Desempenho

HRT controla o caixa e o cash burn rate

EBITDA foi menor do que o registrado no primeiro trimestre.

Redação TN/ Ascom HRT
14/08/2013 09:30
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HRT controla o caixa e o cash burn rate
 
 
Rio de Janeiro, 13 de agosto de 2013. A HRT anuncia os resultados referentes ao segundo trimestre de 2013. O EBITDA foi negativo em R$ 562,9 milhões, sendo 384% menor do que o registrado no primeiro trimestre (negativo em R$ 116,2 milhões). O resultado deve-se, basicamente, à baixa dos poços perfurados e considerados como secos ou com volume não-comercial nos projetos da Namíbia e Solimões. O indicador foi impactado, ainda, por despesas de indenização de três ex-diretores.
 
Expurgando-se estes dois fatores não-recorrentes, houve uma redução de 28% nas despesas operacionais relacionadas com à melhoria no controle de gastos e na redução do quadro de pessoal. No acumulado do 1º semestre de 2013, o resultado líquido foi negativo em R$ 645,2 milhões.
 
No entanto, a companhia encerrou o período com posição de caixa total consolidado de R$ 814 milhões, valor praticamente em linha com o trimestre anterior, quando registrou R$ 829 milhões, apesar da aplicação dos recursos nas suas campanhas exploratórias na Namíbia e no Solimões, em virtude da entrada de recursos de financiamento para a aquisição do campo de Polvo da ordem de R$ 150 milhões e do recebimento de R$ 106 milhões da Galp Energia correspondente à sua participação nos dois primeiros poços perfurados no offshore da Namíbia. Adicionalmente, verifica-se um decréscimo no cash burn rate líquido de R$ 2,5 milhões para R$ 1,8 milhão por dia, na média (expurgando o ingresso do financiamento).
 
O trimestre foi marcado por iniciativas que visam concentrar os esforços em seu negócio e a reorganizar a companhia. Foi iniciado um programa de desinvestimento de ativos não estratégicos que inclui a venda do negócio de logística aérea da Companhia, a Air Amazonia e a frota de aeronaves, do laboratório IPEXco e de quatro sondas onshore helitransportáveis com capacidade de perfurar 4 mil metros de profundidade. No aspecto da governança corporativa, foi criado um Comitê Especial formado por membros do Conselho de Administração para avaliar alternativas de maximizar valor para os acionistas da HRT.
 
No Solimões, a campanha exploratória foi revista, após a conclusão da perfuração do poço 1-HRT-11-AM, no prospecto de Cajazeira, considerado seco. O novo plano de trabalho prevê o levantamento de aproximadamente 400 km de nova sísmica para os blocos 151 e 174 situados a leste, com novos parâmetros, o que permitirá o aprimoramento do mapeamento de novos prospectos que venham a ser objeto de novas perfurações no futuro. Nenhuma perfuração será realizada nos próximos seis meses. O foco será o desenvolvimento do plano de monetização de gás considerando as descobertas realizadas até então no cluster de Juruá. A companhia decidiu, ainda, iniciar o processo de farm-down na Bacia de Solimões visando fortalecer a campanha exploratória e os planos de avaliação de descobertas.
 
A HRT iniciou também farm-down dos seus ativos localizados na Namíbia, visando especialmente às operadoras namibianas, companhias de exploração da África e petrolíferas nacionais de Angola e da África do Sul. Dentro do cronograma da campanha no país, a HRT concluiu a perfuração dos poços Wingat-1 e Murombe-1 e anunciou em agosto, o início da perfuração do poço Moosehead-1, na Bacia de Orange, o terceiro poço offshore previsto – cujo objetivo é testar o potencial para óleo de reservatórios carbonáticos de idade Barremiana, considerados equivalentes aos reservatórios do pré-sal do Brasil e Angola.
 
A HRT coletou quatro amostras de óleo no poço Wingat-1 e identificou duas rochas geradoras bem desenvolvidas, ricas em carbono orgânico e ambas na janela geradora de óleo. Tais rochas apresentam potencial de carga para outros intervalos de reservatórios de outros prospectos identificados na licença.
 
“Olhando para o futuro, na Amazônia, os esforços conjuntos da HRT com a Petrobras e a Rosneft para a monetização do gás na Bacia do Solimões continuam. Na Namíbia, a perfuração do poço Moosehead-1, que visa testar potenciais reservatórios equivalentes aos reservatórios do sub-sal situados na Bacia de Santos, é outro passo muito importante no plano de trabalho previsto para 2013. Por último, temos o envio do pedido de análise e aprovação pela ANP da aquisição do Campo de Polvo. Tornando-nos produtores de óleo e gás, certamente, teremos uma importante conquista para a HRT e estamos trabalhando intensamente para preparar a Companhia para esse destino sustentável.”, afirma Milton Franke, diretor-presidente da HRT.

A HRT anunciou os resultados referentes ao segundo trimestre de 2013. O EBITDA foi negativo em R$ 562,9 milhões, sendo 384% menor do que o registrado no primeiro trimestre (negativo em R$ 116,2 milhões). O resultado deve-se, basicamente, à baixa dos poços perfurados e considerados como secos ou com volume não-comercial nos projetos da Namíbia e Solimões. O indicador foi impactado, ainda, por despesas de indenização de três ex-diretores. 

 

Expurgando-se estes dois fatores não-recorrentes, houve uma redução de 28% nas despesas operacionais relacionadas com à melhoria no controle de gastos e na redução do quadro de pessoal. No acumulado do 1º semestre de 2013, o resultado líquido foi negativo em R$ 645,2 milhões. 

 

No entanto, a companhia encerrou o período com posição de caixa total consolidado de R$ 814 milhões, valor praticamente em linha com o trimestre anterior, quando registrou R$ 829 milhões, apesar da aplicação dos recursos nas suas campanhas exploratórias na Namíbia e no Solimões, em virtude da entrada de recursos de financiamento para a aquisição do campo de Polvo da ordem de R$ 150 milhões e do recebimento de R$ 106 milhões da Galp Energia correspondente à sua participação nos dois primeiros poços perfurados no offshore da Namíbia. Adicionalmente, verifica-se um decréscimo no cash burn rate líquido de R$ 2,5 milhões para R$ 1,8 milhão por dia, na média (expurgando o ingresso do financiamento). 

 

O trimestre foi marcado por iniciativas que visam concentrar os esforços em seu negócio e a reorganizar a companhia. Foi iniciado um programa de desinvestimento de ativos não estratégicos que inclui a venda do negócio de logística aérea da Companhia, a Air Amazonia e a frota de aeronaves, do laboratório IPEXco e de quatro sondas onshore helitransportáveis com capacidade de perfurar 4 mil metros de profundidade. No aspecto da governança corporativa, foi criado um Comitê Especial formado por membros do Conselho de Administração para avaliar alternativas de maximizar valor para os acionistas da HRT. 

 

No Solimões, a campanha exploratória foi revista, após a conclusão da perfuração do poço 1-HRT-11-AM, no prospecto de Cajazeira, considerado seco. O novo plano de trabalho prevê o levantamento de aproximadamente 400 km de nova sísmica para os blocos 151 e 174 situados a leste, com novos parâmetros, o que permitirá o aprimoramento do mapeamento de novos prospectos que venham a ser objeto de novas perfurações no futuro. Nenhuma perfuração será realizada nos próximos seis meses. O foco será o desenvolvimento do plano de monetização de gás considerando as descobertas realizadas até então no cluster de Juruá. A companhia decidiu, ainda, iniciar o processo de farm-down na Bacia de Solimões visando fortalecer a campanha exploratória e os planos de avaliação de descobertas. 

 

A HRT iniciou também farm-down dos seus ativos localizados na Namíbia, visando especialmente às operadoras namibianas, companhias de exploração da África e petrolíferas nacionais de Angola e da África do Sul. Dentro do cronograma da campanha no país, a HRT concluiu a perfuração dos poços Wingat-1 e Murombe-1 e anunciou em agosto, o início da perfuração do poço Moosehead-1, na Bacia de Orange, o terceiro poço offshore previsto – cujo objetivo é testar o potencial para óleo de reservatórios carbonáticos de idade Barremiana, considerados equivalentes aos reservatórios do pré-sal do Brasil e Angola. 

 

A HRT coletou quatro amostras de óleo no poço Wingat-1 e identificou duas rochas geradoras bem desenvolvidas, ricas em carbono orgânico e ambas na janela geradora de óleo. Tais rochas apresentam potencial de carga para outros intervalos de reservatórios de outros prospectos identificados na licença.

 

“Olhando para o futuro, na Amazônia, os esforços conjuntos da HRT com a Petrobras e a Rosneft para a monetização do gás na Bacia do Solimões continuam. Na Namíbia, a perfuração do poço Moosehead-1, que visa testar potenciais reservatórios equivalentes aos reservatórios do sub-sal situados na Bacia de Santos, é outro passo muito importante no plano de trabalho previsto para 2013. Por último, temos o envio do pedido de análise e aprovação pela ANP da aquisição do Campo de Polvo. Tornando-nos produtores de óleo e gás, certamente, teremos uma importante conquista para a HRT e estamos trabalhando intensamente para preparar a Companhia para esse destino sustentável.”, afirma Milton Franke, diretor-presidente da HRT.

 

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