Energia

Usina Pedro Afonso inicia produção e comercialização de bioeletricidade

Potência instalada é de 80MW.

Ascom Bunge Brasil
26/09/2013 11:44
Visualizações: 858

 

A partir desde mês, além de etanol, a Usina Pedro Afonso da Bunge Brasil, instalada em cidade do mesmo nome, no Tocantins, passa a produzir e comercializar bioeletricidade. O processo, chamado de cogeração, consiste na queima do bagaço da cana, o que gera vapor e, por sua vez, energia elétrica. O bagaço é um resíduo da produção de etanol, por isso, a energia gerada é 100% limpa. Uma parte dela será utilizada internamente para operar a usina, tornando-a autossuficiente, e o restante será disponibilizado ao sistema elétrico nacional.
A Usina Pedro Afonso tem potência instalada de 80MW, sendo 45MW a potência disponível para fornecimento ao sistema elétrico nacional. Por ano, a unidade poderá contribuir com até 230 mil MWh de bioeletricidade para o sistema. A Usina já comercializou toda essa energia por meio de contrato com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), firmado a partir de leilão público, para o fornecimento de 70.080 MWh em 2013 e 163.812 MWh/ano até o término do contrato em 2027, totalizando 2.363.448 MWh.
“Este montante é suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 320 mil habitantes por 15 anos”, destaca Ricardo Santos, vice-presidente de Açúcar & Bioenergia da Bunge Brasil. O fornecimento dessa energia será feito através da rede de energia elétrica da Eletronorte, no Tocantins.
Atualmente, a Bunge gera internamente 63% da energia elétrica que consome em todas as suas unidades no país. Além da Usina Pedro Afonso, outras cinco usinas da Bunge Brasil já comercializam bioletricidade por meio da cogeração: Santa Juliana e Frutal (em Minas Gerais), Monteverde (no Mato Grosso do Sul), Ouroeste e Moema (em São Paulo).

A partir desde mês, além de etanol, a Usina Pedro Afonso da Bunge Brasil, instalada em cidade do mesmo nome, no Tocantins, passa a produzir e comercializar bioeletricidade. O processo, chamado de cogeração, consiste na queima do bagaço da cana, o que gera vapor e, por sua vez, energia elétrica. O bagaço é um resíduo da produção de etanol, por isso, a energia gerada é 100% limpa. Uma parte dela será utilizada internamente para operar a usina, tornando-a autossuficiente, e o restante será disponibilizado ao sistema elétrico nacional.


A Usina Pedro Afonso tem potência instalada de 80MW, sendo 45MW a potência disponível para fornecimento ao sistema elétrico nacional. Por ano, a unidade poderá contribuir com até 230 mil MWh de bioeletricidade para o sistema. A Usina já comercializou toda essa energia por meio de contrato com a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), firmado a partir de leilão público, para o fornecimento de 70.080 MWh em 2013 e 163.812 MWh/ano até o término do contrato em 2027, totalizando 2.363.448 MWh.


“Este montante é suficiente para abastecer uma cidade de cerca de 320 mil habitantes por 15 anos”, destaca Ricardo Santos, vice-presidente de Açúcar & Bioenergia da Bunge Brasil. O fornecimento dessa energia será feito através da rede de energia elétrica da Eletronorte, no Tocantins.


Atualmente, a Bunge gera internamente 63% da energia elétrica que consome em todas as suas unidades no país. Além da Usina Pedro Afonso, outras cinco usinas da Bunge Brasil já comercializam bioletricidade por meio da cogeração: Santa Juliana e Frutal (em Minas Gerais), Monteverde (no Mato Grosso do Sul), Ouroeste e Moema (em São Paulo).

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Petrobras
Caracterização geológica do Pré-Sal com projeto Libra Ro...
03/03/26
Resultado
Espírito Santo retoma patamar de produção e ABPIP aponta...
03/03/26
Parceria
Wiise e Petrobras firmam parceria para aplicar IA na seg...
03/03/26
Posicionamento IBP
Conflito no Oriente Médio
03/03/26
Economia
Firjan defende fortalecimento da credibilidade fiscal pa...
03/03/26
Dia Internacional da Mulher
Cladtek lança programas para ampliar oportunidades para ...
03/03/26
Etanol
Quedas nos preços dos etanóis ficam acima de 3% na semana
03/03/26
Pessoas
José Guilherme Nogueira assume coordenação da Comissão d...
02/03/26
Evento
ABPIP realiza 1º Workshop ABPIP + ANP 2026 sobre especif...
02/03/26
Combustível
Etanol amplia perdas e encerra semana com nova queda nos...
02/03/26
Gasodutos
ANP fará consulta pública sobre valoração da Base Regula...
27/02/26
ANP
Combustível do Futuro: ANP aprova duas resoluções para r...
27/02/26
Evento
ONIP formaliza Comitê de Empresas em evento na Casa Firjan
27/02/26
Pessoas
Abegás elege nova composição do Conselho de Administraçã...
27/02/26
Firjan
Mesmo com tarifaço, petróleo faz corrente de comércio do...
26/02/26
Exportações
Vast bate recorde de embarques de óleo cru para exportaç...
26/02/26
Resultado
ENGIE Brasil Energia cresce 14,6% em receita e investe R...
26/02/26
Royalties
Valores referentes à produção de dezembro para contratos...
25/02/26
Premiação
BRAVA Energia recebe prêmio máximo na OTC Houston pelo p...
25/02/26
Documento
ABPIP apresenta Agenda Estratégica 2026 ao presidente da...
25/02/26
Câmara dos Deputados
Comissão especial debate papel dos biocombustíveis na tr...
25/02/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.