Petrobras

Graça Foster apresenta PN 2012-2016 no Senado

Para a executiva, aumento do consumo beneficia estatal.

Redação / Agências
11/09/2012 17:25
Graça Foster apresenta PN 2012-2016 no Senado Imagem: Presidente da Petrobras durante apresentação. Agência Senado Visualizações: 717

 

A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta terça-feira (11), durante audiência pública no Senado, que a previsão de investimentos da estatal na produção de petróleo será US$ 131,6 bilhões até 2016. A executiva apresenta nas comissões de Assuntos Econômicos e de Serviços de Infraestrutura o Plano de Negócios 2012-2016 da empresa.
De acordo com Graça, a produção da estatal cresceu 45% entre 2002 a 2011, muito acima das concorrentes, e, até 2020, o potencial é superior a todas as concorrentes no mundo, devido à grande quantidade de projetos.
“As nossas reservas provadas de petróleo somam 15,71 bilhões de barris de óleo equivalente. Olhando só o que a Petrobras tem na cessão onerosa e concessão, temos no pré-sal 15,8 bilhões de barris de óleo descoberto. Grande parte de nossas descobertas está localizada em águas profundas e somos líderes de descoberta de petróleo no mundo”, destacou.
Sobre o preço dos combustíveis no país, Graça Foster reafirmou que a empresa adota uma política de formação de preços dos derivados do petróleo de médio e longo prazos e, apesar de não repassar a alta do óleo para os consumidores brasileiros, a empresa não teve prejuízos.
“A formação de preços é de médio e longo prazos. Não faz sentido passar a volatilidade do brent para os nossos consumidores. Na média, se fizermos o cálculo integral do resultado, isso vai ser positivo para a Petrobras. Consideramos o mercado no médio e longo prazos”, disse.
Sobre o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no lucro líquido da empresa no segundo trimestre, Graça Foster apontou como fatores para o resultado negativo a desvalorização do real, a queda da exportação de petróleo e a baixa na produção devido ao resultado de alguns poços secos. Ela destacou que, no primeiro trimestre, a Petrobras havia obtido lucro líquido de R$ 9,2 bilhões.

A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse nesta terça-feira (11), durante audiência pública no Senado, que a previsão de investimentos da estatal na produção de petróleo será US$ 131,6 bilhões até 2016. A executiva apresenta nas comissões de Assuntos Econômicos e de Serviços de Infraestrutura o Plano de Negócios 2012-2016 da empresa.


De acordo com Graça, a produção da estatal cresceu 45% entre 2002 a 2011, muito acima das concorrentes, e, até 2020, o potencial é superior a todas as concorrentes no mundo, devido à grande quantidade de projetos.


“As nossas reservas provadas de petróleo somam 15,71 bilhões de barris de óleo equivalente. Olhando só o que a Petrobras tem na cessão onerosa e concessão, temos no pré-sal 15,8 bilhões de barris de óleo descoberto. Grande parte de nossas descobertas está localizada em águas profundas e somos líderes de descoberta de petróleo no mundo”, destacou.


Sobre o preço dos combustíveis no país, Graça Foster reafirmou que a empresa adota uma política de formação de preços dos derivados do petróleo de médio e longo prazos e, apesar de não repassar a alta do óleo para os consumidores brasileiros, a empresa não teve prejuízos.


“A formação de preços é de médio e longo prazos. Não faz sentido passar a volatilidade do brent para os nossos consumidores. Na média, se fizermos o cálculo integral do resultado, isso vai ser positivo para a Petrobras. Consideramos o mercado no médio e longo prazos”, disse.


Sobre o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no lucro líquido da empresa no segundo trimestre, Graça Foster apontou como fatores para o resultado negativo a desvalorização do real, a queda da exportação de petróleo e a baixa na produção devido ao resultado de alguns poços secos. Ela destacou que, no primeiro trimestre, a Petrobras havia obtido lucro líquido de R$ 9,2 bilhões.

 

 

 

Aumento do consumo beneficia a Petrobras

 

Durante a apresentação, Graça Foster afirmou que o aquecimento do consumo é muito importante para a Petrobras, pois advém de indicadores econômicos e sociais bastante promissores e positivos.

 

A executiva apontou a redução do desemprego entre 2002 a 2011, bem como a redução dos níveis de pobreza e da taxa de juros. Ela citou ainda o aumento do consumo per capita de resinas termoplásticas da indústria petroquímica, o que apontaria para o aumento do consumo de comida e da venda de roupas. As mudanças e melhorias dos indicadores motiva e sustenta o consumo de uma serie de derivados, afirmou.

 

Segundo disse, dirigentes de companhias de petróleo de outros países ficam impressionados com o crescimento do consumo no Brasil. A demanda por gasolina, de 2002 a 2011, cresceu 49% no Brasil. No mundo, 15%.

 

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