devido ao potencial que apresentam.
Segundo o relatório, a China reduzirá ligeiramente o crescimento no próximo ano, para 7,3%, mas as outras economias vão acelerar o passo, sendo o Brasil o país que menos crescerá (2,2%).
O relatório mostra ainda que a média da inflação nos cinco países está em 5%, mas sobe para 7,25% se a China ficar fora das contas, o que "não é um valor particularmente baixo", dizem os analistas.
O grupo foi apresentado inicialmente como Bric pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O'Neil, no estudo Building Better Global Economic Bric, em 2001. Dez anos depois, foi incluída a África do Sul, passando a se chamar Brics. A organização representa cerca de 25% da riqueza mundial e, entre 2003 e 2007, foi responsável por 65% do crescimento global.

O Brics, grupo que reúne o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul, vai crescer 3,5%, em média, este ano, aumentando para 4% em 2015, prevê a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

De acordo com as previsões feitas no relatório Perspectivas Econômicas, da OCDE, a China e a Índia destacam-se no Brics, com crescimento de 7,4% e 5,4%, respectivamente, mais que o dobro de qualquer um dos outros países que formam o grupo das chamadas economias emergentes, devido ao potencial que apresentam.

Segundo o relatório, a China reduzirá ligeiramente o crescimento no próximo ano, para 7,3%, mas as outras economias vão acelerar o passo, sendo o Brasil o país que menos crescerá (2,2%).

O relatório mostra ainda que a média da inflação nos cinco países está em 5%, mas sobe para 7,25% se a China ficar fora das contas, o que "não é um valor particularmente baixo", dizem os analistas.

O grupo foi apresentado inicialmente como Bric pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O'Neil, no estudo Building Better Global Economic Bric, em 2001. Dez anos depois, foi incluída a África do Sul, passando a se chamar Brics. A organização representa cerca de 25% da riqueza mundial e, entre 2003 e 2007, foi responsável por 65% do crescimento global.

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