PN 2012-2016

Petrobras destaca oportunidades e desafios no Clube de Engenharia

PN 2012-2016 foi apresentado pelo diretor de Engenharia, José Figueiredo.

Agência Petrobras
06/09/2012 09:52
Petrobras destaca oportunidades e desafios no Clube de Engenharia Imagem: José Figueiredo, diretor de Engenharia durante apresentação Visualizações: 196

 

O diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais da Petrobras, José Antonio de Figueiredo, apresentou na quarta-feira (5) o detalhamento do Plano de Negócios e Gestão da companhia para o período 2012-2016 no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro.
Figueiredo reforçou a importância do volume de investimentos a ser realizado pela Petrobras. Ao todo serão US$ 236,5 bilhões no período 2012-2016, com foco nas atividades de Exploração e Produção (E&P). Destacou as metas estabelecidas e os diferenciais da Petrobras para atingi-las. A companhia é líder mundial em produção em águas profundas. Nos últimos cinco anos, 63% das descobertas em grandes profundidades foram realizadas no Brasil.
O diretor reforçou que “poucos países no mundo têm uma carteira de projetos com tantas oportunidades. Temos que transformar esses projetos em realidade, gerando emprego e desenvolvimento sustentável para o país”. Figueiredo destacou a política de conteúdo local e observou a importância do ganho de competitividade da indústria brasileira de bens e serviços para o segmento de petróleo e gás.
Lembrou ainda que para que todos os investimentos previstos possam ser realizados, a estatal tem focado em ferramentas de gestão. “Nesse plano, acrescentamos a letra G, de gestão. Temos que fazer tudo com a melhor gestão, priorizando um bom planejamento, que é a primeira tarefa para a nossa equipe”, afirmou o diretor. Todos os projetos da companhia têm sido acompanhados de perto através das curvas S de desempenho, que consistem no acompanhamento detalhado dos cronogramas físico e financeiro dos projetos, permitindo corrigir eventuais distorções.
O diretor citou os trabalhos realizados pela área de engenharia nos últimos anos. Algumas dessas obras realizadas se destacaram pela inovação das tecnologias aplicadas. O deck mating da plataforma semissubmersível P-55, no Polo Naval do Rio Grande (RS) é um exemplo. "Foi uma operação inédita. O deckbox da plataforma, de 17 mil toneladas, foi içado a cerca de 47 metros para ser acoplado ao casco. Foi uma das maiores operações do tipo já realizada em todo o mundo", destacou Figueiredo.
Entre os investimentos para o segmento de E&P, foram desenvolvidos projetos de várias plataformas, além de outros ligados ao Programa de Modernização da Frota (Promef). Entre os projetos em desenvolvimento para os próximos anos está a construção, já iniciada, dos oito FPSOs replicantes para o pré-sal da Bacia de Santos. A produção em série de plataformas idênticas permitirá a padronização dos projetos e equipamentos e atendimento às métricas internacionais, além de maior rapidez no processo de construção e ganho de escala, com consequente otimização de prazos e custos. Também destaca-se a conversão dos quatro FPSOs para a área da Cessão Onerosa, que será realizada no Estaleiro Inhaúma, no Rio.
No segmento de Gás e Energia foram instalados cerca de 5 mil km de gasodutos. Destacam-se projetos em desenvolvimento para as plantas de fertilizantes, que serão instaladas em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo. A Unidade de Fertilizantes Nitrogenados de Três Lagoas (UFN III) entrará em operação em 2014 e será a maior planta de fertilizantes nitrogenados da América Latina, com capacidade de produção de 1,2 milhão de toneladas/ano de uréia e 70 mil toneladas/ano de amônia.
Já para o segmento de Abastecimento, os investimentos estão concentrados na ampliação e modernização do parque de refino. Estão em andamento as obras do primeiro trem (primeira fase) do Comperj e da Refinaria Abreu e Lima, que elevarão a capacidade de refino da Petrobras em cerca de 400 mil barris por dia. As refinarias Premium I e Premium II estão em fase de elaboração de projeto de acordo com os padrões internacionais.
“Nosso desafio na engenharia é cumprir o planejado no Plano de Negócios e Gestão da companhia, em termos de prazos, investimentos e conteúdo local, tendo o SMS como valor”, concluiu o diretor Figueiredo.

O diretor de Engenharia, Tecnologia e Materiais da Petrobras, José Antonio de Figueiredo, apresentou na quarta-feira (5) o detalhamento do Plano de Negócios e Gestão da companhia para o período 2012-2016 no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro.


Figueiredo reforçou a importância do volume de investimentos a ser realizado pela Petrobras. Ao todo serão US$ 236,5 bilhões no período 2012-2016, com foco nas atividades de Exploração e Produção (E&P). Destacou as metas estabelecidas e os diferenciais da Petrobras para atingi-las. A companhia é líder mundial em produção em águas profundas. Nos últimos cinco anos, 63% das descobertas em grandes profundidades foram realizadas no Brasil.


O diretor reforçou que “poucos países no mundo têm uma carteira de projetos com tantas oportunidades. Temos que transformar esses projetos em realidade, gerando emprego e desenvolvimento sustentável para o país”. Figueiredo destacou a política de conteúdo local e observou a importância do ganho de competitividade da indústria brasileira de bens e serviços para o segmento de petróleo e gás.


Lembrou ainda que para que todos os investimentos previstos possam ser realizados, a estatal tem focado em ferramentas de gestão. “Nesse plano, acrescentamos a letra G, de gestão. Temos que fazer tudo com a melhor gestão, priorizando um bom planejamento, que é a primeira tarefa para a nossa equipe”, afirmou o diretor. Todos os projetos da companhia têm sido acompanhados de perto através das curvas S de desempenho, que consistem no acompanhamento detalhado dos cronogramas físico e financeiro dos projetos, permitindo corrigir eventuais distorções.


O diretor citou os trabalhos realizados pela área de engenharia nos últimos anos. Algumas dessas obras realizadas se destacaram pela inovação das tecnologias aplicadas. O deck mating da plataforma semissubmersível P-55, no Polo Naval do Rio Grande (RS) é um exemplo. "Foi uma operação inédita. O deckbox da plataforma, de 17 mil toneladas, foi içado a cerca de 47 metros para ser acoplado ao casco. Foi uma das maiores operações do tipo já realizada em todo o mundo", destacou Figueiredo.


Entre os investimentos para o segmento de E&P, foram desenvolvidos projetos de várias plataformas, além de outros ligados ao Programa de Modernização da Frota (Promef). Entre os projetos em desenvolvimento para os próximos anos está a construção, já iniciada, dos oito FPSOs replicantes para o pré-sal da Bacia de Santos. A produção em série de plataformas idênticas permitirá a padronização dos projetos e equipamentos e atendimento às métricas internacionais, além de maior rapidez no processo de construção e ganho de escala, com consequente otimização de prazos e custos. Também destaca-se a conversão dos quatro FPSOs para a área da Cessão Onerosa, que será realizada no Estaleiro Inhaúma, no Rio.


No segmento de Gás e Energia foram instalados cerca de 5 mil km de gasodutos. Destacam-se projetos em desenvolvimento para as plantas de fertilizantes, que serão instaladas em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Espírito Santo. A Unidade de Fertilizantes Nitrogenados de Três Lagoas (UFN III) entrará em operação em 2014 e será a maior planta de fertilizantes nitrogenados da América Latina, com capacidade de produção de 1,2 milhão de toneladas/ano de uréia e 70 mil toneladas/ano de amônia.


Já para o segmento de Abastecimento, os investimentos estão concentrados na ampliação e modernização do parque de refino. Estão em andamento as obras do primeiro trem (primeira fase) do Comperj e da Refinaria Abreu e Lima, que elevarão a capacidade de refino da Petrobras em cerca de 400 mil barris por dia. As refinarias Premium I e Premium II estão em fase de elaboração de projeto de acordo com os padrões internacionais.


“Nosso desafio na engenharia é cumprir o planejado no Plano de Negócios e Gestão da companhia, em termos de prazos, investimentos e conteúdo local, tendo o SMS como valor”, concluiu o diretor Figueiredo.

 

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