Operação

Termelétricas da Petrobras obtêm licença para usar óleo diesel

Mais duas usinas termelétricas da Petrobras receberam licenciamento ambiental da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) para conversão, visando a utilização de óleo diesel, além do gás natural. A conversão em bicombustíveis das usinas Barbosa Lima Sobrinho (ex-Elet

Agência Brasil
11/01/2007 00:00
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Mais duas usinas termelétricas da Petrobras receberam licenciamento ambiental da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema) para conversão, visando a utilização de óleo diesel, além do gás natural.

A conversão em bicombustíveis das usinas Barbosa Lima Sobrinho (ex-Eletrobolt) e Leonel Brizola (ex-TermoRio), ambas no estado, faz parte do Plano de Negócios da Petrobras. Técnicos da área de Gás e Energia da estatal destacaram a importância da operação para a regularização de situações de dificuldade no fornecimento de gás natural.

Outras duas usinas, a de Canoas (RS) e a TermoCeará (CE) já obtiveram a licença para operar como bicombustíveis. Aguardam a licença as de Nova Piratininga (SP), Ibirité (MG) e Cubatão (SP). O investimento previsto para a conversão das sete usinas térmicas da Petrobras é de cerca de US$ 180 milhões.

A usina Leonel Brizola também pediu uma licença para instalação de tanques de óleo diesel em dois blocos, que entraram em operação em março e dezembro de 2005. Já a Barbosa Lima Sobrinho solicitou à Feema licença para instalação de tanques, mas segundo a assessoria da Feema, ainda falta obter a licença de operação, porque os atuais licenciamentos são para situações emergenciais. As negociações para concessão dessas licenças se estendiam há dois anos.

Os técnicos da Petrobras esclareceram que as duas térmicas não usarão simultaneamente o gás natural e outros combustíveis: o uso dependerá da disponibilidade de cada um dos suprimentos. A Leonel Brizola, no município de Duque de Caxias (Baixada Fluminense), tem potência de cerca de 1.040 megawatts (MW) de energia, suficiente para o abastecimento de 4,5 milhões de pessoas. Passou ao controle da Petrobras em março de 2005.

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