Tecnologia

Polinova desenvolve soluções com nanotecnologia para o pré-sal

Empresa participa o projeto Corrosão Zero, da Petrobras.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
17/09/2013 11:37
Polinova desenvolve soluções com nanotecnologia para o pré-sal Imagem: Nanotubo de carbono. Divulgação, Polinova Visualizações: 2084

 

A Polinova, em parceria com o Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está desenvolvendo uma linha de revestimentos e adesivos estruturais contendo nanotubos de carbono para aplicação em equipamentos de exploração e produção de petróleo em campos do pré-sal. Este foi um projetos de desenvolvimento de nanotecnologia aprovados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em todo o Brasil, e teve inicio em 2012 com recursos da agência de fomento e contrapartida da Polinova.
“O óleo encontrado nestes locais possui uma concentração de dióxido de carbono muito elevada, o que faz com que este seja muito corrosivo, comprometendo a vida útil dos equipamentos de exploração e produção", explica o diretor-técnico da Polinova, Fábio Barcia. "O emprego de nanotecnologia - como nanotubos de carbono e sílicas modificadas - tem resultado em produtos com propriedades superiores aos tradicionalmente utilizados, garantindo maior durabilidade e segurança em operações nos campos do pré-sal. O uso desses materiais irá aumentar a vida útil destes equipamentos, diminuindo tempos de parada para manutenção, riscos e custos operacionais”, diz. O projeto, que está em andamento, conta com o investimento de R$ 1,2 milhões.
A empresa participa do projeto Corrosão Zero, da Petrobras, com o desenvolvimento de revestimentos inovadores contendo nanoparticulas de carbono. Dois produtos estão em testes, visando atingir um elevado desempenho na proteção anticorrosiva de estruturas metálicas e equipamentos em plataformas de petróleo e refinarias. Este projeto partiu da alta gerência da Petrobras, que está em busca de tecnologias inovadoras que aumentem o poder de proteção anticorrosiva de revestimentos, se comparados com os as tecnologias atuais disponíveis. O mercado estimado para este tipo de revestimento é inicialmente de R$ 200 milhões, com crescimento previsto de cerca de 10% ao ano.
Na área de adesivos e massas epóxi de alto desempenho, a Polinova desenvolveu, em parceria com a UFRJ, um adesivo epóxi contendo nanopartículas flexíveis para colagem de tubulações de fibra de vidro. A grande vantagem dos materiais em relação aos adesivos disponíveis no mercado é o maior valor de poder de aderência associado à maior durabilidade. A tecnologia já despertou o interesse de um grande fabricante mundial de tubos de fibra de vidro para aplicações em O&G, e testes estão sendo programados para os próximos meses. Segundo a empresa, a Petrobras está acompanhando os testes para qualificar os adesivos.
Além das tecnologias já citaas, a Polinova fornece massas epóxi para reparo de tubulações de exploração e produção de petróleo da empresa BW, em Macaé. As massas da série PoliMetálico 2000 possuem certificação da estatal para uso como solda a frio em reparos onshore e offshore. O produto também foi qualificado pela empresa ECO Compósitos para colagem de suportes de eletrocalhas de fibra de vidro em plataformas de petróleo. "A colagem dos suportes de eletrocalha com a massa epóxi Polinova, em substituição ao método tradicional de soldagem com eletrodo, possui diversas vantagens técnicas, econômicas, de durabilidade e de segurança. A colagem dos suportes não requer a utilização de equipamentos pesados de solda, não gera calor durante a aplicação, não gera corrosão por pilha galvânica após a aplicação, tem durabilidade de mais de 20 anos e não requer manutenção. Enfim, é uma tecnologia muito superior a tradicional", comenta Fábio Barcia.

A Polinova, em parceria com o Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), está desenvolvendo uma linha de revestimentos e adesivos estruturais contendo nanotubos de carbono para aplicação em equipamentos de exploração e produção de petróleo em campos do pré-sal. Este foi um projetos de desenvolvimento de nanotecnologia aprovados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em todo o Brasil, e teve inicio em 2012 com recursos da agência de fomento e contrapartida da Polinova.


“O óleo encontrado nestes locais possui uma concentração de dióxido de carbono muito elevada, o que faz com que este seja muito corrosivo, comprometendo a vida útil dos equipamentos de exploração e produção", explica o diretor-técnico da Polinova, Fábio Barcia. "O emprego de nanotecnologia - como nanotubos de carbono e sílicas modificadas - tem resultado em produtos com propriedades superiores aos tradicionalmente utilizados, garantindo maior durabilidade e segurança em operações nos campos do pré-sal. O uso desses materiais irá aumentar a vida útil destes equipamentos, diminuindo tempos de parada para manutenção, riscos e custos operacionais”, diz. O projeto, que está em andamento, conta com o investimento de R$ 1,2 milhões.


A empresa participa do projeto Corrosão Zero, da Petrobras, com o desenvolvimento de revestimentos inovadores contendo nanoparticulas de carbono. Dois produtos estão em testes, visando atingir um elevado desempenho na proteção anticorrosiva de estruturas metálicas e equipamentos em plataformas de petróleo e refinarias. Este projeto partiu da alta gerência da Petrobras, que está em busca de tecnologias inovadoras que aumentem o poder de proteção anticorrosiva de revestimentos, se comparados com os as tecnologias atuais disponíveis. O mercado estimado para este tipo de revestimento é inicialmente de R$ 200 milhões, com crescimento previsto de cerca de 10% ao ano.


Na área de adesivos e massas epóxi de alto desempenho, a Polinova desenvolveu, em parceria com a UFRJ, um adesivo epóxi contendo nanopartículas flexíveis para colagem de tubulações de fibra de vidro. A grande vantagem dos materiais em relação aos adesivos disponíveis no mercado é o maior valor de poder de aderência associado à maior durabilidade. A tecnologia já despertou o interesse de um grande fabricante mundial de tubos de fibra de vidro para aplicações em O&G, e testes estão sendo programados para os próximos meses. Segundo a empresa, a Petrobras está acompanhando os testes para qualificar os adesivos.


Além das tecnologias já citadas, a Polinova fornece massas epóxi para reparo de tubulações de exploração e produção de petróleo da empresa BW, em Macaé. As massas da série PoliMetálico 2000 possuem certificação da estatal para uso como solda a frio em reparos onshore e offshore. O produto também foi qualificado pela empresa ECO Compósitos para colagem de suportes de eletrocalhas de fibra de vidro em plataformas de petróleo. "A colagem dos suportes de eletrocalha com a massa epóxi Polinova, em substituição ao método tradicional de soldagem com eletrodo, possui diversas vantagens técnicas, econômicas, de durabilidade e de segurança. A colagem dos suportes não requer a utilização de equipamentos pesados de solda, não gera calor durante a aplicação, não gera corrosão por pilha galvânica após a aplicação, tem durabilidade de mais de 20 anos e não requer manutenção. Enfim, é uma tecnologia muito superior a tradicional", comenta Fábio Barcia.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Internacional
Na OTC Houston 2026, Firjan SENAI SESI expande atuação s...
06/05/26
Energia Elétrica
Modelo simplificado viabilizou 70% das migrações ao merc...
06/05/26
Investimentos
Biocombustíveis podem adicionar até R$ 403,2 bilhões ao PIB
05/05/26
Bacia de Santos
Acordos de Individualização da Produção (AIP) das Jazida...
05/05/26
Energia Solar
ENGIE investirá R$ 5 milhões em três projetos para inova...
05/05/26
Combustíveis
ETANOL/CEPEA: Média de abril é a mais baixa em quase doi...
05/05/26
Pessoas
Josiani Napolitano assume presidência da ABiogás em mome...
05/05/26
Internacional
Na OTC Houston 2026, Firjan SENAI realiza edição interna...
04/05/26
Reconhecimento
BRAVA Energia recebe prêmio máximo global do setor pelo ...
04/05/26
Internacional
Brasil reafirma protagonismo tecnológico na OTC Houston ...
04/05/26
Pré-Sal
PPSA encerra 2025 com lucro líquido de R$ 30,1 milhões
04/05/26
Resultado
Com 5,531 milhões boe/d, Brasil segue com produção recor...
04/05/26
Sustentabilidade
Ipiranga lança Relatório de Sustentabilidade 2025 com av...
02/05/26
Internacional
Brasil reafirma protagonismo tecnológico na OTC Houston ...
02/05/26
Combustíveis
Diesel lidera alta dos combustíveis em abril, mostra Mon...
30/04/26
Reconhecimento
BRAVA Energia recebe prêmio máximo global do setor pelo ...
30/04/26
Etanol
E32 impulsiona etanol e reforça liderança do Brasil em b...
30/04/26
Meio Ambiente
Brasil aparece entre maiores emissores de metano em ater...
30/04/26
Oferta Permanente
Audiência pública debate inclusão de novos blocos no edi...
30/04/26
Exportações
Setor de óleo e gás e parlamentares discutem Imposto de ...
29/04/26
Evento
PortosRio participa do Rio de Janeiro Export 2026 e dest...
29/04/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23