Oportunidade

Mais 2,8 mil vagas para Região Metropolitana de Fortaleza

Nos setores metalmecânico e químico.

Diário do Nordeste
31/07/2013 10:31
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Os condomínios industriais que serão instalados em cidades da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) devem gerar cerca de 2.800 empregos diretos nos setores metalmecânico e químico, segundo representantes de sindicatos ligados a esses segmentos. Os empresários estão hoje em processo de discussão com as prefeituras interessadas em disponibilizar terrenos para a construção dos polos.
Reuniões já foram realizadas com as administrações de Itaitinga e São Gonçalo do Amarante. Hoje, o encontro será com a Prefeitura de Guaiuba e, posteriormente, com Caucaia, Eusébio e Aquiraz. A previsão é que as áreas sejam escolhidas até o fim de dezembro próximo para que, em dois anos, os condomínios estejam em funcionamento.
Ao todo, 37 empresas fazem parte do projeto, sendo 25 ligadas ao setor químico e 12 ao metalmecânico. Juntas, devem ocupar uma área total de 113 hectares. Os investimento para a construção dos equipamentos é estimado em R$ 130 milhões. "Estamos dialogando com os municípios interessados para, a partir daí, sabermos para onde as empresas querer ir", afirma o diretor de inovação do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico no Ceará (Simec), Sampaio Filho.
Posição estratégica
Segundo ele, é consenso entre os empresários que os condomínios precisam estar localizados em áreas estratégicas que proporcionem infraestrutura completa, sustentabilidade, redução de custos operacionais e concentração de serviços, como hospitais, supermercados, farmácias.
No que diz respeito ao modelo dos polos, Sampaio Filho adianta que será padrão, uma estrutura comum a todas as empresas. Os condomínios terão centro integrado, restaurante, auditório, salas de reuniões, administração, agências bancárias, depósito, áreas de preservação, sede social (lazer e descanso) e portaria para controlar o acesso de caminhões e identificar os visitantes.
Para o presidente do Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Destinação e Refinação do Ceará (Sindquímica), Marcos Soares, as empresas que integram o projeto necessitam urgentemente de novas áreas para crescer, pois "estão estranguladas". Ele lembra que, na área química, em comparação com o setor metalmecânico, é maior a burocracia para a instalação de empresas. Por isso, diz, o trabalho precisa ser realizado de forma ágil.
São Gonçalo vai receber novas 16 indústrias
O município de São Gonçalo do Amarante receberá mais 16 indústrias, segundo o prefeito da cidade, Cláudio Pinho (PSB). Ontem (30), ele participou de encontro com empresários dos setores metalmecânico e químico que buscam instalar condomínios industriais na RMF. A reunião foi na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).
A expectativa é que, na primeira quinzena deste mês, uma solenidade seja realizada para a assinatura do protocolo de intenções das empresas. Do total, 12 atuarão na sede do município, uma na localidade de Parada, outra no distrito de Siupé e duas no distrito de Croatá.
São indústrias (locais, nacionais e internacionais) dos setores químico, metalmecânico, ração animal, alimentos, construção civil, dentre outras. As previsão é que elas estejam funcionando em um ano, gerando em torno de 800 empregos diretos, número que deve crescer à medida que as empresas ampliarem sua área de atuação.
Distrito Industrial
De acordo com o prefeito, Croatá sediará o futuro Distrito Industrial de São Gonçalo. É para lá que a Prefeitura deseja atrair empresas que fazem parte dos condomínios. "Temos terra, água e não estamos produzindo. Por isso, queremos que a área seja foco de atração para os investimentos", declara.

Os condomínios industriais que serão instalados em cidades da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF) devem gerar cerca de 2.800 empregos diretos nos setores metalmecânico e químico, segundo representantes de sindicatos ligados a esses segmentos. Os empresários estão hoje em processo de discussão com as prefeituras interessadas em disponibilizar terrenos para a construção dos polos.


Reuniões já foram realizadas com as administrações de Itaitinga e São Gonçalo do Amarante. Hoje, o encontro será com a Prefeitura de Guaiuba e, posteriormente, com Caucaia, Eusébio e Aquiraz. A previsão é que as áreas sejam escolhidas até o fim de dezembro próximo para que, em dois anos, os condomínios estejam em funcionamento.


Ao todo, 37 empresas fazem parte do projeto, sendo 25 ligadas ao setor químico e 12 ao metalmecânico. Juntas, devem ocupar uma área total de 113 hectares. Os investimento para a construção dos equipamentos é estimado em R$ 130 milhões. "Estamos dialogando com os municípios interessados para, a partir daí, sabermos para onde as empresas querer ir", afirma o diretor de inovação do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas Mecânicas e de Material Elétrico no Ceará (Simec), Sampaio Filho.



Posição estratégica


Segundo ele, é consenso entre os empresários que os condomínios precisam estar localizados em áreas estratégicas que proporcionem infraestrutura completa, sustentabilidade, redução de custos operacionais e concentração de serviços, como hospitais, supermercados, farmácias.


No que diz respeito ao modelo dos polos, Sampaio Filho adianta que será padrão, uma estrutura comum a todas as empresas. Os condomínios terão centro integrado, restaurante, auditório, salas de reuniões, administração, agências bancárias, depósito, áreas de preservação, sede social (lazer e descanso) e portaria para controlar o acesso de caminhões e identificar os visitantes.


Para o presidente do Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Destinação e Refinação do Ceará (Sindquímica), Marcos Soares, as empresas que integram o projeto necessitam urgentemente de novas áreas para crescer, pois "estão estranguladas". Ele lembra que, na área química, em comparação com o setor metalmecânico, é maior a burocracia para a instalação de empresas. Por isso, diz, o trabalho precisa ser realizado de forma ágil.



São Gonçalo vai receber novas 16 indústrias


O município de São Gonçalo do Amarante receberá mais 16 indústrias, segundo o prefeito da cidade, Cláudio Pinho (PSB). Ontem (30), ele participou de encontro com empresários dos setores metalmecânico e químico que buscam instalar condomínios industriais na RMF. A reunião foi na sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec).


A expectativa é que, na primeira quinzena deste mês, uma solenidade seja realizada para a assinatura do protocolo de intenções das empresas. Do total, 12 atuarão na sede do município, uma na localidade de Parada, outra no distrito de Siupé e duas no distrito de Croatá.


São indústrias (locais, nacionais e internacionais) dos setores químico, metalmecânico, ração animal, alimentos, construção civil, dentre outras. As previsão é que elas estejam funcionando em um ano, gerando em torno de 800 empregos diretos, número que deve crescer à medida que as empresas ampliarem sua área de atuação.



Distrito Industrial


De acordo com o prefeito, Croatá sediará o futuro Distrito Industrial de São Gonçalo. É para lá que a Prefeitura deseja atrair empresas que fazem parte dos condomínios. "Temos terra, água e não estamos produzindo. Por isso, queremos que a área seja foco de atração para os investimentos", declara.

 

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