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Barril do tipo Brent atinge 53,38 em Londres e cru leve americano fecha a US$ 54,77.
O GloboOs preços do petróleo mantiveram ontem sua trajetória de alta com o barril do tipo Brent quebrando novo recorde histórico depois que um relatório sobre as reservas americana de combustível não conseguiu eliminar as dúvidas quanto à capacidade de abastecimento do país, o maior consumidor mundial do produto.
Também influenciaram os preços a contínua desvalorização do dólar no mercado internacional; a expectativa dos operadores de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não irá elevar a produção da commodity, e o consumo da China.
Segundo a Administração de Informação de Energia dos EUA (AIE, na sigla em inglês), os estoques de petróleo nos EUA cresceram 3,2 milhões de barris para 302,6 milhões na semana passada, o maior patamar desde julho do ano passado. No entanto, estudo do Departamento Global de Energia diz que a demanda de petróleo crescerá 2,5% para uma média de 84,7 milhões de barris diários este ano, ao passo que a oferta somará média de 84,6 milhões de barris diários.
Na Bolsa Internacional de Petróleo, em Londres, o preço do barril do Brent (referência internacional, inclusive para os preços no Brasil) para entrega em abril fechou com alta de 1% a US$ 53,38. Durante a sessão, o Brent voltou a quebrar o próprio recorde histórico, sendo cotado a US$ 54,30.
O preço do barril do cru leve americano, também para entrega em abril, avançou 0,3% a US$ 54,77 na Bolsa Mercantil de Nova York. Durante as negociações de ontem, a cotação do cru leve chegou a US$ 55,65, só dois centavos de dólar abaixo do recorde histórico registrado em 25 de outubro do ano passado.
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